Mulher atingida com golpes de machadinha continua internada em estado grave

Agressão foi praticada pelo marido, que acabou preso em flagrante. Vítima recebe atendimento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Continua internada no Hospital Regional, em estado “considerado grave”, a mulher de 35 anos que foi golpeada com uma machadinha. A informação foi enviada ao G1 pela unidade, na manhã desta quinta-feira (2). A agressão foi praticada pelo marido da vítima no Parque São Judas Tadeu, em Presidente Prudente. Ele foi preso em flagrante.

Em nota, o Hospital Regional de Presidente Prudente ainda apontou que a paciente recebe atendimento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A vítima foi encaminhada ao HR nesta quarta-feira (1º) e submetida a uma cirurgia, após sofrer um traumatismo cranioencefálico e hemorragia intracraniana, conforme o Corpo de Bombeiros. Ela recebeu três golpes de machadinha desferidos pelo marido durante uma discussão.

Após a agressão, o indivíduo, de 36 anos, chegou a fugir com um carro VW Gol, mas a Polícia Militar recebeu uma denúncia anônima de que o suspeito estaria em uma chácara, em Álvares Machado. Ao chegar ao local, a equipe localizou o homem, que estava chorando e aparentemente transtornado. Ele confessou ter agredido a esposa e a corporação pediu o apoio de outras viaturas.

O homem foi levado à Delegacia Participativa da Polícia Civil, em Presidente Prudente, onde permaneceu preso por tentativa de homicídio qualificado. Nesta quinta-feira (2), ele deve passar por audiência de custódia na Justiça, segundo a Polícia Civil.

A mãe da vítima contou ao G1 que também foi agredida e empurrada pelo genro. Ela informou que o casal, que viveu junto por 15 anos, estava em processo de separação e que sua filha havia obtido uma medida protetiva na Justiça para que o marido não se aproximasse dela.

O agressor disse à polícia que eles começaram uma discussão e que teria sido ofendido pela mulher e pela sogra. Porém, ele afirmou não se lembrar de mais nada após o ocorrido.

A Polícia Civil explicou ao G1 que a qualificadora apontada para o crime foi a condição de feminicídio.

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