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Polícia

Açougueiro é encontrado morto próximo ao Horto de Palmital

De acordo com registros de ocorrência, por volta das 10h30.

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Glaicon Aparecido Pereira, de 42 anos (Foto: Reprodução)

Um homem de 42 anos foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira (10), em um terreno próximo a um condomínio de chácaras em Palmital (SP), na entrada do antigo recinto da Fapip, no bairro Afonso Negrão.

De acordo com registros de ocorrência, por volta das 10h30, pessoas que residem em chácaras próximas encontraram Glaicon Aparecido Pereira, que teria usado um pedaço de corda amarrado ao galho de uma árvore para se enforcar. A Polícia Civil foi acionada e o delegado Giovani Bertinatti foi até o local para acompanhar o trabalho de perícia da Polícia Científica.

O histórico da ocorrência aponta que não foram encontrados sinais de luta corporal ou de agressão física recente no corpo do açougueiro. Testemunhas que encontraram a vítima disseram não ter ouvido qualquer ruído, pedido de socorro ou indicações de que possa se tratar de homicídio. Também foi apurado, por meio de informações de pessoas que estavam próximas, que Glaicon havia sido visto caminhando sozinho pela manhã nas proximidades do local, que tem pouco movimento de pessoas ou veículos.

Conforme registros policiais, familiares relataram que o açougueiro sofria com dependência química, o que poderia ter potencializado algum distúrbio que pudesse levá-lo a intenção de atentar contra a própria vida. O delegado responsável pela ocorrência classificou, ‘a priori’, a ocorrência como suicídio consumado. Porém, determinou o encaminhamento do corpo para o IML de Assis, para necropsia, e aguarda os laudos da perícia para concluir o caso.

No início da tarde desta quinta-feira, o corpo de Glaicon ainda estava no IML de Assis e deveria ser liberado ao Memorial Aliança, com previsão de iniciar o velório por volta das 17 horas. O açougueiro, que era casado e deixa dois filhos, será sepultado amanhã, às 8 horas, no Cemitério Municipal de Palmital.

Polícia

Policiais militares salvam vida de homem que tentava suicídio

Caso foi registrado na madrugada deste sábado (16).

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Do Marília Notícia

Policiais militares impediram que um rapaz cometesse suicídio na madrugada deste sábado (16) na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), próximo ao Batalhão da PM.

Os cabos da Polícia Militar Renato Taroco e Robson Thiago de Souza chegaram no momento em que a vítima tentava se jogar de uma passarela quase em frente da rodoviária.

O fato ocorreu por volta de 0h15. Taroco e Thiago ficaram conhecidos nacionalmente, em abril deste ano, após salvarem um bebê recém-nascido que estava engasgado.

Em suas redes sociais o cabo Taroco relatou a ocorrência e publicou um vídeo mostrando o que houve. “Aconteceu hoje 16/11/19 às 00:15h. Obrigado ao meu parceiro Cabo Thiago Souza pelo profissionalismo e ao 1° Ten Paes pelo apoio rápido. Deus salve a Polícia Militar do Estado de São Paulo e seus guerreiros”.

Taroco precisou passar por atendimento no hospital durante a manhã de hoje após o ato heroico.

“Corri muito rápido e fiz muita força para puxar a vítima, como todos sabem tenho sequelas na perna, braço e coluna (devido a outra ocorrência policial de 2015). Fui parar no hospital e, graças a Deus só foi um estiramento na panturrilha machucada e uma lesão de esforço exagerado em minha coluna. Estou com dor, porém muito feliz, mais uma vida salva graças a Polícia Militar do Estado de São Paulo”, disse o policial.

Veja o vídeo do salvamento:

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Polícia

Torre de energia tomba e mata funcionário na área rural de Marília

Dois homens trabalhavam na estrutura metálica quando ela caiu e atingiu os funcionários.

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Do G1

Um funcionário morreu e outro ficou gravemente ferido depois que uma torre de energia tombou, na manhã deste sábado (16), na área rural de Marília (SP).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 9h próximo a uma fazenda experimental de uma faculdade de Marília. Os dois funcionários trabalhavam na torre de energia quando ela tombou e os atingiu.

Com o impacto, uma das vítimas morreu no local. O outro funcionário foi levado para o Hospital das Clínicas de Marília.

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Polícia

Polícia fecha fábrica clandestina que trocava rótulo de cerveja barata

Doze pessoas foram encontradas atuando em ambiente insalubre em regime análogo ao trabalho escravo; um homem foi preso.

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Do JCNet
Bebidas falsificadas em depósito foram alvo de operação da Polícia Civil de Bauru: uma prisão (Foto: Vinicius Bomfim)
Bebidas falsificadas em depósito foram alvo de operação da Polícia Civil de Bauru: uma prisão (Foto: Vinicius Bomfim)

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), realizou uma operação, na manhã desta quinta-feira (14), que terminou com um depósito de bebidas alcoólicas falsificadas fechado, na região do Jardim Nicéia, em Bauru. A polícia estima que a produção clandestina chegava a 1 mil caixas por semana e a um faturamento aproximado de R$ 200 mil por mês. Um homem de 30 anos foi preso acusado de gerenciar a atividade ilegal no local, ele já era procurado por outros crimes na Capital.

No galpão, localizado na quadra 2 da rua Sérgio Arcângelo, outras doze pessoas foram encontradas pela polícia atuando em ambiente insalubre e em regime análogo ao trabalho escravo. Eles atuavam em linha de produção informal onde trocavam o rótulo e a tampa de cerveja de garrafa de qualidade inferior (Acerta) por de marcas conhecidas (Skol, Antártica e Brahma). O caso foi descoberto após denúncia e as investigações duraram até 3 meses.

TRABALHO ESCRAVO

As doze pessoas foram arroladas como vítimas no inquérito, após a polícia desnudar como o esquema funcionava. Oriundos do Tocantins e Goiás, os homens tinham idades entre 20 e 30 anos e, após serem atraídos para a cidade com promessas de emprego pela internet, eram mantidos sob ameaças e violências física e psicológica no galpão. O local funcionava há cinco meses, aproximadamente. V.T. (apenas as iniciais fornecidas pela polícia) acompanhava os trabalhadores 24 horas por dia e inspecionava a produção, que acontecia de forma ininterrupta das 5h às 23h de segunda a segunda.

“Ele mantinha um porrete e não deixava ninguém sair do galpão, também controlava a comida. Os trabalhadores eram obrigados a comprarem dele itens básicos de higiene e outros tipos de produtos a valores exorbitantes. Um guaraná, por exemplo, era R$ 50,00. E eles ganhavam 6 reais por engradado de cerveja produzido, ou seja, sempre ficavam devendo”, explica o delegado titular da DIG Cledson Nascimento.

O homem detido deve responder por adulteração de alimentos, crime que prevê de 4 a 8 anos de reclusão, e por redução a condição análoga à de escravo, que prevê até 8 anos de reclusão.

“O inquérito deve apurar ainda outras pessoas e empresas que se beneficiavam do esquema. E identificar quem são os compradores que receptavam os produtos falsificados”, ressalta o delegado Giuliano Travain, delegado assistente da DIG.

A Polícia Civil, inclusive acionará o Ministério do Trabalho e Emprego para fins de aplicação de multas, assim que o esquema desnudar as demais participações, inclusive de gráficas que produziam os rótulos clandestinos.

As bebidas falsificadas foram apreendidas e serão destruídas pela polícia.

A reportagem acionou a Ambev, mas a empresa, que também é vítima do ocorrido, preferiu não se manifestar.

As doze vítimas foram encaminhadas para um albergue e serão assistidas pela Secretaria Municipal de Bem-Estar Social (Sebes), que providenciará as passagens de volta.

‘Passei sede, fome e muito calor’

Homem relata situações que passou em galpão (Foto: Malavolta Jr.)

Homem relata situações que passou em galpão (Foto: Malavolta Jr.)

Sem ver o sol desde que chegou a Bauru, há aproximadamente 15 dias, Roberto (o nome é fictício, porque a vítima pediu para não ser identificada) diz que se sentiu aliviado ao ver a polícia ontem. Ele conta ter largado seu emprego de técnico de informática, a esposa e a filha de 14 anos em Goiás para tentar oportunidade melhor. A promessa de ganhar mais de R$ 2 mil mensais e moradia, contudo, não detalhava a ilegalidade do serviço. Por aqui, Roberto viveu os piores dias de sua vida. “Passei fome, sede (dois dias sem água) e muito calor. Percebi que algo estava errado logo quando cheguei, mas, por medo, fiquei quieto. Vi gente apanhando. Tinha hora que as costas travavam de tanto trabalho e ele (gerente) até nos dava dipirona, mas cobrava caro por isso”, relata, demonstrando alívio em poder voltar para casa.

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