Briga de casal acaba com homem morto a facada, em Rancharia

Mulher golpeou o indivíduo e, à polícia, alegou defesa, pois a seu favor havia uma medida protetiva. Ela foi ouvida e liberada.

Um homem, de 44 anos, foi morto a facada pela namorada, em Rancharia, na noite deste domingo (24). Conforme a Polícia Civil, a mulher foi ouvida e liberada, pois tinha a seu favor uma medida protetiva e alegou defesa.

De acordo com a polícia, o casal teve uma briga na tarde de domingo (24), por volta das 14h, e a mulher teria esfaqueado o namorado.

O homem chegou a ser socorrido por familiares e levado ao Hospital e Maternidade de Rancharia, onde foi submetido a uma cirurgia, mas não resistiu ao ferimento e morreu na madrugada desta segunda-feira (25).

Já a mulher, de 29 anos, contou à polícia que teve um relacionamento de sete meses com a vítima, possuía uma medida protetiva e alegou defesa.

Segundo a Polícia Civil, ambos são usuários de droga e deixaram a medida protetiva de lado para consumir crack e dormir juntos neste domingo (24).

Ainda conforme a polícia, a mulher disse que foi agredida pelo namorado e acertou-lhe uma facada nas costas.

Ela relatou que ambos haviam se deitado para dormir juntos, após o consumo de crack. Antes disso, a mulher já tinha sido agredida pelo namorado no local. Quando a mulher se levantou para sair da casa onde estavam e, assim, evitar mais problemas, o namorado acordou e voltou a agredi-la, o que a fez se armar com uma faca e a acertar-lhe um golpe.

No entanto, a Polícia Civil só tomou conhecimento da facada na manhã desta segunda-feira (25). Inicialmente, o homem, ao ser socorrido pelos familiares e hospitalizado, alegou que havia se ferido ao cair de um muro.

Na manhã desta segunda-feira (25), familiares da vítima procuraram a namorada e ela admitiu que, após ter sido agredida, desferiu uma facada no homem.

Segundo a Polícia Civil, como não houve situação de flagrante, a mulher foi ouvida e liberada.

Na conclusão do inquérito instaurado para apurar o caso, a Polícia Civil vai avaliar a conveniência de representar judicialmente pela prisão preventiva da envolvida.

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