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Estudante de medicina é presa por tráfico drogas na região

Ação da Polícia Civil foi realizada após dois meses de investigação sobre festas de universitários, onde eram comercializados entorpecentes sintéticos.

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Drogas apreendidas na Operação Alquimista (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil de Adamantina (distante 140 quilômetros de Marília) prendeu em flagrante nesta sexta-feira (10) cinco estudantes de medicina por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Entre os detidos está a mariliense Mariana Daher, de 23 anos.

A jovem passaria por audiência de custódia em Tupã neste sábado (11) e, conforme a decisão do juiz, poderia ser encaminhada para uma unidade prisional feminina ou autorizada a responder em liberdade.

As prisões foram feitas na “Operação Alquimista”, com foco no combate ao tráfico de drogas sintéticas, desencadeada após dois meses de investigações da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) daquela cidade.

“Apurou-se que durante algumas festas de universitários e outras abertas ao público em geral, eram comercializadas drogas sintéticas trazidas por alguns estudantes de medicina que abasteciam os usuários”, diz nota oficial da Polícia Civil.

Durante as diligências foram levantadas informações de que a chamada “Festa do Blvck” seria regada a drogas.

Representantes do evento afirmaram que “nada tem a ver com isso” e que combatem a entrada e uso de qualquer substância ilícita.

Os policiais identificaram suspeitos que trariam comprimidos de ecstasy para distribuição e, na tarde desta sexta-feira, desencadearam buscas domiciliares que resultaram em nove estudantes detidos.

“Quatro foram presos em flagrante pela prática de tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo dois homens e duas mulheres, em poder dos quais encontrou-se drogas sintéticas como LSD, ecstasy, MD e maconha”, afirma a Polícia Civil.

Em duas residências foram encontradas estufas para plantio de maconha. Outro estudante acabou preso por tráfico por estar em posse de maconha, mas ele não teria ligação com o grupo atualmente.

Outros quatro estudantes terminaram liberados depois de serem autuados pelo porte de drogas para consumo próprio.

No total foram apreendidas 370 gramas de maconha, uma pequena porção de haxixe, uma porção com cristais de MD, dois quadriculados de LSD, 62 comprimidos de ecstasy, além de outros objetos próprios para o tráfico e consumo de drogas e um veículo utilizado para o transporte dos entorpecentes.

Material apreendido (Foto: Divulgação)

Estufa em uma das residências (Foto: Divulgação)

Polícia

Mulher grávida é resgatada de carro que capotou após batida com caminhão em Maracaí

Acidente aconteceu na vicinal que liga a cidade ao distrito de Roseta. Mulher foi levada ao pronto-socorro de Paraguaçu Paulista, onde ficou em observação. Ela o bebê passam bem, diz PS.

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Do G1
Carro que capotou na vicinal entre Maracaí e Roseta ficou bastante danificado após o choque com o caminhão — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Carro que capotou na vicinal entre Maracaí e Roseta ficou bastante danificado após o choque com o caminhão — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Uma mulher grávida foi resgatada com ferimentos considerados leves após acidente entre o carro que ela dirigia e um caminhão no fim da manhã desta terça-feira (15), em Maracaí (SP).

Segundo informações da Polícia Militar, o caminhão saía de uma usina na vicinal Eduardo Andrade Reis, que liga Maracaí a Roseta, distrito de Paraguaçu Paulista, quando colidiu com o carro, que capotou com o impacto.

A mulher grávida, única ocupante do carro, foi resgatada com ferimentos considerados leves e encaminhada para o pronto-socorro de Paraguaçu Paulista. O motorista do caminhão não se feriu.

Segundo informações do pronto-socorro, a mulher, que é moradora de Paraguaçu Paulista, ficou em observação, mas ela e o bebê passam bem.

Segunda a polícia, caminhão saía de uma usina quando bateu no veículo — Foto: Polícia Civil/Divulgação

Segunda a polícia, caminhão saía de uma usina quando bateu no veículo — Foto: Polícia Civil/Divulgação

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Polícia

Homem que matou professora é condenado por outros crimes

A decisão foi publicada no Diário Oficial nesta segunda-feira (14).

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Do Marília Notícia
Jefferson Silva foi preso no litoral e transferido para Marília (Foto: Edio Júnior)
Jefferson Silva foi preso no litoral e transferido para Marília (Foto: Edio Júnior)

O mototaxista Jefferson Carlos da Silva foi condenado pela Justiça a quatro anos de prisão por violência doméstica. Jefferson ainda aguarda o julgamento pelo feminicídio da professora Elisabete Aparecida Ribeiro, de 37 anos, ocorrido em janeiro do ano passado.

A decisão foi publicada no Diário Oficial nesta segunda-feira (14). A sentença é assinada pelo juiz Décio Divanir Mazeto da 3ª Vara Criminal de Marília. Ele foi condenado pelos crimes de sequestro e cárcere privado, lesão corporal e ameaça. O caso segue sob segredo de Justiça, devido a isso não há mais detalhes.

“(…) julgo procedente a ação penal para condenar Jefferson Carlos da Silva, qualificado nos autos, a descontar em regime inicialmente fechado, a pena de dois anos de reclusão, declarando-o incurso no artigo 148, § 1º, I, e a pena de dois anos de detenção, em regime inicial semiaberto, por infração ao artigo 129, § 1º, I, e três meses de detenção, em regime também intermediário, como incurso no artigo 147, todos cc. o artigo 69, todos do Código Penal”, diz a sentença.

Feminicídio

O feminicídio ocorreu no dia 10 de janeiro de 2018, data em que Jefferson Silva matou a vítima com diversos golpes de faca em um conjunto de apartamentos na rua Santos Dumont, no bairro Prolongamento Palmital, zona Norte de Marília.

Em depoimento à policia, o mototaxista alegou que o motivo pelo crime foi uma dívida em uma viagem para Florianópolis (SC) que o casal fez no réveillon daquele ano. Ele foi preso no litoral de São Paulo, no município de Praia Grande.

Jefferson Silva permanece preso na Penitenciária de Marília indiciado por homicídio quadruplamente qualificado – motivo fútil, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio. Se condenado, o mototaxista poderá pegar pena de 30 anos em regime fechado.

Elisabete Aparecida Ribeiro morta a facadas (Foto: Redes Sociais)

Elisabete Aparecida Ribeiro morta a facadas (Foto: Redes Sociais)

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Polícia

Corpo de idoso desaparecido há três dias é achado ao lado de caçamba em Palmital

Homem de 75 anos que desapareceu no último sábado (12) foi achado em terreno próximo ao pronto-socorro, sem sinais aparentes de violência. Ele foi enterrado nesta segunda-feira (14), sem velório.

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Do G1
Adão Rodrigues da Mota, de 75 anos, estava desaparecido desde sábado (12): sem sinais aparentes de violência — Foto: Arquivo pessoal
Adão Rodrigues da Mota, de 75 anos, estava desaparecido desde sábado (12): sem sinais aparentes de violência — Foto: Arquivo pessoal

O corpo de um idoso de 75 anos que estava desaparecido desde a manhã do último sábado (12) foi encontrado na manhã desta segunda-feira (14) em um terreno baldio ao lado do pronto-socorro, no bairro Paraná, em Palmital (SP). O corpo estava ao lado de um caçamba.

Segundo a Polícia Militar, um funcionário da empresa de caçambas encontrou o corpo de Adão Rodrigues da Mota e entrou em contato com a corporação. Ainda de acordo com a PM, não havia sinais aparentes de violência.

O local foi isolado e passou por perícia da Polícia Civil. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Assis, para a realização de exame necroscópico que determinará as causas da morte.

O enterro do corpo de Adão Rodrigues da Mota foi realizado nesta segunda-feira no Cemitério Municipal de Palmital. Não houve velório. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Corpo de idoso desaparecido há três dias é achado ao lado de caçamba em Palmital — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Corpo de idoso desaparecido há três dias é achado ao lado de caçamba em Palmital — Foto: Polícia Militar/Divulgação

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