Fique conectado

Polícia

Caminhão cai em ribanceira em Lutécia

De acordo com o Corpo de Bombeiros motorista teria perdido o controle da direção e caiu na ribanceira; ele e passageiro tiveram ferimentos leves.

Publicado em

1.392

Caminhão cai em ribanceira em Lutécia (SP) — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um caminhão caiu em um riacho em Lutécia (SP), na tarde deste sábado (29).

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Paraguaçu Paulista, que atendeu a ocorrência, o veículo não tinha nenhuma carga e seguia pela estrada vicinal que liga Tabajara a Lutécia.

O motorista teria perdido o controle da direção e caiu na ribanceira. Com o impacto do acidente, ele e o passageiro tiveram ferimentos leves.

Polícia

Motorista perde controle do carro e invade loja de conveniência em Assis; vídeo

Segundo a Polícia Militar, mulher de 46 anos apresentava sinais de embriaguez, mas ela se recusou a fazer o teste do bafômetro. Motorista foi ouvida na delegacia e liberada.

Publicado em

Do G1
Veículo invadiu a loja de conveniência após motorista perder o controle em Assis — Foto: Arquivo pessoal
Veículo invadiu a loja de conveniência após motorista perder o controle em Assis — Foto: Arquivo pessoal

Um carro invadiu uma loja de conveniência em um posto de combustíveis na noite de quarta-feira (20), em Assis (SP).

Segundo a Polícia Militar, a motorista de 46 anos estava tentando estacionar o carro no posto de combustíveis, que fica na Avenida Dom Antônio, quando perdeu o controle do veículo e acabou invadindo a loja de conveniência (veja no vídeo abaixo).

Apesar do susto e dos danos materiais, nenhum funcionário ou cliente da loja ficou ferido. Ainda segundo a polícia, a mulher apresentava sinais de embriaguez.

A motorista contou à PM que tinha bebido uma lata de cerveja, mas se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Ela foi encaminhada para a Central de Polícia Judiciária de Assis, onde foi ouvida e liberada após a elaboração do boletim de ocorrência.

Continue lendo

Polícia

Professor da Unesp é esfaqueado e diz ter sido vítima de racismo no Dia da Consciência Negra: ‘Fui chamado de macaco’

Segundo a PM, confusão entre o docente do curso de jornalismo no campus de Bauru (SP) e um homem aconteceu em um supermercado. Vítima sofreu dois cortes e caso será investigado.

Publicado em

Do G1
Em frente ao Plantão da Polícia Civil, o professor da Unesp mostra a camisa ensanguentada pelos golpes que recebeu — Foto: TV TEM/Reprodução

Em frente ao Plantão da Polícia Civil, o professor da Unesp mostra a camisa ensanguentada pelos golpes que recebeu — Foto: TV TEM/Reprodução

Um professor do curso de jornalismo da Unesp no campus de Bauru (SP) relatou nas redes sociais que foi atacado a golpes de canivete na tarde desta quarta-feira (20) durante uma confusão nas proximidades um supermercado da cidade. Juarez Xavier ainda revelou sua revolta pelo fato de, no Dia da Consciência Negra, ter sido chamado de “macaco” por seu agressor.

Segundo a Polícia Militar, o desentendimento aconteceu entre o professor e um homem que, segundo a PM, estaria “aparentemente embriagado”.

Na discussão, ainda de acordo com a PM, o homem teria feito ofensas de cunho raciais ao professor, que é negro, e os dois entraram em luta corporal.

Durante a briga, o homem sacou de um canivete e desferiu dois golpes contra o professor, que foi atingido no ombro e no braço. Sua camisa acabou ensanguentada.

De acordo com o relato da PM, o professor sofreu ferimentos superficiais. Já o suspeito das agressões, que inicialmente foi contido por pessoas que viram a confusão, acabou preso por policiais militares que estavam na região. Ele foi encaminhado para o plantão da Polícia Civil, onde a ocorrência está sendo registrada.

O professor foi encaminhado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da Núcleo Geisel, onde recebeu pontos nos dois cortes que sofreu. Depois, ele seguiu para a delegacia para fazer a denúncia das agressões.

Professor Juarez Xavier é coordenador do Núcleo Negro Unesp para a Pesquisa e Extensão — Foto: TV TEM/Reprodução

Professor Juarez Xavier é coordenador do Núcleo Negro Unesp para a Pesquisa e Extensão — Foto: TV TEM/Reprodução

Vítima de racismo
O professor Juarez Xavier é militante do movimento negro. Com mestrado e doutorado pela USP, ele é professor da Unesp Bauru e coordenador do Núcleo Negro Unesp para a Pesquisa e Extensão (Nupe).

Ao G1, ele relatou sobre preconceito que sofreu quando era aluno e também quando teve sua primeira experiência de ser vítima de racismo como professor, em 2015. A frase “Juarez macaco” foi achada em um dos banheiros da Unesp Bauru.

Na época, segundo o professor, o que mais marcou foi o fato de que as pichações foram achadas no banheiro contra ele e também contra mulheres negras.

“Foi a covardia do ato que me marcou. Pichação no banheiro da universidade, com ofensas extensivas às ou aos estudantes e ao pessoal da limpeza. A forma vil e agressiva contra mulheres simples, trabalhadoras braçais”, afirmou na época.

Após as pichações, uma comissão de professores na Unesp foi formada para investigar as frases encontradas no banheiro. Os professores ouviram algumas pessoas durante quatro meses, mas não identificaram os autores.

Mensagens racistas foram escritas em um banheiro da Unesp em Bauru — Foto: Juarez Tadeu de Paula Xavier / Arquivo pessoal

Mensagens racistas foram escritas em um banheiro da Unesp em Bauru — Foto: Juarez Tadeu de Paula Xavier / Arquivo pessoal

Continue lendo

Falecimento

Adolescente morre após passar mal dentro da sala de aula em escola de Ourinhos

Jovem foi socorrido para a UPA, mas não resistiu; família diz que menino não tinha problemas de saúde.

Publicado em

Do G1
Adolescente morre após passar mal dentro da sala de aula em escola de Ourinhos — Foto: Facebook/Reprodução
Adolescente morre após passar mal dentro da sala de aula em escola de Ourinhos — Foto: Facebook/Reprodução

Um adolescente de 15 anos morreu depois de passar mal dentro da sala de aula, na manhã de terça-feira (19), em uma escola estadual de Ourinhos (SP).

De acordo com a dirigente regional de ensino, Silvia Cantarini, o aluno estava tendo aula de matemática na Escola Domingos Camerlingo Caló e resolvia exercícios em dupla com um colega, quando passou mal.

“O aluno que estava ao lado dele sentiu que ele se recostou sobre ele. O aluno tentou tirá-lo e ele caiu no chão. A professora já foi socorrê-lo porque viu que ele estava passando mal e chamou socorro”, relata Silvia.

Aluno estava tendo aula na Escola Domingos Camerlingo Caló quando passou mal — Foto: Reprodução/TV TEM

Aluno estava tendo aula na Escola Domingos Camerlingo Caló quando passou mal — Foto: Reprodução/TV TEM

Com isso, a vice-diretora e o agente de organização da escola, que é formado em fisioterapia, foram até a sala de aula e, juntamente com uma fisioterapeuta que estava na instituição para uma palestra sobre a dengue, realizaram os primeiros socorros.

“O Samu foi acionado e foi direcionando os primeiros socorros. Foi perguntando se ele estava com a boca roxa, se ele estava salivando, e o fisioterapeuta já percebeu que ele não estava respirando. Ele foi fazendo uma massagem cardíaca e, ao mesmo tempo, a moça foi fazendo respiração boca a boca”, explica a dirigente de ensino.

Segundo ela, os funcionários fizeram tudo o que estava ao alcance deles para tentar reanimar o adolescente. A família também foi avisada e acompanhou o jovem até a Unidade de Pronto Atendimento da cidade, onde ele recebeu injeções de adrenalina. No entanto, Willian André Basílio Fortunato da Palma não resistiu e morreu.

Adolescente foi velado por amigos e familiares na manhã desta quarta-feira (20) no Velório Municipal de Ourinhos — Foto: Reprodução/TV TEM

Adolescente foi velado por amigos e familiares na manhã desta quarta-feira (20) no Velório Municipal de Ourinhos — Foto: Reprodução/TV TEM

Ele foi enterrado na manhã desta quarta-feira (20) no Cemitério Municipal de Ourinhos. A família diz que desconhece o fato do menino ter qualquer tipo de problema de saúde. Agora, a polícia aguarda o resultado dos exames para saber a causa da morte do adolescente.

“Foi uma fatalidade, uma morte súbita. Ele era um bom menino, alegre, convivia muito bem com todos, não tinha nenhum problema de convivência, gostava de jogar ping pong… Ele estudava lá desde o 6º ano”, lamenta Silvia.

Continue lendo
WhatsAssp AssisNews
Publicidade

FaceNews

Mais lidas