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Polícia Civil prende suspeito de matar professor em Rancharia

Indivíduo cumprirá, inicialmente, prisão temporária de 30 dias e investigações continuam. Corpo da vítima foi encontrado carbonizado em um canavial no dia 29 de maio.

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Corpo encontrado carbonizado em Rancharia é de professor que dava aulas em Quatá

A Polícia Civil prendeu, na noite desta segunda-feira (10), o suspeito de matar um professor, em Rancharia. O crime foi registrado no dia 29 de maio, quando o corpo da vítima foi encontrado carbonizado em um canavial.

Segundo o delegado Arlindo Ribeiro Sales, o auxiliar de serviços gerais que foi preso é de Araçoiaba da Serra (SP), mas estava morando de favor em uma casa em Rancharia.

O suspeito foi encontrado depois de usar o celular da vítima. Com isso, os policiais conseguiram identificar a localização dele. Algumas testemunhas também teriam visto uma conversa entre o indivíduo e o professor que foi morto.

De acordo com o delegado, o suspeito, que já tem passagens por furto, deverá cumprir, inicialmente, a prisão temporária de 30 dias. Ele foi removido à Cadeia de Presidente Venceslau.

O delegado responsável pelas investigações ainda colocou que existem duas hipóteses: a de crime passional e de latrocínio, que é o roubo que teve como consequência a morte.

As investigações continuam.Corpo encontrado carbonizado em Rancharia é de professor que dava aulas em Quatá

Polícia

Policiais militares salvam vida de homem que tentava suicídio

Caso foi registrado na madrugada deste sábado (16).

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Do Marília Notícia

Policiais militares impediram que um rapaz cometesse suicídio na madrugada deste sábado (16) na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), próximo ao Batalhão da PM.

Os cabos da Polícia Militar Renato Taroco e Robson Thiago de Souza chegaram no momento em que a vítima tentava se jogar de uma passarela quase em frente da rodoviária.

O fato ocorreu por volta de 0h15. Taroco e Thiago ficaram conhecidos nacionalmente, em abril deste ano, após salvarem um bebê recém-nascido que estava engasgado.

Em suas redes sociais o cabo Taroco relatou a ocorrência e publicou um vídeo mostrando o que houve. “Aconteceu hoje 16/11/19 às 00:15h. Obrigado ao meu parceiro Cabo Thiago Souza pelo profissionalismo e ao 1° Ten Paes pelo apoio rápido. Deus salve a Polícia Militar do Estado de São Paulo e seus guerreiros”.

Taroco precisou passar por atendimento no hospital durante a manhã de hoje após o ato heroico.

“Corri muito rápido e fiz muita força para puxar a vítima, como todos sabem tenho sequelas na perna, braço e coluna (devido a outra ocorrência policial de 2015). Fui parar no hospital e, graças a Deus só foi um estiramento na panturrilha machucada e uma lesão de esforço exagerado em minha coluna. Estou com dor, porém muito feliz, mais uma vida salva graças a Polícia Militar do Estado de São Paulo”, disse o policial.

Veja o vídeo do salvamento:

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Polícia

Torre de energia tomba e mata funcionário na área rural de Marília

Dois homens trabalhavam na estrutura metálica quando ela caiu e atingiu os funcionários.

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Do G1

Um funcionário morreu e outro ficou gravemente ferido depois que uma torre de energia tombou, na manhã deste sábado (16), na área rural de Marília (SP).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 9h próximo a uma fazenda experimental de uma faculdade de Marília. Os dois funcionários trabalhavam na torre de energia quando ela tombou e os atingiu.

Com o impacto, uma das vítimas morreu no local. O outro funcionário foi levado para o Hospital das Clínicas de Marília.

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Polícia

Polícia fecha fábrica clandestina que trocava rótulo de cerveja barata

Doze pessoas foram encontradas atuando em ambiente insalubre em regime análogo ao trabalho escravo; um homem foi preso.

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Do JCNet
Bebidas falsificadas em depósito foram alvo de operação da Polícia Civil de Bauru: uma prisão (Foto: Vinicius Bomfim)
Bebidas falsificadas em depósito foram alvo de operação da Polícia Civil de Bauru: uma prisão (Foto: Vinicius Bomfim)

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), realizou uma operação, na manhã desta quinta-feira (14), que terminou com um depósito de bebidas alcoólicas falsificadas fechado, na região do Jardim Nicéia, em Bauru. A polícia estima que a produção clandestina chegava a 1 mil caixas por semana e a um faturamento aproximado de R$ 200 mil por mês. Um homem de 30 anos foi preso acusado de gerenciar a atividade ilegal no local, ele já era procurado por outros crimes na Capital.

No galpão, localizado na quadra 2 da rua Sérgio Arcângelo, outras doze pessoas foram encontradas pela polícia atuando em ambiente insalubre e em regime análogo ao trabalho escravo. Eles atuavam em linha de produção informal onde trocavam o rótulo e a tampa de cerveja de garrafa de qualidade inferior (Acerta) por de marcas conhecidas (Skol, Antártica e Brahma). O caso foi descoberto após denúncia e as investigações duraram até 3 meses.

TRABALHO ESCRAVO

As doze pessoas foram arroladas como vítimas no inquérito, após a polícia desnudar como o esquema funcionava. Oriundos do Tocantins e Goiás, os homens tinham idades entre 20 e 30 anos e, após serem atraídos para a cidade com promessas de emprego pela internet, eram mantidos sob ameaças e violências física e psicológica no galpão. O local funcionava há cinco meses, aproximadamente. V.T. (apenas as iniciais fornecidas pela polícia) acompanhava os trabalhadores 24 horas por dia e inspecionava a produção, que acontecia de forma ininterrupta das 5h às 23h de segunda a segunda.

“Ele mantinha um porrete e não deixava ninguém sair do galpão, também controlava a comida. Os trabalhadores eram obrigados a comprarem dele itens básicos de higiene e outros tipos de produtos a valores exorbitantes. Um guaraná, por exemplo, era R$ 50,00. E eles ganhavam 6 reais por engradado de cerveja produzido, ou seja, sempre ficavam devendo”, explica o delegado titular da DIG Cledson Nascimento.

O homem detido deve responder por adulteração de alimentos, crime que prevê de 4 a 8 anos de reclusão, e por redução a condição análoga à de escravo, que prevê até 8 anos de reclusão.

“O inquérito deve apurar ainda outras pessoas e empresas que se beneficiavam do esquema. E identificar quem são os compradores que receptavam os produtos falsificados”, ressalta o delegado Giuliano Travain, delegado assistente da DIG.

A Polícia Civil, inclusive acionará o Ministério do Trabalho e Emprego para fins de aplicação de multas, assim que o esquema desnudar as demais participações, inclusive de gráficas que produziam os rótulos clandestinos.

As bebidas falsificadas foram apreendidas e serão destruídas pela polícia.

A reportagem acionou a Ambev, mas a empresa, que também é vítima do ocorrido, preferiu não se manifestar.

As doze vítimas foram encaminhadas para um albergue e serão assistidas pela Secretaria Municipal de Bem-Estar Social (Sebes), que providenciará as passagens de volta.

‘Passei sede, fome e muito calor’

Homem relata situações que passou em galpão (Foto: Malavolta Jr.)

Homem relata situações que passou em galpão (Foto: Malavolta Jr.)

Sem ver o sol desde que chegou a Bauru, há aproximadamente 15 dias, Roberto (o nome é fictício, porque a vítima pediu para não ser identificada) diz que se sentiu aliviado ao ver a polícia ontem. Ele conta ter largado seu emprego de técnico de informática, a esposa e a filha de 14 anos em Goiás para tentar oportunidade melhor. A promessa de ganhar mais de R$ 2 mil mensais e moradia, contudo, não detalhava a ilegalidade do serviço. Por aqui, Roberto viveu os piores dias de sua vida. “Passei fome, sede (dois dias sem água) e muito calor. Percebi que algo estava errado logo quando cheguei, mas, por medo, fiquei quieto. Vi gente apanhando. Tinha hora que as costas travavam de tanto trabalho e ele (gerente) até nos dava dipirona, mas cobrava caro por isso”, relata, demonstrando alívio em poder voltar para casa.

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