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‘Não tenho raiva’, diz mãe de criança que morreu ao se engasgar com jabuticaba em escola

Criança se engasgou com a fruta durante atividade escolar em Sorocaba (SP). Mãe contou que a professora responsável visitou a menina duas vezes na UTI e esteve no velório.

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Criança se engasgou com a fruta durante atividade escolar em Sorocaba — Foto: Arquivo pessoal
Criança se engasgou com a fruta durante atividade escolar em Sorocaba — Foto: Arquivo pessoal

Quase um mês após a morte da criança de 1 ano e 5 meses que se engasgou com um caroço de jabuticaba durante uma atividade escolar na CEI-98 “Olinda Luz Marte”, em Sorocaba (SP), a mãe da menina conta que ainda não retomou a rotina, mas não culpa os funcionários da escola pelo ocorrido.

Ao G1, a cabeleireira Luana Granh diz que a família ficou muito abalada com a tragédia e que está se recuperando aos poucos. “Meu marido voltou a trabalhar, mas eu não. Não sentimos raiva da equipe, nem da professora. Vimos o quanto ela ama a sua profissão”, explica.

Luana lembra que, no dia do ocorrido, recebeu uma ligação e foi direto à escola. “Pude perceber toda a correria e mobilização de todos no momento em que cheguei. Vi que estavam preocupados em salvá-la.”

Segundo a mãe, a professora teria levado a fruta apenas para apresentar às crianças e não para que elas comessem. “Quando ela percebeu, minha filha já estava engasgada”, explica.

A menina estava matriculada na escola desde os 8 meses de idade e, de acordo com Luana, a relação da família com os funcionários sempre foi boa. Por isso, ela conversou com a professora responsável pela atividade logo após o ocorrido.

“Tenho certeza que a minha filha sempre foi muito bem cuidada. Ela adorava toda a equipe. Conversei com a professora após o ocorrido e ela está muito mal, afastada e passando por tratamento.”
Durante a internação da criança na UTI, Luana permitiu que a professora a visitasse duas vezes. “Ela visitou minha filha e ainda foi ao velório. Está muito abalada, não nos vimos pessoalmente após o enterro, apenas conversamos por telefone”, explica.

Mãe de outra criança, de 8 anos, a cabeleireira comenta que o filho ainda fala muito sobre a irmã mais nova.

“Eles estavam em uma fase em que brincavam muito e ele ainda fala muito dela. Voltamos a passá-lo na psicóloga para ajudar a entender tudo isso. Organizamos a casa, tiramos tudo que era da minha filha e enviamos para doação. Agora é seguir em frente.”

Internação

No dia 6 de novembro, a criança chegou com parada cardiorrespiratória ao Hospital Gpaci e precisou ser internada na UTI, onde permaneceu durante 11 dias até morrer, em 17 de novembro. Todos os órgãos da menina foram doados e ela foi enterrada no Cemitério da Consolação, em Sorocaba.

Após o ocorrido, a prefeitura abriu uma investigação interna para apurar os detalhes da atividade pedagógica realizada no berçário.

Em nota, a administração municipal confirmou o caso e afirmou que estava prestando todo o apoio necessário à família.

“O fato aconteceu na tarde do último dia 6, durante uma atividade pedagógica sobre o tema ‘consciência negra’, quando a turma do berçário teve contato com jabuticabas, visando experienciar a textura e o sabor da fruta, que aparece na história apresentada aos estudantes no projeto. Durante a atividade, a estudante, ao experimentar a jabuticaba, sofreu um engasgo com a fruta”, informou.

A prefeitura disse também que, desde o ocorrido, acompanhou e tomou todas as providências necessárias sobre o caso.

“Imediatamente a unidade escolar acionou o Samu e a família. Umas das profissionais, que possui o curso técnico de enfermagem, assumiu o controle da situação até a chegada do resgate, o que aconteceu cerca de 20 minutos após. Assim que assumiu o controle da situação, o Samu encaminhou a criança até o Hospital Gpaci para internação na UTI, onde recebeu todo o atendimento necessário.”

Luana comenta que a prefeitura não arcou com os custos do funeral da criança, que foi feito através de um plano social.

Em nota, a Secretaria da Educação (Sedu) esclarece que o velório realizado teve caráter assistencial, ou seja, sem custo, e que uma entrevista está agendada nesta terça-feira (26) com a assistência social da prefeitura para definir detalhes do custeio. A Sedu ainda enfatiza que a família não arcará com as taxas funerárias.

*Colaborou sob supervisão de Ana Paula Yabiku.

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Funcionário do IML é demitido após fazer sexo com cadáver

Auxiliar de necropsia em Manaus estaria bêbado ao ser encontrado descendo de uma das mesas de exame, onde estava um corpo feminino.

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O Departamento de Polícia Técnico-Científica do Amazonas (DPTC) informou que pediu abertura de um inquérito policial para investigar denúncias de prática de necrofilia por um auxiliar de necropsia do Instituto Médico Legal (IML) de Manaus.

A informação foi dada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), em nota. O caso está sendo investigado pelo 27° Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Segundo informações da SSP, o auxiliar de necropsia foi demitido juntamente com um colega do setor administrativo por faltas funcionais graves praticadas durante o plantão do dia 23 de novembro, em que ambos deixaram o expediente para assistir ao jogo final da Copa Libertadores da América e retornaram embriagados, segundo relatos de outros profissionais do plantão.

O auxiliar foi encontrado arrumando as calças enquanto descia subitamente de uma mesa de necropsia onde havia um cadáver do sexo feminino.

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Cidade do interior de SP tem bilhetes com acusação de adultério espalhados nas ruas

Moradores foram surpreendidos com centenas de panfletos denunciando uma suposta traição.

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No interior de São Paulo, os moradores do município de Registro foram surpreendidos com centenas de bilhetes anônimos deixados na porta de uma loja no centro e em vários outros bairros na manhã desta segunda-feira (09/12/2019). Nos panfletos, o autor desconhecido denuncia um caso de traição envolvendo a proprietária do estabelecimento e um professor de artes marciais.

Conforme apurado pelo G1, os bilhetes apareceram, em um primeiro momento, em frente a uma loja localizada na av. Professor Jonas Banks Leite, no centro de Registro. Não demorou para que os bilhetes fossem jogados em outras partes da cidade. Imagens dos panfletos acabaram sendo compartilhadas em redes sociais por dezenas de moradores.

No texto dos bilhetes, o autor denuncia a traição da comerciante, que é aluna de Muay Thai de uma academia em Registro. Confira o recado na íntegra:

“A proprietária **** ******** (atual mulher do ******* ******) está traindo seu marido com seu “namorado” e seu treinador de Muay Thai, o Sr. ******. A próxima edição vem com fotos.”

Voluntários
Em contato com a Polícia Civil de Registro, nenhum caso de difamação foi notificado às autoridades até o início da tarde desta segunda. A Polícia Militar também não foi acionada para atender à ocorrência. Durante o dia, voluntários se reuniram para recolher os papéis abandonados.

Em nota, a academia onde o treinador trabalha informou que repudia veementemente tal atitude e que prestará total apoio ao colaborador e ao casal de amigos e clientes envolvidos no caso. “É uma inverdade imoral e criminosa. Temos certeza de que em breve tudo será esclarecido pelas autoridades competentes”, diz a nota.

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Trigêmeos se afogam, homem tenta ajudar e todos morrem em MS

Caso aconteceu no Rio Paraná. Adolescente de 14 anos que estava no local com o grupo conseguiu escapar da correnteza.

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Uma tragédia abalou a cidade de Novo Mundo, em Mato Grosso do Sul, no último sábado (30/11/2019). Enquanto passeavam por uma das prainhas do Rio Paraná, quatro pessoas morreram afogadas – trigêmeos, de 13 anos, e um homem que estava com eles, de 47, amigo da família dos jovens. A informação é do portal G1.

Até agora, apenas os corpos de dois (Giovane e Bruna) dos trigêmeos que morreram afogados foram sepultados. A terceira adolescente (Bianca) ainda não foi encontrada pelos bombeiros.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, os trigêmeos, o homem de 47 anos, e o filho dele, um garoto de 14 anos, estavam no rio quando uma das jovens se afastou do grupo. A menina afundou e, na tentativa de resgatá-la, os outros dois irmãos foram puxados pela correnteza e acabaram se afogando.

O pai, identificado como Marcos Roberto dos Santos, e o filho que estavam próximos tentaram ajudar os trigêmeos, mas também foram puxados pelo rio e afundaram. O garoto de 14 anos foi resgatado por pessoas que passeavam em uma embarcação, mas o homem morreu afogado.

O corpo de Marcos Roberto de Campos, de 47 anos, morador de Guaíra, foi sepultado no cemitério municipal de Guaíra, às 9h desta segunda-feira.

Os trigêmeos, duas meninas e um menino, moravam em Alto Piquiri, no Paraná. Os dois corpos localizados pelos bombeiros foram velados. Em homenagem às vítimas, o colégio estadual Manoel Bandeira, onde os irmãos estudavam, suspendeu as aulas e o prefeito decretou luto oficial de três dias

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