Menino de 2 anos é arrastado após atropelamento e sofre apenas ‘ralado’ no rosto; vídeo

Câmeras de segurança registraram acidente em bairro da zona norte de Marília (SP); após passar por exames de ressonância e tomografia, garoto teve alta no dia seguinte e passa bem.

Menino de 2 anos é arrastrado após atropelamento e sofre apenas 'ralado' no rosto em Marília — Foto: Reprodução/Câmera de segurança

Menino de 2 anos é arrastrado após atropelamento e sofre apenas 'ralado' no rosto em Marília — Foto: Reprodução/Câmera de segurança

Um menino de 2 anos sofreu apenas ferimentos leves após ser atropelado no fim da tarde do último sábado (16) em um bairro do distrito de Padre Nóbrega, em Marília (SP).

Segundo a mãe da criança, Daiane de Abreu Andrade, de 29 anos, apesar do susto, o filho ficou apenas uma noite no hospital, já foi para casa e passa bem. “Apenas com um grande ralado no rosto”.

Imagens de câmeras de segurança de comércio da região mostram o momento em que a criança sai correndo de trás de um veículo, é atingida com violência por um carro que passava, e é arremessada e vai arrastando pelo asfalto por cerca de 10 metros, segundo testemunhas (veja no vídeo abaixo).

De acordo com testemunhas que ajudaram no socorro, o motorista do carro parou para prestar assistência. Uma vizinha do garoto, que pediu para não ser identificada, conta que o Samu chegou a ser acionado, mas como o menino estava desacordado ela mesma o levou para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da zona norte.

Ainda no sábado, o menino foi transferido para o Hospital Materno-Infantil, no complexo do HC, onde passou por exames de ressonância e tomografia, que não constataram fraturas.

Segundo Daiane, mesmo diante do diagnóstico positivo, o hospital decidiu deixar o garoto em observação durante a noite. O menino teve alta médica às 12h do domingo.

“Apesar da batida forte, foi apenas um grande susto. Meu filho ficou só com um enorme ralado no rosto, mas no sábado à noite já dizia que ‘carro bateu, carro bateu’, e que queria ir pra casa. Mas graças a Deus, ele está muito bem, foi só o ralado”, disse Daiane.
A mulher explica que decidiu não registrar a ocorrência por entender que, como o motorista parou para prestar assistência, isso não seria necessário.

‘Faltam lombadas’

A comerciante, que possui uma mercearia na Rua Nair de Jesus, onde aconteceu o atropelamento, reclamou do grande fluxo de veículos em alta velocidade naquela região, muito frequentada por crianças. Ela pede que a prefeitura avalie a instalação de lombadas.

“Por aqui passam muitos carros e linhas de ônibus, quase sempre em alta velocidade, e não temos lombadas. Tem escola aqui perto e, com a volta às aulas, a quantidade de crianças vai aumentar e os riscos também. Queria que a prefeitura olhasse pra esse problema”, diz a comerciante.

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