Sargento Valmir e Adriano Romagnoli querem o CETREN de volta

Foi elaborado um Requerimento ao Executio solicitando informações sobre a possível reativação do CETREM

O vereador Valmir Dionizio e o Vereador Adriano Romagnoli Pires elaboraram um Requerimento ao Prefeito Municipal Ricardo Pinheiro solicitando informações sobre a possível reativação do CETREM ou um programa similar CRAS POP.

Sargento Valmir e Adriano Romagnoli (Foto: Assessoria)

Os vereadores estão preocupados com a situação das pessoas que vivem em “situação de rua”, pois com o encerramento das atividades do CETREM – Centro de Triagem e Encaminhamento do Migrante – no ano de 2009, a cidade experimenta um aumento na quantidade desses moradores.

O serviço municipal era correspondente, em nomenclatura atualizada, aos antigos albergues municipais, destinados a acolher, temporariamente, andarilhos, indigentes, e pessoas desprovidas de recursos, de passagem pela cidade, ou que aqui aportaram, sem eira, nem beira, em busca de algum trabalho.

Muitas dessas pessoas são encaminhadas por outras cidades, que preferem o recurso fácil e desleal de empurrar o problema para outra comunidade, e o serviço do CETREM propiciava a uma população itinerante, totalmente desprovida de recursos, atendimento a necessidades básicas de Alimentação, saúde, higiene, pernoite e passe, para locomoção à cidade de origem, quando fosse o caso. Sendo que, nos finais de semana, acolhia até mesmo mulheres de presidiários que, sem recursos para pagar um hotel, vinham a Assis visitar seus maridos na penitenciária.

Considerando tratar-se de serviço indispensável e de grande relevância social, propiciando um mínimo de dignidade a essas pessoas, que em sua maioria são indigentes ou pessoas, às vezes famílias, completamente sem recursos, que, não fosse o atendimento do CETREM, ficariam perambulando pelas ruas da cidade, pedindo ajuda à população ou até mesmo se metendo em encrencas que podem acabar exigindo intervenção policial.

Os vereadores Valmir e Romagnoli tem certeza que conferir-lhes um tratamento que lhes mantenha a dignidade e a humanidade, é o mínimo que uma cidade civilizada e hospitaleira pode fazer por essas pessoas. Sabemos da grande importância do atendimento ao migrante, itinerante e morador de rua de ambos os sexos, maiores de 18 anos, em situação de vulnerabilidade ou exclusão social, oferecendo-lhes acolhimento temporário e oportunidades para seu fortalecimento familiar, pessoal e social, com vista à sua inclusão, autonomia e independência, através da participação em atividades sócia educativa e oficinas operacionais.

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