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Polí­tica

Vereadores do PSC são contra aumento do IPTU pelo executivo em Assis

Para os Vereadores é inadmissível e absurda essa taxativa do Poder Executivo de querer jogar a falta de investimentos na cidade

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Vereadores, Paulo Mattioli, Bentinho, Pastor Souza, e Valmir Dionízio (Foto: Reprodução)

Os vereadores do Partido Social Cristão – PSC, através dos edis Paulo Mattioli Junior, Edson de Souza, Valmir Dionízio e Bento de Oliveira, manifestaram-se totalmente contrários as declarações prestadas pelo secretário municipal da fazenda, Sr. Alexander Ribeiro Serôdio, na edição do último dia 02 de março, do Jornal VT, pág. 08, com relação a se aumentar o IPTU aos cidadãos assisenses.

Com o título de “Receita Defasada”, o secretário diz textualmente “que o prefeito Ricardo Pinheiro pretende adotar providências para que no decorrer de sua gestão seja feito esse reajuste. O IPTU representa uma receita de R$ 18 milhões de reais anuais para o município, contra um orçamento de R$ 200 milhões. Isto é, não representa nem 10% da receita bruta. Talvez isso explique a baixa capacidade de investimento…”, disse o Secretário.

Para os vereadores, ao invés de se cortar gastos desnecessários como a contratação de cargos comissionados e de se proporcionar uma gestão pública de austeridade sobre o uso correto do dinheiro público, a atual administração, já pensa em onerar a população através de aumento de impostos ao longo do mandato.

Para os Vereadores do PSC “É inadmissível e absurda essa taxativa do Poder Executivo de querer jogar a falta de investimentos na cidade em razão do valor arrecadado de IPTU anualmente. Se um projeto como esse for enviado dentro do atual mandato para a Câmara Municipal de Assis, não restará outra alternativa senão a de lutar junto aos demais pares da Câmara Municipal para que o mesmo não seja aprovado.

“Somos da opinião que esse tipo de assunto (IPTU) sobre planta genérica da cidade tem que ser amplamente discutido com a população, com a realização de audiência pública, para que não seja enviado projetos de afogadilho em sessão extraordinária, no final de ano, durante o recesso parlamentar, sem os competentes esclarecimentos e debates… pois, na maioria das vezes, quem acaba pagando é a classe trabalhadora”, finalizam os Edis.

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Brasil

Dois filhos de Flordelis e de pastor são suspeitos de matar o pai para defender mãe após traição

Os dois já prestaram depoimento e estão detidos por outros crimes. Anderson foi assassinado com pelo menos 15 tiros na madrugada de domingo (16), em Niterói.

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Do G1

A investigação do assassinato do pastor Anderson do Carmo de Souza, marido da deputada federal Flordelis (PSD), aponta que dois filhos do casal são suspeitos de matar o pai. Uma das linhas de investigação é que eles teriam cometido o crime para defender a mãe, após descobrirem uma relação extraconjugal de Anderson.

Durante o enterro, nesta segunda-feira (17), a polícia agiu discretamente e prendeu Flávio dos Santos, filho biológico apenas de Flordelis – a deputada e Anderson do Carmo registraram 55 filhos, a maioria, adotado. Flávio tinha um mandado de prisão por violência doméstica.

Outro filho do casal também foi preso. Lucas, de 18 anos, que é adotado, foi encontrado na casa onde o pastor foi morto. Quando era menor, ele se envolveu com tráfico de drogas. Lucas e Flávio prestaram depoimento durante esta tarde na Delegacia de Homicídios de Niterói sobre a morte do pai.

Flávio vai passar a noite da Delegacia de Homicídios, e Lucas foi transferido para unidade do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), já que quando ele cometeu o crime por tráfico de drogas era menor de idade.

A deputada Flordelis rechaça a hipótese de que um de seus filhos seja o autor do crime: “Isso é ridículo, acusar alguém sem provas”. Ela acredita que o crime foi uma tentativa de assalto. “É nisso que eu acredito, que foi um assalto, e que ele morreu defendendo a família”, disse Flordelis durante o enterro.

A polícia informou que os criminosos fugiram do local sem levar nada. Investigadores revelaram também que os bandidos usaram toucas ninja e que doparam o cachorro da família antes do crime.

30 marcas de tiros no corpo

Anderson foi assassinado com pelo menos 15 tiros na madrugada de domingo (16), na garagem de sua residência, em Pendotiba, Niterói. O laudo do Instituto Médico Legal aponta que o corpo de Anderson tinha 30 perfurações, a maioria na região da virilha: nove.

Oito disparos foram feitos na região do peito e um tiro foi na cabeça, feito à curta distância. Segundo a polícia, essa informação aumenta a possibilidade de que o criminoso tenha atirado com a intenção apenas de matar o pastor.

Laudo mostra que corpo de pastor Anderson tem 30 marcas de tiros — Foto: Reprodução

Laudo mostra que corpo de pastor Anderson tem 30 marcas de tiros — Foto: Reprodução

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Polí­tica

Ex-prefeito de Assis e atual subsecretário de Estado é condenado na Justiça

Ricardo Pinheiro Santana, que governou de 2012 a 2016, trabalha hoje na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional.

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Ricardo Pinheiro Santana, que governou de 2012 a 2016, trabalha hoje na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional Foto: Divulgação

O ex-prefeito municipal de Assis, Ricardo Pinheiro Santana, sofreu condenação em segunda instância, após ação movida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo.

O julgamento aconteceu na segunda-feira passada, dia 27 de maio, no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), tendo as participações dos desembargadores Magalhães Coelho, Eduardo Gouvêa e Luiz Sérgio Fernandes de Souza.

A decisão judicial limitou os direitos políticos de Pinheiro, que desde janeiro atua como subsecretário de Relacionamento com os Municípios, na pasta de Desenvolvimento Regional, conhecida como Secretaria do Interior.

A ação movida pelo MPE envolve cargos comissionados considerados inadequados durante a gestão de Pinheiro, que governou Assis no período de 2012 a 2016. O ex-prefeito, que é nascido em Assis, tentou a reeleição, mas não conseguiu ser reconduzido ao cargo.

O TJ-SP impôs perda dos direitos políticos por um período de três anos e pagamento de multa equivalente a 50 vezes o valor recebido pelo cargo de prefeito. Na época, o salário do chefe do Poder Executivo de Assis equivalia R$ 16,6 mil.

Embora seja sentença em segunda instância, a decisão do TJ-SP cabe recurso. A defesa do ex-prefeito deverá recorrer.

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Polí­tica

Câmara aprova processo de cassação do prefeito de Tupã

Epidemia de dengue, supostas irregularidades na Casa Terapêutica e enchente que ocorreu em março são citados em relatório como omissão do poder público. José Ricardo Raymundo nega irregularidades e diz que vai recorrer; vice assume durante o processo.

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Do G1
Câmara aprova processo de cassação de Prefeito de Tupã — Foto: TV TEM/Reprodução

Câmara aprova processo de cassação de Prefeito de Tupã — Foto: TV TEM/Reprodução

A Câmara de Vereadores de Tupã (SP) aprovou durante a sessão da noite desta terça-feira (28) o processo de cassação do prefeito José Ricardo Raymundo (PV).

Após a leitura na íntegra do relatório da Comissão Processante, com mais de 300 páginas, o processo de cassação do prefeito foi aprovado por 11 votos a favor e quatro contra.

Com a aprovação do relatório, Raymundo é afastado do cargo. O vice-prefeito Caio Aoqui (PSD) foi empossado como chefe do Executivo na manhã desta quarta-feira (29).

O prefeito negou as irregularidades e afirmou aplicar todas as medidas necessárias. No início da tarde desta quarta-feira (29), Raymundo informou por telefone à reportagem da TV TEM que vai recorrer na Justiça da decisão dos vereadores.

A cassação

A ação contra Raymundo começou após protocolo feito em março por um morador da cidade, que apontava a epidemia de dengue, a maior na história do município, como resultado da omissão do poder público.

Câmara aprova processo de cassação de Prefeito de Tupã — Foto: TV TEM/Reprodução

Câmara aprova processo de cassação de Prefeito de Tupã — Foto: TV TEM/Reprodução

O documento também cita outros possíveis problemas em Tupã, como a quantidade de buracos no asfalto, supostas irregularidades na Casa Terapêutica e a enchente que ocorreu em março e causou diversos prejuízos na cidade, principalmente no Bairro Vila Marajoara.

Para a Comissão Processante, o prefeito não cumpriu com o princípio constitucional da eficiência e que durante o mandato teria deixado de tomar medidas importantes para evitar prejuízos aos cofres públicos. Segundo a comissão, isso configuraria a omissão por parte de José Ricardo.

Câmara aprova processo de cassação de Prefeito de Tupã — Foto: TV TEM/Reprodução

Câmara aprova processo de cassação de Prefeito de Tupã — Foto: TV TEM/Reprodução

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