Vereadores do PSC são contra aumento do IPTU pelo executivo em Assis

Para os Vereadores é inadmissível e absurda essa taxativa do Poder Executivo de querer jogar a falta de investimentos na cidade

Vereadores, Paulo Mattioli, Bentinho, Pastor Souza, e Valmir Dionízio (Foto: Reprodução)

Os vereadores do Partido Social Cristão – PSC, através dos edis Paulo Mattioli Junior, Edson de Souza, Valmir Dionízio e Bento de Oliveira, manifestaram-se totalmente contrários as declarações prestadas pelo secretário municipal da fazenda, Sr. Alexander Ribeiro Serôdio, na edição do último dia 02 de março, do Jornal VT, pág. 08, com relação a se aumentar o IPTU aos cidadãos assisenses.

Com o título de “Receita Defasada”, o secretário diz textualmente “que o prefeito Ricardo Pinheiro pretende adotar providências para que no decorrer de sua gestão seja feito esse reajuste. O IPTU representa uma receita de R$ 18 milhões de reais anuais para o município, contra um orçamento de R$ 200 milhões. Isto é, não representa nem 10% da receita bruta. Talvez isso explique a baixa capacidade de investimento…”, disse o Secretário.

Para os vereadores, ao invés de se cortar gastos desnecessários como a contratação de cargos comissionados e de se proporcionar uma gestão pública de austeridade sobre o uso correto do dinheiro público, a atual administração, já pensa em onerar a população através de aumento de impostos ao longo do mandato.

Para os Vereadores do PSC “É inadmissível e absurda essa taxativa do Poder Executivo de querer jogar a falta de investimentos na cidade em razão do valor arrecadado de IPTU anualmente. Se um projeto como esse for enviado dentro do atual mandato para a Câmara Municipal de Assis, não restará outra alternativa senão a de lutar junto aos demais pares da Câmara Municipal para que o mesmo não seja aprovado.

“Somos da opinião que esse tipo de assunto (IPTU) sobre planta genérica da cidade tem que ser amplamente discutido com a população, com a realização de audiência pública, para que não seja enviado projetos de afogadilho em sessão extraordinária, no final de ano, durante o recesso parlamentar, sem os competentes esclarecimentos e debates… pois, na maioria das vezes, quem acaba pagando é a classe trabalhadora”, finalizam os Edis.

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