Vereador Romagnoli questiona custo de contrato com a FGV

Adriano Romagnoli do PTB usou a tribuna para criticar o valor de R$ 480 mil do contrato com a Fundação Getúlio Vargas

Adriano Romagnoli do PTB usou a tribuna para criticar o alto custo do serviço

Após ver a publicação no Diário Oficial do Município (DOM) de 16 de agosto sobre a contratação direta, sem licitação, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para estudos de reestruturação administrativa e Plano de Carreira dos servidores municipais, o vereador Adriano Romagnoli do PTB usou a tribuna para criticar o alto custo do serviço: 480 mil reais.

Segundo o documento a instituição tem 150 dias para apresentar o estudo, que será pago à vista.

O vereador, também aparteado pelos colegas, alertou para o fato de a cidade contar com instituições altamente capacitadas para prestar o serviço desejado, como a Fema. “Todos conhecem o potencial que nossas instituições possuem; o que produziria conhecimentos em nossa própria casa”, argumentou Romagnoli

O vereador prosseguiu seu discurso questionando também se há anuência do Sindicato dos Funcionários Públicos de Assis, que acredita ser o melhor interlocutor para que essa discussão seja a mais participativa possível, afinal “trata-se do presente e do futuro dos servidores, os maiores interessados no assunto”, completou.

As dúvidas geradas nos vereadores com a informação foram formalizadas em Requerimento, pelo qual o Poder Executivo terá quinze dias para responder, justamente para esclarecer quais Instituições ou empresas foram contatadas para o serviço, bem como o número de consultores envolvidos e o custo por hora.

Romagnoli frisou que ele e os demais vereadores não são contra o Poder Executivo buscar meios para melhorar a vida dos funcionários, mas que isso deve nascer de uma ampla discussão com a categoria organizada, com métodos participativos e democráticos, num custo mais adequado aos parcos recursos próprios do município.

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