Vereador quer combate aos pombos que ficam em frente ao Hospital Regional

Vereador Valmir Dionízio preocupado com problemas com pompos que podem provocar doenças fatais.

Pombos no Hospital Regional podem provocar doenças fatais!

O Vereador Valmir Dionizio – PSC, encaminhou na última sessão um requerimento, solicitando ao prefeito municipal a possibilidade de resolver o problema da presença de pombos no Hospital Regional e na praça Dr Symphronio Alves dos santos defronte à Santa Casa.

Eles parecem inofensivos! Os pombos são os principais transmissores de uma doença grave: a criptococose. Conhecida como “doença do pombo”, ela é provocada por um fungo presente nas fezes dessas aves. Quando a sujeira seca, o fungo se espalha pelo ar e pode ser aspirado pelo homem. A doença pode atacar o sistema respiratório, provocando pneumonia, e também o sistema nervoso central. Quando se instala no cérebro, é chamada neurocriptococose e causa meningite e meningoencefalite, que são inflamações nas membranas cerebrais.

Essa infecção pode atingir qualquer pessoa, mesmo quem está com a saúde perfeita. Quando há demora no diagnóstico, a vida do paciente pode correr risco. Foi o caso de uma jovem assisense que faleceu a alguns anos vítima da doença do pombo. Os pombos são responsáveis pela proliferação de doenças, como histoplasmose. O perigo está em quando o pombo levanta voo. Ele acaba soltando esporos de fungos das fezes dele e as pessoas acabam inalando isso. A histoplasmose é a doença mais perigosa gerada por esses esporos dispersados pelos pombos. Essa doença, inclusive, pode matar.

É preciso tomar cuidado ainda com as fezes dos pombos, cada animal produz cerca de 2,5 kg de fezes por ano e, nessas fezes, estão fungos, bactérias e ácaros que podem causar, pelo menos, 6 tipos de doenças. Entre as doenças transmitidas por pombos, estão a criptocose, que pode dar meningite; a histoplasmose, que pode dar doenças pulmonares; a salmonelose, que pode dar distúrbios gastrointestinais; além de dermatites e alergias. Os pombos são aves que vivem com facilidade nas cidades, e muitos deles estão morando no Hospital Regional de Assis, onde costumam fazer seus ninhos em telhados, forros, caixas de ar condicionado e marquises.

Sargento Valmir encaminhou também algumas sugestões como medidas de controle: retirar ninhos e ovos, umedecer as fezes dos pombos com desinfetante antes de varrê-las, utilizar luvas e máscara ou pano úmido para cobrir o nariz e a boca ao fazer a limpeza do local onde estão as fezes, vedar buracos ou vãos entre paredes, telhados e forros, colocar telas, não deixar restos de alimentos que possam servir aos pombos, como ração de cães e gatos, nunca alimentar os pombos.

Em 2011 quando Vereador, o atual prefeito Ricardo Pinheiro, requereu informações do Prefeito a época (Dr Ezio), se existia alguma programa voltado a problemática causada pelos pombos, eis a chance de desenvolver um programa para resolver tal situação.

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