Após repercussão negativa, projeto que aumentaria salário de vereadores e prefeito será substituído

Os projetos da Câmara Municipal causou grande descontentamento a população uma vez que não houve o reajuste salarial dos funcionários.

Mesa Diretora informa que proposta de subsídios para próximo mandato ficará igual ao de 2015
Mesa Diretora informa que proposta de subsídios para próximo mandato ficará igual ao de 2015

O Projeto de Lei 24/2016 e o Projeto de Resolução 2/2016 que fixam os subsídios dos agentes políticos (prefeito, secretários e vereadores) para o próximo mandato que seriam votados na sessão desta segunda-feira (21) serão substituídos, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Assis, Edson de Souza, por meio de sua assessoria na manhã desta sexta-feira (18).

Os projetos que são iniciativas da própria Câmara Municipal causou grande descontentamento a população uma vez que não houve o reajuste salarial dos funcionários municipais e por este mesmo motivo os servidores estão em greve há 3 dias.

Segundo o presidente da Câmara, o projeto foi elaborado antes deste fato. “As proposituras foram elaboradas no dia 7 de março, data em que se aguardava uma solução para o reajuste dos funcionários municipais. Ocorre que isto não aconteceu, gerando inclusive denúncia quanto ao não reajuste”, explica o presidente da Casa de Leis.

O Projeto de Resolução 02/2016, pretendia fixar os subsídios dos vereadores para 2017 em R$ 5.800,00, e o subsídio do presidente da Câmara passaria a ser de R$ 6.400,00.  Já o Projeto de Lei 24/2016 o subsídio do prefeito passaria de R$ 16.674,69 para R$ 18.500,00.

Com a repercussão Edson afirma que a proposta de subsídios para próximo mandato ficará igual ao de 2015.  “Desta data em diante e perante à greve, não faz mais sentido o texto em tramitação na Câmara, que iria recompor o ano de 2015. Sendo assim, a Mesa irá encaminhar um projeto substitutivo para fixar nos mesmos valores de 2015, sem qualquer reajuste” finaliza.

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