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Polí­tica

Vereador Nilson Pavão é absolvido na Câmara e mantem seu mandato

Edil foi julgado durante sessão especial por denúncia de quebra de decoro parlamentar.

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Vereador Nilson Pavão é absolvido na Câmara e mantem seu mandato (Foto: Divulgação)

A Câmara Municipal de Assis (SP) realizou nesta segunda-feira (12), a Sessão Especial de Julgamento para decidir sobre a procedência ou improcedência da denúncia apresentadas pelo advogado e suplente de vereador Ernesto Benedito Nóbile contra vereador Nilson Antônio da Silva, o Nilson Pavão (MDB).

O julgamento, que terminou após às 2h32 da madrugada desta terça-feira (13), deu “vitória” a Nilson Pavão, o absolvendo.

O Julgamento

A votação que poderia culminar na cassação do edil teve início após leitura da acusação, defesa e do relatório da Comissão Processante, presidida pelo vereador Claudecir Rodrigues Martins (Gordinho da Farmácia).

Na tribuna, em defesa do vereador, o advogado Rafael de Almeida Lima pediu o arquivamento da matéria por inépcia da inicial alegando falta da qualificação do denunciado e ausência de documentos do denunciante.

Antes de iniciar a votação, alguns vereadores se manifestaram.

Para ter o mandato cassado seriam necessário dois terços dos votos dos vereadores, o que representa, pelo menos, 10 dos 15 votos.

Ao todo foram votados dez itens e em nenhum deles atingiu a quantidade necessária de votos para a cassação. Nilson Pavão foi mantido no cargo com os votos dos vereadores, Alexandre Nicolyello Vêncio, André Gonçalves Gomes, Célio Francisco Diniz, Eduardo de Camargo Neto, Francisco de Assis da Silva, Reinaldo Anacleto e Roque Vinicius Teodoro Dias.

Polêmica

Apesar do julgamento ter sido baseado somente no que consta na denúncia, Nilson Pavão constantemente vem se envolvendo em polêmicas na cidade. O caso mais recente que envolve o nome do edil aconteceu há uma semana. No dia 29, o vereador foi acusado de atropelar e fugir sem prestar socorro à Beatriz Simeão Burani, Segundo a vítima, quando ela levava sua filha à escola foi atropelada por ele, que fugiu sem prestar socorro à vítima.

(Foto: Reprodução/Facebook)

No dia 20 de setembro, o vereador foi acusado de se envolver em uma colisão na Vila Prudenciana.

Segundo a proprietária do veículo atingido, VW/Gol, Maria Alice Lima, o acidente aconteceu por volta das 08h30 da manhã no cruzamento da Avenida David Passarinho com a Rua Anhumas, próximo ao Velório Municipal.

Vereador Nilson Pavão se envolve em mais um acidente de carro em Assis (Foto: Maria Alice Lima/Arquivo Pessoal)

No dia 10 de agosto, Nilson foi detido e liberado após se envolver em um acidente no Distrito Industrial e a polícia encontrar três porções de cocaína em seu veículo.

Polí­tica

TRE-SP suspende direitos políticos de Vinicius e Abelardo Camarinha

Decisão é em 1ª instância e não afeta o mandato de Vinicius Camarinha na Alesp. Defesa afirmou que ainda não foi notificada.

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Do G1
TRE-SP suspende direitos políticos de Vinicius e Abelardo Camarinha

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) suspendeu os direitos políticos do deputado estadual Vinicius Camarinha (PSB) e do ex-prefeito de Marília, Abelardo Camarinha (PSB), por oito anos.

Pai e filho foram condenados por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral para a prefeitura de Marília em 2016.

A decisão é em primeira instância e, portanto, cabe recurso.

Por telefone, o advogado de defesa dos políticos, Cristiano Mazetto, afirmou que a defesa ainda não foi notificada da decisão. A decisão do TRE não afeta o mandado de Vinicius na Assembleia Legislativa de SP (Alesp).

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Brasil

Dois filhos de Flordelis e de pastor são suspeitos de matar o pai para defender mãe após traição

Os dois já prestaram depoimento e estão detidos por outros crimes. Anderson foi assassinado com pelo menos 15 tiros na madrugada de domingo (16), em Niterói.

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Do G1

A investigação do assassinato do pastor Anderson do Carmo de Souza, marido da deputada federal Flordelis (PSD), aponta que dois filhos do casal são suspeitos de matar o pai. Uma das linhas de investigação é que eles teriam cometido o crime para defender a mãe, após descobrirem uma relação extraconjugal de Anderson.

Durante o enterro, nesta segunda-feira (17), a polícia agiu discretamente e prendeu Flávio dos Santos, filho biológico apenas de Flordelis – a deputada e Anderson do Carmo registraram 55 filhos, a maioria, adotado. Flávio tinha um mandado de prisão por violência doméstica.

Outro filho do casal também foi preso. Lucas, de 18 anos, que é adotado, foi encontrado na casa onde o pastor foi morto. Quando era menor, ele se envolveu com tráfico de drogas. Lucas e Flávio prestaram depoimento durante esta tarde na Delegacia de Homicídios de Niterói sobre a morte do pai.

Flávio vai passar a noite da Delegacia de Homicídios, e Lucas foi transferido para unidade do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), já que quando ele cometeu o crime por tráfico de drogas era menor de idade.

A deputada Flordelis rechaça a hipótese de que um de seus filhos seja o autor do crime: “Isso é ridículo, acusar alguém sem provas”. Ela acredita que o crime foi uma tentativa de assalto. “É nisso que eu acredito, que foi um assalto, e que ele morreu defendendo a família”, disse Flordelis durante o enterro.

A polícia informou que os criminosos fugiram do local sem levar nada. Investigadores revelaram também que os bandidos usaram toucas ninja e que doparam o cachorro da família antes do crime.

30 marcas de tiros no corpo

Anderson foi assassinado com pelo menos 15 tiros na madrugada de domingo (16), na garagem de sua residência, em Pendotiba, Niterói. O laudo do Instituto Médico Legal aponta que o corpo de Anderson tinha 30 perfurações, a maioria na região da virilha: nove.

Oito disparos foram feitos na região do peito e um tiro foi na cabeça, feito à curta distância. Segundo a polícia, essa informação aumenta a possibilidade de que o criminoso tenha atirado com a intenção apenas de matar o pastor.

Laudo mostra que corpo de pastor Anderson tem 30 marcas de tiros — Foto: Reprodução

Laudo mostra que corpo de pastor Anderson tem 30 marcas de tiros — Foto: Reprodução

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Polí­tica

Ex-prefeito de Assis e atual subsecretário de Estado é condenado na Justiça

Ricardo Pinheiro Santana, que governou de 2012 a 2016, trabalha hoje na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional.

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Ricardo Pinheiro Santana, que governou de 2012 a 2016, trabalha hoje na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional Foto: Divulgação

O ex-prefeito municipal de Assis, Ricardo Pinheiro Santana, sofreu condenação em segunda instância, após ação movida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo.

O julgamento aconteceu na segunda-feira passada, dia 27 de maio, no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), tendo as participações dos desembargadores Magalhães Coelho, Eduardo Gouvêa e Luiz Sérgio Fernandes de Souza.

A decisão judicial limitou os direitos políticos de Pinheiro, que desde janeiro atua como subsecretário de Relacionamento com os Municípios, na pasta de Desenvolvimento Regional, conhecida como Secretaria do Interior.

A ação movida pelo MPE envolve cargos comissionados considerados inadequados durante a gestão de Pinheiro, que governou Assis no período de 2012 a 2016. O ex-prefeito, que é nascido em Assis, tentou a reeleição, mas não conseguiu ser reconduzido ao cargo.

O TJ-SP impôs perda dos direitos políticos por um período de três anos e pagamento de multa equivalente a 50 vezes o valor recebido pelo cargo de prefeito. Na época, o salário do chefe do Poder Executivo de Assis equivalia R$ 16,6 mil.

Embora seja sentença em segunda instância, a decisão do TJ-SP cabe recurso. A defesa do ex-prefeito deverá recorrer.

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