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Eleitores de Assis tem até dezembro para fazer cadastro biométrico

Biometria passa a ser obrigatório em 81 cidades do Centro-Oeste Paulista. Eleitores podem ir até os cartórios eleitorais para cadastrar a biometria.

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Cartório Eleitoral de Assis (Foto: Diego Di Paula/AssisNews)

Os eleitores de Assis (SP) terão até o dia 19 de dezembro para realizar o cadastro obrigatório da biometria. Além de Assis, eleitores de outras 8o cidades de Centro-Oeste Paulista terão até o final do ano para efetuar o cadastro. Os municípios listados deverão estar regularizados nas eleições de 2020, caso contrário, terão os títulos cancelados. (Confira a lista abaixo)

Os moradores desses municípios deverão atualizar o título para obter a biometria, ferramenta que identifica o votante por meio de impressão digital. Somente com esta atualização será possível votar.

Cada cidade tem um prazo final para a regularização. Em Garça (SP) e Fernão, o prazo final é dia 30 de agosto. Já Bariri e Torrinha, a data é 27 de setembro. O último prazo é dia 19 de dezembro para cidades como Assis, Lençóis Paulista, Jaú, Ourinhos e Tupã. A lista completa dos municípios que terão a biometria obrigatória a partir das eleições de 2020 está na página do TRE.

Para o cadastro é preciso agendar o atendimento no cartório eleitoral da cidade ou pelo site do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). É necessário apresentar RG, título eleitoral (se tiver) e comprovante de endereço recente, dos últimos três meses.

Prazos para cadastro:

Até 30/8/2019

  • Álvaro de Carvalho,
  • Alvinlândia,
  • Fernão,
  • Gália,
  • Garça,
  • Lupércio.

Até 27/9/2019

  • Bariri,
  • Itaju,
  • Torrinha.

Até 31/10/2019

  • Anhembi,
  • Bofete,
  • Cafelândia,
  • Campos Novos Paulista,
  • Cruzália,
  • Florínea,
  • Guarantã ,
  • Ibirarema ,
  • Júlio Mesquita,
  • Maracaí,
  • Palmital,
  • Pedrinhas Paulista,
  • Platina,
  • Promissão,
  • Tarumã,

Até 29/11/2019

  • Areiópolis,
  • Balbinos,
  • Borborema,
  • Cândido Mota,
  • Itápolis,
  • Pirajuí,
  • Pompéia,
  • Pongaí,
  • Pratânia,
  • Presidente Alves,
  • Queiroz,
  • Quintana,
  • Reginópolis,
  • São Manuel.

Até 19/12/2019

  • Agudos,
  • Arco-Íris,
  • Assis,
  • Avanhandava,
  • Barra Bonita,
  • Bastos,
  • Bernardino de Campos,
  • Bocaina,
  • Borá,
  • Boracéia,
  • Borebi,
  • Dois Córregos,
  • Duartina,
  • Echaporã,
  • Espírito Santo do Turvo,
  • Getulina,
  • Guaiçara,
  • Guaimbé,
  • Herculândia,
  • Iacanga,
  • Iacri,
  • Ibitinga,
  • Ipaussu,
  • Igaraçu do Tietê,
  • Itapuí,
  • Jaú,
  • Lençóis Paulista,
  • Lins,
  • Lucianópolis,
  • Lutécia,
  • Macatuba,
  • Marília,
  • Mineiros do Tietê,
  • Paraguaçu Paulista,
  • Paulistânia,
  • Pederneiras,
  • Ourinhos,
  • Sabino,
  • Santa Cruz do Rio Pardo,
  • São Pedro do Turvo,
  • Tabatinga,
  • Tupã,
  • Ubirajara.

Polí­tica

Atletas receberão da Câmara Municipal de Assis o Diplomas de Mérito Esportivo

A cerimônia acontecerá em Sessão Solene nesta terça-feira (19) às 19 horas.

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Assessoria
Atletas receberão da Câmara Municipal de Assis o Diplomas de Mérito Esportivo

O Presidente Alexandre Cachorrão e demais vereadores, entregarão Diplomas de Mérito Esportivo a 62 atletas que glorificaram o nome esportivo de Assis no ano de 2018.

A cerimônia acontecerá em Sessão Solene no Plenário da Câmara Municipal na próxima terça-feira, dia 19, às 19 horas. Como o Plenário da Câmara passou por reparos no final de 2018, a solenidade que aconteceria na semana do dia 21 de dezembro acontecerá agora.

A homenagem foi instituída pelo Decreto Legislativo no 135/2004, alterado por meio do Decreto Legislativo no 376/2018, onde a indicação dos atletas é efetuada pela Secretaria Municipal de Esportes.
Os 62 atletas homenageados serão os seguintes:

Nome Modalidade
Allyson Flausino Skate
Ana Carolina Meira Bueno de Almeida Prado Xadrez
Ana Julia Santos Oliveira Natação – ATC
Ana Laura Mucke Rossini Judô
Ana Longo de Lima Dança de Salão
Ana Paula Dias Handebol
André Zago Ciclismo – Mountain Bike
Araci Rocha Segatelli Tênis de Campo
Beatriz Marchi Tênis Mesa
Brenner Augusto da Silva Natação – ACD
Bruna Rodrigues Machado Atletismo
Celina Aparecida Figueiredo Garrido Atletismo ACD
Clarice Moreira Natação – ACD
Claudio Junior de Oliveira Carvalho Futebol ASSISSENSE
Cleonice Maria Alves Gonzalez Vôlei Adaptado
Cristiane Simões Kickboxing
Daniel Arthur Valente de Lima Natação – ATC
Dr. Francesco Demétrio João Passa Tênis de Mesa
Dra. Ana Santa Ferreira Alves Xadrez
Edmo José de Carvalho Ex-técnico e atleta
Eliana Pinheiro Ciclismo – Speed
Emanuel Villa da Silva Tênis de Campo
Fábio Borges Kickboxing
Felipe Ranieri Romão Santana Basquete Adulto
Gabriel Kamaguso Karatê
Gabriel Pena Carrer Kart Clube Assis
Gabriel Virgulino Futebol Amador
Gabriela Vincenzi Buraco
Ismael Rojas Motocross
Jairo Ortega Corrida de Rua
Jefferson José da Silva Luta Olímpica
Jhean Prado Tovo Tênis Mesa
João Batista Futebol Master 50 anos
Josiane Martins Ciclismo – Mountain Bike
Karol Slavieiro Spindola Ginástica Rítmica
Kelly Paiva Damas
Louize Aparecida Lourenço Dantas Voleibol
Lucas Navais Medeiros Fernandes Futsal Masculino
Luis Antonio Pelegrin Malha
Luis Otávio Mascareli Pádua Basquete Sub-17
Luiz Felipe Spessoto Xadrez
Marcos Paulo da Silva Atletismo ACD
Marcos Romao Junior Futebol VOCEM
Maria Victória Rodrigues Vieira Pedro Longo Tênis de Campo
Marilene de Oliveira Garrido Coreografia
Marleni Pedro Ribeiro Damas
Matheus Marcos Scarduelli da Silva Futebol
Mercedes Sanfelice Risso Natação
Oziel Vieira Sobrinho Dominó
Paulo Cesar Gandolfo Joaquim Handebol
Pedro Augusto Xavier de Oliveira Atletismo
Priscila de Oliveira Martins dos Santos Natação – SEMEA
Renã Gomes Melo Voleibol
Renato Seabra Ciclismo – Speed
Roberto Costa Maia Futebol Varzeano
Sephany Fernandes Futsal Feminino
Teruaki Mise Geitebol
Valmir Pereira Futebol Master 40 anos
Vilson Donizete de Oliveira Bocha
Wesley Medina Damas
Wladimir Barbosa Natação Costas e Crawl
Zilda Aparecida Costa Beneli Atletismo
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Polí­tica

Clã Bolsonaro negocia deixar PSL e migrar para nova UDN

Filhos do presidente articulam deixar PSL e ingressar em sigla em formação que pretende reeditar antiga União Democrática Nacional, símbolo da centro-direita no País.

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Do Terra
Foto: Reprodução

Com o PSL em crise e sob suspeita de desviar verba pública por meio de candidaturas “laranjas” nas eleições de 2018, os filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) negociam migrar para um novo partido, que está em fase final de criação. Trata-se da reedição da antiga UDN (União Democrática Nacional).
Segundo três fontes ouvidas pela reportagem em caráter reservado, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se reuniu na semana passada em Brasília com dirigentes da sigla para tratar do assunto. Ele tem urgência em levar adiante o projeto. Eleito com 1,8 milhão de votos, Eduardo teria o apoio de seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Com esse movimento, a família Bolsonaro buscaria preservar seu capital eleitoral diante do desgaste do partido.

Enquanto ainda estava internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, Jair Bolsonaro acionou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para que determinasse investigações sobre o caso.

As suspeitas atingiram o presidente da legenda, deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), e foram pano de fundo da crise envolvendo o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, que foi chamado de mentiroso por Carlos Bolsonaro depois de afirmar que tratara com o pai sobre o tema. Após cinco dias de crise, Bebianno deve ser exonerado do cargo nesta segunda-feira, 18, por Bolsonaro.

Além de afastar a família dos problemas do PSL, a nova sigla realizaria o projeto político de aglutinar lideranças da direita nacional identificadas com o liberalismo econômico e com a pauta nacionalista e conservadora, defendida pelo clã Bolsonaro.

No começo do mês, Eduardo foi ungido por Steve Bannon, ex-assessor do presidente americano Donald Trump, como o representante na América do Sul do The Movement, grupo que reúne lideranças nacionalistas antiglobalização.

O projeto do novo partido é tratado com discrição no entorno do presidente. Em 2018, a UDN foi um dos partidos – embora ainda em formação e sem registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – sondados por interlocutores do presidente para que ele disputasse a eleição, mas a articulação não avançou. Depois de anunciar a adesão ao Patriota, Jair Bolsonaro acabou escolhendo o PSL.

Assinaturas

A nova UDN é um dos 75 partidos em fase de criação, conforme o TSE. Segundo seu dirigente, o capixaba Marcus Alves de Souza, apoiadores já reuniram 380 mil assinaturas – são necessárias 497 mil para a homologação da legenda. O partido já tem CNPJ e diretórios em nove Estados, como exige a legislação eleitoral para a homologação. Ela tem em Brasília um de seus principais articuladores, o advogado Marco Vicenzo, que lidera o Movimento Direita Unida e coordena contatos com parlamentares interessados em aderir ao novo partido. A articulação envolveria ainda o senador Major Olímpio (PSL-SP), que nega.

Souza prefere não comentar as tratativas do partido que estão em curso. Ele, porém, admitiu que a intenção é criar o maior partido de direita do País. Como se trata de uma sigla nova, a legislação permite a migração de políticos sem que eles corram o risco de perder seus mandatos. “O único partido que tem o DNA da direita é a UDN. A gente não pode ter medo de crescer, mas com responsabilidade”, afirmou.

Souza deixou o Espírito Santo, onde atuou na Secretaria da Casa Civil do ex-governador Paulo Hartung, e mudou-se para São Paulo para concluir a criação da nova UDN, que adotou o mesmo mote de sua versão antiga: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”. “Nosso sonho é que a UDN renasça grande e se torne o maior partido do Congresso”, afirmou seu presidente. Ele disse ainda que a legenda pretende apoiar o governo Bolsonaro e está aberta “para receber pessoas sérias do PSL e de qualquer partido”.

Palácio

Procurada pelo Estado, a assessoria do Palácio do Planalto informou que não ia se manifestar sobre o assunto. A reportagem procurou ainda as assessorias do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), do deputado Eduardo Bolsonaro e do vereador Carlos Bolsonaro, mas nenhuma delas se manifestou.

Bivar, presidente da legenda, também foi procurado, mas não respondeu ao Estado.

‘Sigla tem forte apelo popular’, diz historiador
Em processo de homologação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a UDN, sigla que pode abrigar o clã Bolsonaro, foi inspirada no partido que nasceu em 1945 para aglutinar as forças que se opunham à ditadura de Getúlio Vargas.

Com o discurso de moralização da política e contra corrupção, a frente unia originalmente desde a Esquerda Democrática – que romperia um ano depois com a sigla e fundaria o Partido Socialista Brasileiro – a antigos aliados de Vargas, como o general Juarez Távora e o ex-governador gaúcho Flores da Cunha, rompidos com o ditador.

Em 1960, o partido apoiou a eleição de Jânio Quadros, eleito presidente, e, em 1964 , a deposição do governo de João Goulart. “O PSL é um partido de aluguel, já a UDN tem um apelo histórico e popular. Os Bolsonaros podem usar isso”, disse o historiado Daniel Aarão Reis, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Líderes

Ele lembra que a antiga UDN, embora “muito ideologizada”, tinha um perfil heterogêneo. O mesmo pode acontecer com a nova versão do partido. Enquanto a versão original da UDN tinha líderes como o brigadeiro Eduardo Gomes, o jurista Afonso Arinos e os ex-governadores Carlos Lacerda (Guanabara), Juracy Magalhães (Bahia) e Magalhães Pinto (Minas), a nova legenda tem potencial para atrair lideranças do DEM ao PSDB, passando pelo MBL.

Entre os políticos que são vistos como “sonho de consumo” da UDN em 2019 está o governador de São Paulo, João Doria, que descarta a ideia de deixar o PSDB.

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Ministério Público Federal quer prisão de Abelardo Camarinha

TJ-SP converteu a condenação a seis anos de prisão no regime semiaberto, em prestação de serviços à comunidade.

Publicado em

Do Marília Notícia

Abelardo Camarinha ainda pode ser preso em regime semiaberto (Foto: Leonardo Moreno)

O Ministério Público Federal se manifestou contra a decisão do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), que converteu a condenação de Abelardo Camarinha a seis anos de prisão no regime semiaberto, em prestação de serviços à comunidade.

Do jeito que está atualmente, a decisão também prevê o pagamento de multa no valor de 100 salários mínimos e a proibição de exercer cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação. Ou seja, Camarinha não pode disputar a eleição para a Prefeitura de Marília em 2020.

A manifestação do subprocurador-geral da República José Elaeres Marques Teixeira, no parecer assinado terça-feira (12), no entanto, vai além e pede a manutenção da prisão em regime semiaberto.

O recurso especial tramita na sexta turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e a relatora é a ministra Laurita Vaz.

Além deste, ainda cabem outros recursos tanto para o réu, quanto para a acusação. O político também tem um pedido de habeas corpus preventivo tramitando no Superior Tribunal Federal.

O representante do MPF pede a prisão em regime semiaberto com a alegação de que Camarinha foi condenado a mais de quatro anos, o que impediria a conversão da pena, conforme a legislação.

José Elaeres também ataca os argumentos de Camarinha no recurso especial interposto por sua defesa, em que se afirma a falta de provas para a condenação. As alegações do político seriam “genéricas”, diz o MPF.

Entenda

Conforme o processo, Camarinha praticou o uso indevido de verbas públicas com a nomeação de uma “funcionária fantasma” quando era prefeito de Marília em 2004.

A mulher foi nomeada assistente técnica da secretaria da Fazenda, mas trabalharia no escritório particular do político.

Ela nunca teria assumido o cargo e o crime ocasionou prejuízo avaliado em R$ 43 mil aos cofres públicos.

A condenação também implica na proibição de exercer cargo ou função pública, eletivo ou de nomeação, além da perda do cargo após o trânsito em julgado da ação penal.

Outro lado

Procurado pelo Marília Notícia, Abelardo afirmou que “toda essa movimentação jurídica é porque vai haver eleições ano q vem. Só isso”.

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