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Vereadores aprovam Projeto de fomento à cultura em Assis

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Vereadores aprovam Projeto de fomento à cultura em Assis

Na 1ª Sessão Ordinária de 2019, que aconteceu na noite desta segunda-feira (4), os vereadores deliberam dois (02) Projetos. No Primeiro Expediente, o 1º Secretário Eduardo de Camargo fez a leitura do Relatório Final da Comissão Parlamentar de Inquérito, referente ao Processo no 002/2018 com a finalidade de apurar eventuais irregularidades na aplicação de multas de trânsito no município de Assis.

Os vereadores aprovaram o Projeto de Lei no 185/2018 de autoria do Poder Executivo que institui o Programa Municipal de Fomento à Cultura no âmbito do município de Assis. Este Projeto é um programa de investimento direto do Município em projetos culturais através de concursos regulamentados na forma de editais.

Também foi aprovado o Projeto de Resolução nº 10/2018 de autoria dos vereadores Valmir Dionizio e Eduardo de Camargo que dispõe sobre a denominação de “Maria Esmeralda Nascimento Martins – Mera” ao anexo da TV Câmara.

Os projetos estão disponíveis na íntegra no site da Câmara Municipal www.assis.sp.leg.br. As Sessões Ordinárias da Câmara Municipal de Assis são abertas ao público e acontecem às segundas-feiras às 18h. As Sessões são transmitidos ao vivo pela TV Câmara Assis, canal digital 31.3, pela TV a Cabo, canais 07 e 12 digital, pela Rádio FEMA 105,9 e também pela internet, no link da página inicial do site da Câmara Municipal.

Polí­tica

TRE-SP suspende direitos políticos de Vinicius e Abelardo Camarinha

Decisão é em 1ª instância e não afeta o mandato de Vinicius Camarinha na Alesp. Defesa afirmou que ainda não foi notificada.

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Do G1
TRE-SP suspende direitos políticos de Vinicius e Abelardo Camarinha

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) suspendeu os direitos políticos do deputado estadual Vinicius Camarinha (PSB) e do ex-prefeito de Marília, Abelardo Camarinha (PSB), por oito anos.

Pai e filho foram condenados por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha eleitoral para a prefeitura de Marília em 2016.

A decisão é em primeira instância e, portanto, cabe recurso.

Por telefone, o advogado de defesa dos políticos, Cristiano Mazetto, afirmou que a defesa ainda não foi notificada da decisão. A decisão do TRE não afeta o mandado de Vinicius na Assembleia Legislativa de SP (Alesp).

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Brasil

Dois filhos de Flordelis e de pastor são suspeitos de matar o pai para defender mãe após traição

Os dois já prestaram depoimento e estão detidos por outros crimes. Anderson foi assassinado com pelo menos 15 tiros na madrugada de domingo (16), em Niterói.

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Do G1

A investigação do assassinato do pastor Anderson do Carmo de Souza, marido da deputada federal Flordelis (PSD), aponta que dois filhos do casal são suspeitos de matar o pai. Uma das linhas de investigação é que eles teriam cometido o crime para defender a mãe, após descobrirem uma relação extraconjugal de Anderson.

Durante o enterro, nesta segunda-feira (17), a polícia agiu discretamente e prendeu Flávio dos Santos, filho biológico apenas de Flordelis – a deputada e Anderson do Carmo registraram 55 filhos, a maioria, adotado. Flávio tinha um mandado de prisão por violência doméstica.

Outro filho do casal também foi preso. Lucas, de 18 anos, que é adotado, foi encontrado na casa onde o pastor foi morto. Quando era menor, ele se envolveu com tráfico de drogas. Lucas e Flávio prestaram depoimento durante esta tarde na Delegacia de Homicídios de Niterói sobre a morte do pai.

Flávio vai passar a noite da Delegacia de Homicídios, e Lucas foi transferido para unidade do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase), já que quando ele cometeu o crime por tráfico de drogas era menor de idade.

A deputada Flordelis rechaça a hipótese de que um de seus filhos seja o autor do crime: “Isso é ridículo, acusar alguém sem provas”. Ela acredita que o crime foi uma tentativa de assalto. “É nisso que eu acredito, que foi um assalto, e que ele morreu defendendo a família”, disse Flordelis durante o enterro.

A polícia informou que os criminosos fugiram do local sem levar nada. Investigadores revelaram também que os bandidos usaram toucas ninja e que doparam o cachorro da família antes do crime.

30 marcas de tiros no corpo

Anderson foi assassinado com pelo menos 15 tiros na madrugada de domingo (16), na garagem de sua residência, em Pendotiba, Niterói. O laudo do Instituto Médico Legal aponta que o corpo de Anderson tinha 30 perfurações, a maioria na região da virilha: nove.

Oito disparos foram feitos na região do peito e um tiro foi na cabeça, feito à curta distância. Segundo a polícia, essa informação aumenta a possibilidade de que o criminoso tenha atirado com a intenção apenas de matar o pastor.

Laudo mostra que corpo de pastor Anderson tem 30 marcas de tiros — Foto: Reprodução

Laudo mostra que corpo de pastor Anderson tem 30 marcas de tiros — Foto: Reprodução

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Polí­tica

Ex-prefeito de Assis e atual subsecretário de Estado é condenado na Justiça

Ricardo Pinheiro Santana, que governou de 2012 a 2016, trabalha hoje na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional.

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Ricardo Pinheiro Santana, que governou de 2012 a 2016, trabalha hoje na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Regional Foto: Divulgação

O ex-prefeito municipal de Assis, Ricardo Pinheiro Santana, sofreu condenação em segunda instância, após ação movida pelo Ministério Público do Estado de São Paulo.

O julgamento aconteceu na segunda-feira passada, dia 27 de maio, no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), tendo as participações dos desembargadores Magalhães Coelho, Eduardo Gouvêa e Luiz Sérgio Fernandes de Souza.

A decisão judicial limitou os direitos políticos de Pinheiro, que desde janeiro atua como subsecretário de Relacionamento com os Municípios, na pasta de Desenvolvimento Regional, conhecida como Secretaria do Interior.

A ação movida pelo MPE envolve cargos comissionados considerados inadequados durante a gestão de Pinheiro, que governou Assis no período de 2012 a 2016. O ex-prefeito, que é nascido em Assis, tentou a reeleição, mas não conseguiu ser reconduzido ao cargo.

O TJ-SP impôs perda dos direitos políticos por um período de três anos e pagamento de multa equivalente a 50 vezes o valor recebido pelo cargo de prefeito. Na época, o salário do chefe do Poder Executivo de Assis equivalia R$ 16,6 mil.

Embora seja sentença em segunda instância, a decisão do TJ-SP cabe recurso. A defesa do ex-prefeito deverá recorrer.

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