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Câmara de Paraguaçu aprova lei que proíbe a utilização de fogos e outros artefatos na cidade

De 12 vereadores, 11 foram favoráveis à lei de proibição e a vereadora Neide Teodoro foi contra. Projeto de lei é de autoria da prefeita Almira Garms.

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Reunida em Sessão Ordinária na segunda-feira, 6 de agosto, a Câmara de Vereadores de Paraguaçu Paulista (SP) aprovou por 11 votos favoráveis e 1 contrário projeto de lei complementar de autoria da prefeita Almira Garms, que trata da proibição da utilização, queima e soltura de fogos de estampido e de artifício, assim como de quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso nas áreas urbanas do município. O objetivo principal é preservar a saúde física e psíquica de pessoas e animais. Foi contrária ao projeto a vereadora Neide Teodoro.

De acordo com a justificativa da prefeita Almira, “não é objetivo acabar com os espetáculos e festejos realizados com fogos de artifícios, apenas proibir que sejam utilizados artefatos que causem barulho, estampido e explosões, causando risco à vida humana e dos animais. O benefício do espetáculo dos fogos de artifício é visual e é conseguido com o uso de artigos pirotécnicos sem estampido, também conhecidos como fogos de vista. Os fogos de artifícios silenciosos permitem espetáculos tão belos quanto os tradicionais e são muito menos nocivos”.

Os fogos de artifício com estampido, além de provocarem a poluição ambiental, são causadores de sérios prejuízos às pessoas, perturbam e resultam em transtornos irreparáveis a convalescentes, cardíacos, autistas, pessoas com deficiência, idosos e crianças.

Segundo dados do Ministério da Saúde, de 2008 a 2016, 4.577 pessoas foram internadas para tratamento por acidentes com fogos de artifício. Os atendimentos hospitalares decorrentes referem-se aos provocados por queimaduras, por lesões com lacerações e cortes; e por amputações de membros superiores, lesões de córnea, perda de visão, lesões do pavilhão auditivo e até perda de audição.

Os estrondos dos fogos de artifícios também provocam o medo e o pânico nos animais levando-os a reações descontroladas e perigosas. Os danos afetam tanto animais de estimação quanto animais selvagens, podendo levá-los até mesmo à morte. Em geral, o barulho das explosões repentinas causa nos animais uma reação instintiva de fuga desorientada.

Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação.

Animais

Cão agredido a pedradas morre durante recuperação de cirurgia em Gália

Animal foi resgatado por uma ONG de Bauru depois do vídeo da agressão viralizar nas redes sociais. Scooby se recuperava de fratura no fêmur quando adquiriu cinomose e não resistiu às convulsões.

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Do G1
Cão que foi agredido a pedradas em praça de Gália não resistiu a doença adquirida durante recuperação de cirurgia — Foto: TV TEM/Reprodução

O cão agredido a pedradas pelo dono em uma praça de Gália (SP), no início de outubro, morreu no fim de novembro ao não resistir a uma doença infecciosa (cinomose) que adquiriu durante seu processo de recuperação.

O caso de agressão contra o animal ganhou repercussão depois da divulgação nas redes sociais de imagens gravadas no começo de outubro.

O vídeo mostra dois homens sentados em um banco na Praça Custódio Araújo, onde fica a Igreja Matriz São José. (Veja o vídeo abaixo)

Dois dias após a agressão, o cão foi resgatado por uma ONG de proteção animal de Bauru, que o pegou com a intenção de tratá-lo e depois encaminhá-lo para adoção.

No dia 24 de outubro, Scooby, nome que o cão recebeu dos voluntários da ONG, passou por uma cirurgia para corrigir uma grave fratura no fêmur. Segundo os veterinários Fabiana Sargasso e Osni Pinheiro, responsáveis pelo procedimento, a cirurgia correu bem.

Porém, durante o processo de recuperação, o cão sofreu uma baixa na imunidade e apresentou um quadro de cinomose, doença infecciosa que atingiu o animal já em sua fase neurológica.

Segundo os veterinários da ONG, Scooby apresentou sintomas como febre, secreção nasal e ocular, falta de apetite e diarreia. Com fortes convulsões, Scooby não resistiu e morreu no dia 24 de novembro, um mês após a cirurgia.

Dois dias após ser agredido a pedradas, cão foi resgatado por uma ONG de Bauru: ele estava sendo tratado para ser encaminhado para adoção — Foto: ONG Arca da Fé/Divulgação

Flagrante da agressão

O vídeo que mostra a agressão ao cão repercutiu nas redes sociais e revoltou moradores de Gália, que consideraram o fato como uma monstruosidade.

Nas imagens dá para ver que dois homens participam da ação. Um deles segura o cachorro com uma corda e dá várias pedradas na cabeça do animal. A polícia começou a investigar a agressão depois que as imagens foram compartilhadas na internet.

Os dois homens que aparecem no vídeo vão responder por maus-tratos a animais, crime previsto na lei ambiental com pena de três meses a um ano de detenção, além de pagar multa.

Scooby adoeceu enquanto se recuperava de uma cirurgia para corrigir fratura no fêmur — Foto: ONG Arca da Fé/Divulgação

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Morre cavalo resgatado em condições de maus tratos em Assis

Animal havia sido resgatado na tarde de sexta-feira (16) e encaminhado ao Posto de Monta mas não resistiu e morreu.

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Do AssisNews
Morre cavalo resgatado em condições de maus tratos em Assis

O cavalo que foi encontrado na noite de quinta-feira (15) condições extremas de maus tratos  na Rua Fernando Calonico, no Jardim Eldorado, em Assis (SP) morreu na tarde deste sábado (17).

O caso teve repercussão na cidade após denuncia realizada pelo grupo “SOS PETS – Assis” nas redes sociais, quando o animal foi encontrado na noite de quinta.

Ele chegou a ser resgatado pela equipe do Meio ambiente da Prefeitura na tarde de ontem, sexta-feira (16), e encaminhado ao Posto de Monta.

Apesar dos esforços de voluntários e da prefeitura para salvar o equino, que estava muito debilitado, ele não resistiu e acabou morrendo.

O resgate

Assista ao vídeo do resgate.

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Animais

Prefeitura de Assis já vacinou mais de 1.200 animais contra a raiva

A raiva nos animais ela não tem cura, e por isso é fundamental que sejam todos vacinados. As vacinas são gratuitas.

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Do AssisNews
Prefeitura de Assis já vacinou mais de 1.200 animais contra a raiva (Foto: Divulgação/PMA)

A Prefeitura de Assis vacinou somente na primeira semana da Campanha de Vacinação Antirrábica 1.215 animais entre cães e gatos, tanto na cidade quanto na zona rural.

Na cidade de Assis foram vacinados 330 cães e 65 gatos. Na zona rural foram vacinados 700 cães e 120 gatos.

A Campanha prossegue em vários pontos fixos e volantes na cidade e na zona rural, até o dia 31 de agosto.

A raiva não está erradicada no Brasil, e em alguns casos se não for descoberta em tempo e tomadas as precauções necessárias ela pode ser fatal. Nos animais ela não tem cura, e por isso é fundamental que sejam todos vacinados.

Esse processo é anual e por isso os animais que tomaram a dose da vacina no ano passado precisam ser imunizados novamente. Os cães e gatos só podem imunizados acima dos 3 meses de vida, menos que isso ela não possui eficácia. A atenção deve ser redobrada para animais da zona rural, já que esse grupo é mais propenso a receber contato com animais silvestres, principal transmissor da raiva.

Durante os dias de chuva não foi realizada a vacinação em alguns locais, mas serão realizadas ao final da Campanha.

As vacinas são gratuitas.

Prefeitura de Assis já vacinou mais de 1.200 animais contra a raiva (Foto: Divulgação/PMA)

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