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Mais de 50 cidades da região têm obras paralisadas ou atrasadas, segundo TCE

Cândido Mota tem ao menos oito obras paralisadas ou atrasadas.

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O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo divulgou um novo levantamento sobre a quantidade e os valores das obras que estão atrasadas e também paradas no estado. Mais de 50 cidades do Centro-Oeste Paulista estão nessa lista e no total são 141 obras paradas ou com atrasos na região.

O valor somado dessas obras passa de R$527 milhões. Bauru é a cidade com o maior valor de gastos com obras paradas na região. Cinco obras foram listadas pelo TCE, sendo quatro municipais e uma do estado, que somam R$ 146.665.085,02. Já a cidade com o maior número de obras paradas é Torrinha, com 10, que somam pouco mais de R$ 2,1 milhões.

Das 10 obras paradas em Torrinha, cinco são de pavimentação e outras são construções. A cidade tem cerca de 10 mil habitantes.

Cidades com maior valor (R$) em obras com problemas no cronograma:

  • 1º Bauru – 5 obras listadas. (4 obras municipais e 1 estadual)
  • Total: R$146.665.085,02
  • 2º Gália – 1 obra listada
  • Total: R$ 92.603.537,64 (centro de detenção)
  • 3º Jaú – 3 obras listadas
  • Total: R$ 53.470.635,11
  • 4º Álvaro de Carvalho – 1 obra listada
  • Total: R$ 47.065.013,69
  • 5º Bariri – 1 obra listada
  • Total: R$ 41.998.279,18

Cidades com maior número de obras paralisadas / atrasadas:

  • Torrinha – 10 obras – R$ 2.192.418,07
  • Itápolis – 9 obras – R$ 2.485.550,58
  • Bofete – 8 obras – R$3.498.804,2
  • Cândido Mota – 8 obras – R$11.491.138,71

Outras cidades

  • Botucatu – 3 obras – R$9.843.202,59
  • Marília – 2 obras – R$3.069.401,31
  • Ourinhos – 6 obras – R$12.772.001,46

Região

Adolescentes aprendizes recebem palestra sobre primeiro emprego

Palestra foi ministrada pelo Psicólogo e palestrante Márcio Ribeiro. Evento foi realizado no Centro Vocacional “Frei Paulino”, em Cândido Mota.

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Do AssisNews
Adolescentes aprendizes recebem palestra sobre primeiro emprego (Foto: AssisNews)
Adolescentes aprendizes recebem palestra sobre primeiro emprego (Foto: AssisNews)

Os adolescentes aprendizes do Centro Vocacional da Criança e do Adolescente “Frei Paulino” de Cândido Mota (SP) participaram na última segunda-feira (18) de uma palestra ministrada pelo Psicólogo e palestrante Márcio Ribeiro.

Com a presença de aprendizes de 14 à 18 anos, a palestra teve como foco principal “O primeiro emprego”, onde foi abordado diversos temas relacionados ao assunto como por exemplo, o respeito e o bom relacionamento dentro da empresa, comprometimento e valorização do emprego, regas e objetivos pessoais e profissionais.

De forma interativa e irreverente, o evento contou a participação dos jovens e da diretoria do Centro Vocacional.

Parte da história

O Palestrante, psicólogo e também empresário no ramo da comunicação, Márcio Ribeiro, utilizou de sua própria experiência de vida para levar informações e projeção de futuro aos adolescentes, uma vez que quando criança também frequentou o Centro Vocacional, além ter conhecido pessoalmente o saudoso Frei Paulino, que dá nome a entidade.

Durante a palestra, que teve duração de duas horas, Ribeiro interagiu com cada aprendiz, que integra o projeto e portanto já está empregado, onde ouviu de cada um os sonhos e objetivos no âmbito profissional.

A psicologa do centro, Erciana Maia, complementou alguns pontos da palestra e reiterou que para que os aprendizes alcancem seus objetivos devem seguir fielmente alguns pontos importantes como respeito e disciplina no local de trabalho.

A diretora da entidade, Camila Rodrigues, também interagiu no evento e enalteceu a importância do primeiro emprego na bagagem de vida dos adolescentes e que cada um deve aproveitar ao máximo para adquirir novas experiências nesta primeira etapa de vida profissional.

Confira as fotos:

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Polícia

Professor da Unesp é esfaqueado e diz ter sido vítima de racismo no Dia da Consciência Negra: ‘Fui chamado de macaco’

Segundo a PM, confusão entre o docente do curso de jornalismo no campus de Bauru (SP) e um homem aconteceu em um supermercado. Vítima sofreu dois cortes e caso será investigado.

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Do G1
Em frente ao Plantão da Polícia Civil, o professor da Unesp mostra a camisa ensanguentada pelos golpes que recebeu — Foto: TV TEM/Reprodução

Em frente ao Plantão da Polícia Civil, o professor da Unesp mostra a camisa ensanguentada pelos golpes que recebeu — Foto: TV TEM/Reprodução

Um professor do curso de jornalismo da Unesp no campus de Bauru (SP) relatou nas redes sociais que foi atacado a golpes de canivete na tarde desta quarta-feira (20) durante uma confusão nas proximidades um supermercado da cidade. Juarez Xavier ainda revelou sua revolta pelo fato de, no Dia da Consciência Negra, ter sido chamado de “macaco” por seu agressor.

Segundo a Polícia Militar, o desentendimento aconteceu entre o professor e um homem que, segundo a PM, estaria “aparentemente embriagado”.

Na discussão, ainda de acordo com a PM, o homem teria feito ofensas de cunho raciais ao professor, que é negro, e os dois entraram em luta corporal.

Durante a briga, o homem sacou de um canivete e desferiu dois golpes contra o professor, que foi atingido no ombro e no braço. Sua camisa acabou ensanguentada.

De acordo com o relato da PM, o professor sofreu ferimentos superficiais. Já o suspeito das agressões, que inicialmente foi contido por pessoas que viram a confusão, acabou preso por policiais militares que estavam na região. Ele foi encaminhado para o plantão da Polícia Civil, onde a ocorrência está sendo registrada.

O professor foi encaminhado para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da Núcleo Geisel, onde recebeu pontos nos dois cortes que sofreu. Depois, ele seguiu para a delegacia para fazer a denúncia das agressões.

Professor Juarez Xavier é coordenador do Núcleo Negro Unesp para a Pesquisa e Extensão — Foto: TV TEM/Reprodução

Professor Juarez Xavier é coordenador do Núcleo Negro Unesp para a Pesquisa e Extensão — Foto: TV TEM/Reprodução

Vítima de racismo
O professor Juarez Xavier é militante do movimento negro. Com mestrado e doutorado pela USP, ele é professor da Unesp Bauru e coordenador do Núcleo Negro Unesp para a Pesquisa e Extensão (Nupe).

Ao G1, ele relatou sobre preconceito que sofreu quando era aluno e também quando teve sua primeira experiência de ser vítima de racismo como professor, em 2015. A frase “Juarez macaco” foi achada em um dos banheiros da Unesp Bauru.

Na época, segundo o professor, o que mais marcou foi o fato de que as pichações foram achadas no banheiro contra ele e também contra mulheres negras.

“Foi a covardia do ato que me marcou. Pichação no banheiro da universidade, com ofensas extensivas às ou aos estudantes e ao pessoal da limpeza. A forma vil e agressiva contra mulheres simples, trabalhadoras braçais”, afirmou na época.

Após as pichações, uma comissão de professores na Unesp foi formada para investigar as frases encontradas no banheiro. Os professores ouviram algumas pessoas durante quatro meses, mas não identificaram os autores.

Mensagens racistas foram escritas em um banheiro da Unesp em Bauru — Foto: Juarez Tadeu de Paula Xavier / Arquivo pessoal

Mensagens racistas foram escritas em um banheiro da Unesp em Bauru — Foto: Juarez Tadeu de Paula Xavier / Arquivo pessoal

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Falecimento

Adolescente morre após passar mal dentro da sala de aula em escola de Ourinhos

Jovem foi socorrido para a UPA, mas não resistiu; família diz que menino não tinha problemas de saúde.

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Do G1
Adolescente morre após passar mal dentro da sala de aula em escola de Ourinhos — Foto: Facebook/Reprodução
Adolescente morre após passar mal dentro da sala de aula em escola de Ourinhos — Foto: Facebook/Reprodução

Um adolescente de 15 anos morreu depois de passar mal dentro da sala de aula, na manhã de terça-feira (19), em uma escola estadual de Ourinhos (SP).

De acordo com a dirigente regional de ensino, Silvia Cantarini, o aluno estava tendo aula de matemática na Escola Domingos Camerlingo Caló e resolvia exercícios em dupla com um colega, quando passou mal.

“O aluno que estava ao lado dele sentiu que ele se recostou sobre ele. O aluno tentou tirá-lo e ele caiu no chão. A professora já foi socorrê-lo porque viu que ele estava passando mal e chamou socorro”, relata Silvia.

Aluno estava tendo aula na Escola Domingos Camerlingo Caló quando passou mal — Foto: Reprodução/TV TEM

Aluno estava tendo aula na Escola Domingos Camerlingo Caló quando passou mal — Foto: Reprodução/TV TEM

Com isso, a vice-diretora e o agente de organização da escola, que é formado em fisioterapia, foram até a sala de aula e, juntamente com uma fisioterapeuta que estava na instituição para uma palestra sobre a dengue, realizaram os primeiros socorros.

“O Samu foi acionado e foi direcionando os primeiros socorros. Foi perguntando se ele estava com a boca roxa, se ele estava salivando, e o fisioterapeuta já percebeu que ele não estava respirando. Ele foi fazendo uma massagem cardíaca e, ao mesmo tempo, a moça foi fazendo respiração boca a boca”, explica a dirigente de ensino.

Segundo ela, os funcionários fizeram tudo o que estava ao alcance deles para tentar reanimar o adolescente. A família também foi avisada e acompanhou o jovem até a Unidade de Pronto Atendimento da cidade, onde ele recebeu injeções de adrenalina. No entanto, Willian André Basílio Fortunato da Palma não resistiu e morreu.

Adolescente foi velado por amigos e familiares na manhã desta quarta-feira (20) no Velório Municipal de Ourinhos — Foto: Reprodução/TV TEM

Adolescente foi velado por amigos e familiares na manhã desta quarta-feira (20) no Velório Municipal de Ourinhos — Foto: Reprodução/TV TEM

Ele foi enterrado na manhã desta quarta-feira (20) no Cemitério Municipal de Ourinhos. A família diz que desconhece o fato do menino ter qualquer tipo de problema de saúde. Agora, a polícia aguarda o resultado dos exames para saber a causa da morte do adolescente.

“Foi uma fatalidade, uma morte súbita. Ele era um bom menino, alegre, convivia muito bem com todos, não tinha nenhum problema de convivência, gostava de jogar ping pong… Ele estudava lá desde o 6º ano”, lamenta Silvia.

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