Renata e Alex estavam casados há cerca de 11 meses — Foto: Redes sociais

O Tribunal do Júri, em Martinópolis (SP), condenou nesta terça-feira (31) Alex Paschoal Betti a 15 anos e nove meses de prisão, em regime inicial fechado, pelo crime de feminicídio. Ele era acusado de ter matado a esposa, Renata Alves, em março de 2020.

TV Fronteira procurou a defesa de Alex Betti, mas não recebeu um posicionamento até o momento.

A vítima foi assassinada após uma briga do casal. O marido foi preso em flagrante.

O crime tirou o sono de muitas pessoas que foram até o bairro Pioneiro 2 para saber o que estava acontecendo. A briga entre o casal Alex Betti e Renata Alves começou por volta das 22h do dia 30 de março e a Polícia Militar foi acionada quando disparos de tiros foram efetuados momentos depois.

Na época, um tio da vítima disse que, ao perceber que o marido estava alterado, a moça chegou a mandar uma mensagem pedindo ajuda para a família.

Quando os policiais chegaram à casa, os disparos contra a vítima já haviam sido feitos. Mas foram realizadas negociações com o marido para que ele não se suicidasse. Os fatos se estenderam pela madrugada do dia 31.

Ocorrência foi no bairro Pioneiro 2, em Martinópolis — Foto: David de Tarso/TV Fronteira

A vítima trabalhava como técnica de enfermagem, na Santa Casa de Misericórdia de Martinópolis, e Alex, como agente penitenciário. Eles estavam casados havia 11 meses e não tinham um histórico frequente de brigas.

Em depoimento à Polícia Civil, o homem confessou o crime e alegou que “perdeu a cabeça”.

O delegado Airton Roberto Guelfi, responsável pelas investigações, disse ao g1 na época do crime que o casal teria começado uma briga após o homem alegar que a esposa o estava traindo.

O autor contou à polícia que a desconfiança teve início quando uma pessoa próxima a ele disse que sua esposa o estaria traindo. O marido ainda contou em depoimento que começou a juntar elementos e a prestar atenção nos atos da vítima e flagrou a troca de mensagens no celular dela com outro homem.

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