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Pessoas participam da marcha de zumbis pelo mundo

Há pouco dias antes do Halloween, pessoas participam de marcha de “zumbis”. No dia 29 de setembro a marcha foi realizada em Assis.

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Há pouco dias antes do Halloween, pessoas participam de marcha de “zumbis”.

No dia 29 de setembro, o “Zombie Walk” foi realizado em Assis no qual o evento  teve grande adesão de público, entre crianças, jovens e adultos.

Confira na galeria abaixo um giro pelo mundo com fotos da Marcha dos Zumbis.

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Morre o cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão, aos 83 anos

Morte confirmada pela filha de Mojica, a atriz Liz Marins, nesta quarta-feira (19).

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Do G1
Zé do Caixão no filme 'Encarnação do Demônio', de 2008 — Foto: Divulgação
Zé do Caixão no filme 'Encarnação do Demônio', de 2008 — Foto: Divulgação

O ator, diretor e roteirista José Mojica Marins, conhecido pelo personagem Zé do Caixão, morreu aos 83 anos, vítima de uma broncopneumonia.

A morte foi confirmada pela filha de Mojica, a atriz Liz Marins, nesta quarta-feira (19). Ele morreu às 15h46, no hospital Sancta Maggiore, em São Paulo. O cineasta estava internado desde o dia 28 de janeiro para tratar de uma broncopneumonia.

O velório deve acontecer no Museu da Imagem e do Som (MIS). Mojica deixa sete filhos.

Mestre do terror brasileiro

Filho dos artistas circenses Antonio André e Carmen Marins, José Mojica Marins nasceu no dia 13 de março de 1936, em São Paulo.

Mojica dirigiu 40 produções e atuou em mais de 50 filmes. Seu interesse pelo cinema de terror escatológico começou nos anos 1950, mas foi em 1964, com o filme “À meia-noite levarei sua alma”, que ganhou o apelido de Zé do Caixão.

Seu personagem mais famoso, o agente funerário sádico com roupas pretas, cartola, capa e unhas longas, ainda aparece em “Esta noite encarnarei no teu cadáver” (1967), “O estranho mundo de Zé do Caixão” (1968) e “Encarnação do demônio” (2008).

Mesmo conhecido como o mestre do terror no cinema brasileiro, Mojica trabalhou com outros gêneros, como aventura, faroeste e pornochanchada. Ele também influenciou o movimento do cinema marginal nos anos 1960.

Quando tinha 17 anos, fundou a Companhia Cinematográfica Atlas, que produziu filmes amadores. O primeiro longa-metragem foi “A sina do aventureiro”, de 1958.

Em 1963, escreveu a história de “Meu destino em tuas mãos” e procurou o cineasta Ozualdo Candeias para fazer o roteiro, mas o colaborador não foi creditado.

Zé do Caixão em 'Esta noite encarnarei no teu cadáver', de 1967 — Foto: Divulgação

Zé do Caixão em ‘Esta noite encarnarei no teu cadáver’, de 1967 — Foto: Divulgação

O personagem Zé do Caixão, conforme Mojica contou em várias entrevistas, surgiu para ele durante um pesadelo, em que um homem de capa preta o arrastava para um túmulo.

A primeira aparição do Zé do Caixão no cinema foi em “À meia-noite levarei sua alma”, de 1964. Nos Estados Unidos, ele ficou conhecido como “Coffin Joe”.

Segundo o site oficial do personagem, Josefel Zanatas era o nome verdadeiro de Zé do Caixão. O coveiro era filho de um casal dono de uma rede de agências funerárias.

Por isso, o pequeno Zé do Caixão cresceu como uma criança muito sozinha e discriminada pelos colegas por causa da profissão dos pais.

A biografia ainda diz que Zé do Caixão é um “homem sem crenças, não acredita em Deus nem no Diabo, só acredita nele mesmo, acha que é o único que pode fazer justiça”.

O cineasta e ator José Mojica Marins, conhecido como Zé do Caixão em fotografia feita em 2001 — Foto: Agliberto Lima/Estadão Conteúdo

O cineasta e ator José Mojica Marins, conhecido como Zé do Caixão em fotografia feita em 2001 — Foto: Agliberto Lima/Estadão Conteúdo

Com o sucesso, o personagem começou a ser confundido com o seu próprio autor. No anos 1990, o Zé do Caixão apresentou o “Cine Trash”, na Rede Bandeirantes.

Ele também comandou um programa de entrevistas no Canal Brasil, “O estranho mundo do Zé do Caixão”, que estreou em 2008 e teve sete temporadas.

Em 2014, José Mojica sofreu um infarto e passou por uma angioplastia e colocou três stents (bubos de metal para melhorar o fluxo sanguíneo da artéria) no coração.

Ele voltou a ser internado no mesmo ano em razão de uma piora nas funções renais. Desde então, ele se manteve mais afastado da mídia.

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Evento solidário em Assis terá tributo a Andrea Bocelli

La Storia in Concert – Um Tributo a Andrea Bocelli será apresentado no dia 7 de março.

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Assessoria
(Foto: Agência O Globo)
(Foto: Agência O Globo)

Será no dia 7 de março, sábado, o espetáculo La Storia in Concert – Um Tributo a Andrea Bocelli Duo desembarca em Assis para uma apresentação inesquecível!

O show terá músicas como “Con te partiro”, “Sole mio”, “Vivo per lei”, “The Prayer”, “Nessun dorma”, “Canto della terra”, “Melodramma”, “O mio babbino caro”, “Brindisi” de La Traviata, dentre muitas outras, fazem parte deste belíssimo espetáculo.

As músicas serão interpretadas pelo tenor Germano Brissac e pela soprano Fabiola Cariatti. Eles estarão acompanhados pelo pelos músicos da Orquestra de Santos: Mario Tirolli no piano, Ulisses Bamba no violino, Rossana Nicolai no cello e Anderson KB na bateria.

Os ingressos para o La Storia in Concert – Um Tributo a Andrea Bocelli já estão à venda e podem ser adquiridos pela internet ou nos pontos de venda fixos.

Os valores são R$60,00 a inteira, R$30,00 a meia entrada e R$30,00 os ingressos solidários mediante a entrega de 1 quilo de alimento não perecível. O público deve entregar no dia do evento e as doações vão para o Fundo Social de Solidariedade de Assis. Para garantir o ingresso acesse; acesse o site; ou no ponto fixo na loja Lilica & Tigor, na Rua Floriano Peixoto, 375, no Centro de Assis.

No dia da apresentação também haverá venda de ingressos na bilheteria do Teatro Municipal de Assis a partir das 14h. O espetáculo será apresentado a partir das 20h30 e a classificação indicativa é livre.

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Cantor sertanejo Juliano Cezar morre após sofrer um infarto em pleno show

Juliano Cezar chegou a socorrido em um posto médico perto do local do evento. Porém, o artista não resistiu.

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Do Istoé
Juliano Cezar
Divulgação

Juliano Cezar teve um infarto fulminante, no momento que cantava em uma festa da cidade de Uniflor PR, realizada pelo município hoje de madrugada.

A apresentação do “Cowboy Vagabundo” acontecia em Uniflor, no Paraná. No vídeo gravado durante o show, o cantor aparece caindo atrás do sanfoneiro da banda.

Segundo informações, o cantor de 59 anos, sofreu uma parada cardíaca e morreu.

O cantor foi levado para hospital da cidade e foram feitas várias tentativas de reanimação, porém sem sucesso.

Uma fã registrou o momento em que o cantor passa mal, veja abaixo.

Segundo a página oficial do cantor no Instagram:

A notícia mais triste que poderíamos comunicar.
Com profundo pesar, a Explosion Music informa o falecimento cantor Juliano Cezar.

Juliano Cezar teve uma parada cardiorrespiratória enquanto se apresentava em um show em Uniflor, interior do Paraná.

O velório será realizado na cidade natal do cantor – Passos /MG. Quanto aos horários de velório e sepultamento, serão repassados assim que obtidos.

Maiores informações: Fabiana Villela / Assessoria Juliano Cezar / Explosion Music

Abaixo o post do perfil oficial:

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