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Mara Maravilha acerta olho de Celso Portiolli, que deixa programa ao vivo

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Celso Portiolli deixa programa ao vivo após gafe de Mara Maravilha (Imagem: Reprodução / SBT)
Celso Portiolli deixa programa ao vivo após gafe de Mara Maravilha (Imagem: Reprodução / SBT)

Mara Maravilha protagonizou um climão ao vivo no SBT durante o “Domingo Legal” deste domingo (7). A apresentadora enfiou o dedo cheio de creme de torta no olho de Celso Portiolli, que foi obrigado a abandonar o comando do “Passa ou Repassa”.

Tudo começou quando Sonia Abrão, convidada para o game show, disputou uma das rodadas de pergunta com Mara Maravilha. A contratada do SBT levou a melhor e tinha que dar uma tortada na apresentadora do “A Tarde É Sua”, da RedeTV!. “Corre, Sonia!“, pediu Celso Portiolli.

Mara saiu correndo atrás de Sonia, que fugiu da tortada passando por trás do apresentador do “Domingo Legal”. Mara Maravilha veio logo atrás e acertou o olho de Portiolli com um pouco de torta. “Meu olho, doida!“, reclamou Celso. “Eu estou com conjuntivite, mas tudo bem, Mara“.

Sem jeito com a situação, o apresentador quase soltou um palavrão. “Puta que…“, disparou. “Tem mais um intervalo aí ou não? Tem mais um intervalo aí?“, questionou Celso. “Não tem intervalo mais? Não dá, não dá“, avisou, no ar. “Torta na Sonia. Eu vou limpar meu olho“, avisou o apresentador, saindo de cena.

De olho no climão que foi instaurado por causa da gafe de Mara Maravilha, Dudu Camargo, que também estava na brincadeira, tomou conta do programa enquanto Celso Portiolli não voltava dos bastidores com o olho limpo. A situação, claro, repercutiu na web.

Confira:

Música

Zazá, que fez dupla com Zezé di Camargo, morre em Goiás

Segundo família, cantor de 67 anos fazia tratamento contra um câncer no pâncreas. Ele cantou com Zezé no início da década de 1980, antes da formação com Luciano.

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Do G1
Capa de um dos três discos gravados por Zazá e Zezé na década de 1980 — Foto: Arquivo pessoal
Capa de um dos três discos gravados por Zazá e Zezé na década de 1980 — Foto: Arquivo pessoal

O cantor Zazá, que fez dupla com Zezé di Camargo na década de 1980, morreu aos 67 anos, em um hospital de Ipameri, região sudeste de Goiás, onde morava atualmente. Segundo a família, o artista, cujo verdadeiro nome era Areovaldo Batista da Silva, fazia tratamento por conta de um câncer no pâncreas.

Zazá morreu na sexta-feira (12). Ele está sendo velado na cidade. O enterro está previsto para acontecer às 16h, no Cemitério Municipal.

“Ele descobriu o câncer há uns dois anos e fazia tratamento. Operou no ano passado e deu uma melhorada, mas agora piorou e não resistiu”, disse ao G1 um dos oito irmãos vivos de Zazá, o também músico Lázaro Batista da Silva.

Ao G1, a assessoria de Zezé di Camargo informou que o cantor enviou os “sentimentos sinceros à família” de Zazá e está em oração para que ele seja recebido na “santa paz”.

Zazá era divorciado e deixa dois filhos.

A história dos dois ficou conhecida após ser mostrada no filme “Dois Filhos de Francisco”, que contou a história sobre a carreira de Zezé di Camargo e Luciano.

Zazá formou dupla com Zezé no início da década de 1980 — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Zazá formou dupla com Zezé no início da década de 1980 — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Parceira com Zezé

Zazá foi o terceiro parceiro de Zezé, com o qual gravou três discos. Depois, a parceria acabou se dissolvendo. Ele chegou a gravar alguns discos solo, mas não seguiu com a carreira, embora nunca tenha abandonado a música.

Antes de cantar com Zazá, Zezé começou fez dupla com o irmão Emival (eram chamados de Camargo e Camarguinho), que morreu em um acidente de carro. Em seguida, tocou com Neilton, que morreu vítima de uma parada cardíaca, em 2017.

Após encerrar a parceria com Zazá, Zezé adotou o sobrenome artístico e formou a dupla com o irmão, Luciano, que estourou como hit “É o Amor” e se tornou uma das principais do sertanejo do Brasil.

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Cinema

Novo O Rei Leão divide opiniões de críticos de cinema nos EUA

Filme dirigido por Jon Favreau não empolgou a imprensa norte-americana. Estreia em 18 de julho no Brasil.

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Do Metrópoles
DISNEY/DIVULGAÇÃO
Foto: DISNEY/DIVULGAÇÃO

O remake de O Rei Leão, realizado pela Disney com animação fotorrealista, já foi visto por vários críticos de cinema nos Estados Unidos. A uma semana da estreia, o filme inspirado no desenho de 1994 parece não ter empolgado os especialistas. Com direção de Jon Favreau (Mogli, Chef e papel de Happy no Universo Cinematográfico Marvel), estreia no Brasil em 18 de julho, um dia antes do lançamento por lá.

Um bom indicativo é a nota média dos sites Rotten Tomatoes e Metacritic, que agregam opiniões e avaliações dos principais nomes da imprensa cultural dos EUA. No primeiro, a aprovação parou em 57% até a publicação desta matéria. No segundo, o filme atraiu 55 de 100 pontos possíveis.

Apesar da óbvia filiação do novo O Rei Leão à onda de clássicos revisitados em live action, a Disney e a imprensa estrangeira têm evitado o termo, já que a participação de atores na produção se restringiu à dublagem dos animais.

Bilheterias

Candidato a registrar uma das maiores bilheterias de 2019, O Rei Leão deve estrear nos EUA com arrecadação variando entre US$ 150 milhões e US$ 170 milhões, de acordo com analistas de Hollywood. Outros remakes recentes da Disney também tiveram recepção moderada da crítica, mas se provaram imunes a resenhas negativas nas bilheterias.

Aladdin, mais recente da safra de animações revisitadas, marcou 57% no Rotten Tomatoes e 53 no Metacritic. Acumula US$ 925 milhões mundialmente. Por outro lado, Dumbo foi mal avaliado (46% no RT e 51 no Meta) e patinou nas bilheterias, com US$ 351 milhões.

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Entretenimento

Acervo da TV Cultura ficará disponível em serviço de streaming

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Agência Estado
Acervo da TV Cultura ficará disponível em serviço de streaming
Acervo da TV Cultura ficará disponível em serviço de streaming

A TV Cultura anunciou que vai disponibilizar todo o acervo do canal em novo serviço de streaming.

Grandes títulos que foram sucesso da emissora, especificamente entre os anos 1990 e 2000, estarão no ar no YouTube. Seriados como X-Tudo, Castelo Rá-Tim-Bum, Mundo da Lua e Cocoricó poderão ser revistos pelos internautas.

A ideia foi de José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, que é o responsável pelo conselho artístico da TV Cultura.

Há tempos a emissora estuda uma forma de usar a tecnologia para disponibilizar p acervo de programas que marcaram a história do canal. No próprio YouTube, o canal Eu vi na Cultura oferece as aberturas dos principais produtos da casa.

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