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Cinema

Leandro Hassum e Daniele Winits estrelam ‘Até que a sorte nos separe’

Longa parte do livro de autoajuda ‘Casais inteligentes enriquecem juntos’.
Roteiro padece sem boas piadas, e comédia não escapa de clichês.

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Sem parar de apostar em comédias, o cinema brasileiro adentra uma nova modalidade com “Até que a Sorte Nos Separe”, em cartaz a partir desta sexta-feira (5) em amplo circuito. Muito livremente inspirado no best-seller “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”, o filme estrelado por Leandro Hassum e Danielle Winits simula o padrão da indústria norte-americana.

Tirando os atores, da história previsível à trilha sonora e fotografia a impressão é a de se estar assistindo a um enlatado de Hollywood – nem mesmo a paisagem do Rio de Janeiro ajuda a conferir alguma personalidade.

É a ideia de produto pasteurizado para consumo rápido, que o diretor Roberto Santucci, formado nos EUA, já tinha experimentado em “De Pernas pro Ar” (que, aliás, ganha sequência no final do ano). No Brasil, o exemplo máximo desse entretenimento rasteiro sempre foi a televisão, portanto a entrada do roteirista Paulo Cursino, tarimbado por humorísticos da Globo (“Zorra Total”, “Sob Nova Direção”), soa natural. Mais do que um filme, um especial de TV maquiado como cinema.

O livro de auto-ajuda financeira escrito por Gustavo Cerbasi inspirou a história de Tino, um instrutor de academia atlético e simples que, depois de ganhar R$ 100 milhões na loteria, em dez anos vira um boa-vida gorducho e mão-aberta – obviamente o papel de Hassum. Sua mulher, Jane (Danielle Winits), mãe de dois filhos, se transforma numa perua tão esbanjadora que, dizem, se fosse casada com Eike Batista faria ele “virar vendedor de coco em dois tempos”.

Pois essa vida de excessos, regada a viagens em gravidade zero, Ferraris e shows exclusivos de Ivete Sangalo, leva a família à falência. Só que Tino não pode contar a verdade para Jane – grávida, ela corre o risco de perder o filho, já que tem a saúde fragilizada por ter feito 28 cirurgias plásticas (!). O desafio passa a ser, então, manter as aparências sem um tostão no banco, enquanto o vizinho Amauri (Kiko Mascarenhas), um consultor financeiro, dá dicas para Tino se controlar.

Leandro Hassum e Danielle Winits em ação durante cena do longa ‘Até que a sorte nos separe’, comédia dirigida por Roberto Santucci (Foto: Divulgação)

Tudo serve de pretexto para Leandro Hassum fazer o que sabe, a começar pelas caretas e grunhidos que já mostrava na TV, mas agora com um pouco mais de liberdade. Santucci deixava a câmera ligada para que o ator improvisasse à vontade, e daí saem os melhores momentos do filme. Da mesma forma que Ingrid Guimarães segurava “De Pernas pro Ar”, Hassum garante algumas risadas.

De resto, “Até que a Sorte Nos Separe” apela para o ridículo (flatulência, “cofrinhos” à mostra) e piadas batidas – haja paciência para ainda aguentar boladas no saco, dentes cuspidos depois de uma paulada e alguém fingindo ser gay (no caso, Ailton Graça). As referências a “Flashdance”, “Apertem os Cintos, o Piloto Sumiu!” e “De Volta para o Futuro” com boa vontade podem ser encaradas como homenagem, mas parece ser mais o caso de reciclagem mesmo.

Hassum e Winits, ambos estreando como protagonistas no cinema, se mostram competentes em cena e com boa química, mas a parcela dramática da história é tão superficial que desanima. Um filme genérico, que se não contribui artisticamente, ao menos sustenta o mercado – o público deve se divertir – e replica o padrão técnico das produções norte-americanas que emula: é saudável ver, por exemplo, um merchandising que não seja gritante e créditos com uma arte bacana. De originalidade e ambição, “Até que a Sorte Nos Separe” não tem nada, mas faz a roda do cinema nacional girar.

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Cinema

Kit Harington se ‘engasga’ em cena de beijo com Emilia Clarke

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Agência Estado
Kit Harington se ‘engasga’ em cena de beijo com Emilia Clarke

O canal no YouTube de Game of Thrones publicou um vídeo de bastidores da série nesta segunda-feira, 15, e um detalhe chamou atenção.

ALERTA: se você ainda não assistiu ao primeiro episódio da oitava temporada, aqui seguirá um spoiler.

No episódio que foi ao ar no último domingo, 14, Jon Snow descobriu que o relacionamento íntimo que estava tendo com Daenerys Targaryen era, na verdade, incesto. Ela é tia do rapaz

Se os fãs ficaram horrorizados, Kit Harington também parece ter ficado. O vídeo dos bastidores mostra o ator se ‘engasgando’ depois de gravar uma cena de beijo com a atriz Emilia Clarke.

Em entrevista à revista Variety, Emilia disse como era “estranho” gravar as cenas de romance na sétima temporada. “A primeira cena que tivemos juntos nós dois começamos a rir”, disse ela.

Harington também falou da amizade entre os dois e do constrangimento de gravar cenas como essa. “Emilia e eu temos sido melhores amigos ao longo de sete anos e quando tivemos de nos beijar, parecia muito estranho. Emilia, Rose e eu somos bons amigos, então mesmo pensando que somos atores e esse é nosso trabalho, há um elemento de estranheza quando nós três estamos jantando e tivemos uma cena de beijo naquele dia”, disse ao jornal Mirror.

Assista abaixo:

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Cinema

‘O Rei Leão’ ganha trailer oficial; VEJA

Na versão em inglês, Donald Glover e Beyoncé fazem as vozes de Simba e Nala, respectivamente. Filme estreia dia 18 de julho no Brasil.

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Do G1
'O Rei Leão' — Foto: Divulgação

A Disney divulgou nesta quarta-feira (22) o trailer oficial da versão em computação gráfica de “O Rei Leão”. Assista ao vídeo acima.

Dirigido por Jon Favreau (“Mogli: O menino lobo”), o filme estreia no Brasil no dia 18 de julho de 2019 e deve contar com a mesma trilha sonora da animação clássica.

A versão em inglês contará com vozes de Donald Glover (“Han Solo: Uma história Star Wars”) como Simba, da cantora Beyoncé como Nala, de Seth Rogen (“É o fim”) como Pumba e do retorno de James Earl Jones como Mufasa.

‘O Rei Leão’ — Foto: Divulgação

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Cinema

‘Capitã Marvel’: diretora explica motivo de heroína não sorrir

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Do MSN

Capitã Marvel tem feito sucesso nas bilheterias, mas uma questão tem intrigado os fãs: por que Brie Larson não sorri durante o filme? A questão foi respondida pela diretora Anna Boden, em entrevista ao Empire Film Podcast na sexta-feira (15).

Ela explica que o cinema reproduz padrões da realidade, incluindo o padrão de mulher simpática e sorridente, que existe no universo machista. No filme, esse ideal se reproduz quando um motoqueiro pede para a heroína sorrir.

“Se você falar com qualquer mulher, ela vai dizer que isso que aconteceu com a Capitã já se deu inúmeras vezes com ela. Estamos explorando a experiência feminina nas telas. Ter isso como parte do debate é algo que eu acho importante”, disse Anna.

A temática feminina da obra aparece também nas músicas: Capitã Marvel é o primeiro filme da produtora com trilha sonora composta por uma mulher.

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