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Cinema

‘Tenho sido muito feliz dirigindo’, diz Selton Mello após ganhar 12 prêmios

‘O palhaço’ foi o maior vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Deborah Secco ganhou como melhor atriz, pelo filme ‘Bruna Surfistinha’.

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Longe dos clichês de violência nas favelas e miséria no sertão, “O palhaço” se consagrou como o maior vencedor, com 12 estatuetas, no 11º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, realizado na noite desta segunda-feira (15), no Theatro Municipal, no Rio de Janeiro. A crise de identidade, tema central do filme, parece não ser problema para Selton Mello, que mais uma vez confirmou o sucesso da dobradinha ator e diretor, conquistando os troféus nas duas categorias.

O longa é a aposta do Brasil para o Oscar e concorre com outras 70 produções a uma das cinco indicações na categoria melhor filme estrangeiro.

Selton Mello, junto de Betty Faria e José Wilker, recebe um dos prêmios por ‘O palhaço’ (Foto: G1/Alexandre Durão)

“Eu tinha a pretensão de tentar fazer um filme que se comunicasse com o grande público, mas que ao mesmo tempo fosse cinema, ou seja, que tivesse espaço para reflexão, porque acho que é tudo meio polarizado, existem os filmes de grande público e filmes muito herméticos. Eu tinha vontade de tentar fazer algo no meio do caminho, e de uma certa maneira “O palhaço” conseguiu isso, grande parte desse intento. “O palhaço” foi muito feliz aqui no Brasil, foi uma carreira gloriosa com 1,5 milhão de espectadores e muito bem recebido pela crítica. Esse filme uniu essas duas coisas que eu sonhava”, disse Selton.

Carreira de diretor
Ao receber o prêmio de melhor direção, desbancando nomes como Andrucha Waddington e Eduardo Coutinho, Selton agradeceu e disse que esse era o melhor incentivo para seguir na carreira.

“Dirigir é uma forma de escrever coisas que eu sinto e expressar meus anseios, devaneios, meus sentimentos mais profundos, de ocupar a tela com o máximo da minha expressividade, com tudo que eu possa imaginar. Eu tenho sido muito feliz dirigindo, esse prêmio significa um “segue aí garoto””, declarou.

Selton contou que inicialmente convidou Wagner Moura para interpretar o palhaço Pangaré. No entanto, o ator declinou porque estava envolvido com as gravações de “Tropa de elite 2”. Depois, ele procurou por Rodrigo Santoro, que também não aceitou, por conflito de agenda.

“Era tudo muito natural, era um personagem que eu sabia como ele gostaria que ele fosse. O que deu menos trabalho foi atuar, eu já sabia o que queria desse personagem”, concluiu o ator.

Deborah Secco ganha como melhor atriz
Outro destaque a premiação foi Deborah Secco, que ganhou como melhor atriz, pelo filme “Bruna Surfistinha”. Morena e com os cabelos curtos, bem diferente da garota de programa que viveu no cinema, Deborah disse que esse foi o personagem mais difícil que já interpretou.

“Foi o papel mais difícil, não só pela personagem, mas por ser no cinema, e eu domino muito mais a televisão. A Bruna me fez conhecer o universo do cinema intensamente. Tive que me despir de todo e qualquer preconceito. No cinema a tela é grande, o som é alto, tudo que você faz tem que ser de verdade. Minha vida mudou em todos os sentidos. Quero mais desafios, quero fazer mais cinema”, falou a atriz.

O grande homenageado da noite foi o diretor Cacá Diegues, que completa 50 anos de carreira. Betty Faria e José Wilker, que estrelaram “Bye, Bye, Brasil”, um dos clássicos do cineasta, relembraram no palco a “caravana rolidei”.

“Quanta surpresa! Quando o Roberto me ligou, disse que era novinho demais para receber uma homenagem como essa. No geral, esse tipo de homenagem se presta para quem se aposentou ou morreu, que são duas coisas que eu acho que nunca vão acontecer comigo. Tomo essa homenagem como estimulo para recomeçar, ainda mais no Brasil, onde está sempre acontecendo coisas novas. Acho que o cinema brasileiro poderia ser no século XXI, o que Hollywood foi no século XX. Como acho que isso não vai acontecer, continuo fazendo o meu papel e acho que cada um deve continuar fazendo o seu”, falou o diretor.

Veja a lista completa de vencedores do 11º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, marcados em negrito:

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
André Ristum, Marco Dutra E Octávio Scopelliti, por “Meu país”
Bruno Mazzeo, Rosana Ferrão, José Alvarenga Jr. e Marcelo Saback, por “Cilada.com”
Cláudio Torres, por “O homem do futuro”
Jeferson De e Newton Cannito, por “Bróder”
José De Carvalho r Marcelo Laffitte, por “Elvis e Madona”
Marcelo Vindicatto e Selton Mello, por “O palhaço”

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Antonia Pellegrino, Homero Olivetto e José Carvalho, por “Bruna Surfistinha”.
Braulio Mantovani, A.C. e Thiago Dottori, A.C. por “Vips”
Cecília Amado e Hilton Lacerda, por “Capitães da areia”
Domingos Oliveira, por “Todo mundo tem problemas sexuais”
Marcelo Rubens Paiva, por “Malu de bicicleta”

MELHOR FIGURINO
Kika Lopes, por “O palhaço”
Letícia Barbieri, por “Bruna Surfistinha”
Marcelo Pies, por “O homem do futuro”
Marjorie Gueller, por “Capitães da areia”
Tatiana Hernández, por “Lope”

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
Adrian Cooper, por “Capitães da areia”
Alexandre Meyer, por “Assalto ao Banco Central”
Carlos Bodelón, César Macarrón e Lilly Kilvert, por “Lope”
Claudio Amaral Peixoto, por “O palhaço”
Yurika Yamazaki, por “O homem do futuro”

MELHOR MAQUIAGEM
Denise Borro e Marina Beltrão por “Capitães da areia”
Gabi Moraes, por “Bruna Surfistinha”
Marina Beltrão, por “Elvis e Madona”
Marlene Moura e Rubens Libório, por “O palhaço”
Martín Macías Trujillo, por “O homem do futuro”

MELHOR TRILHA SONORA
Cláudio Kahns a partir da obra dos Mamonas Assassinas, por “Mamonas para sempre”
Edu Lobo, por “Não se preocupe, nada vai dar certo”
Jeferson De e João Marcelo Boscoli, por “Bróder”
Lenine, por “Amor?”
Vladimir Carvalho, por “Rock Brasília”

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
André Moraes e Chris Pitman, por “Assalto ao Banco Central”
Antonio Pinto, por “Vips”
Carlinhos Brown, por “Capitães da areia”
Dado Villa-Lobos, por “Malu de bicicleta”
Plínio Profeta, por “O palhaço”

MELHOR SOM
Alessandro Laroca, Armando Torres Jr e Romeu Quinto, por “Vips”
Aloysio Compasso, José Louzeiro e Patrick O”Sulivan, por “Lixo extraordinário”
Branko Neskov, George Saldanha e Simone Petrillo, por “Capitães da areia”
George Saldanha, Luiz Adelmo E Paulo Gama, por “O palhaço”
Jorge Saldanha, Miriam Biderman, Ricardo Reis E Rodrigo Noronha, por “O homem do futuro”

MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO
“Cisne negro” (“Black swan”, EUA), de Darren Aronofsky
“Um conto chinês” (Un cuento chino”, Argentina / Espanha), de Sebastián Borensztein
“Meia-noite em Paris” (“Midnight in Paris”, EUA / Espanha), de Woody Allen
“A pele que habito” (“La piel que habito”, Ficção, Espanha), de Pedro Almodóvar
“Rio” (“Rio”, Animação, EUA), de Carlos Saldanha

MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO
“Contagem”, de Gabriel Martins e Maurílio Martins
“Entre muros”, de Adriana Tenório
“Máscara negra” de Renê Brasil
“Pra eu dormir tranquilo”, de Juliana Rojas
“Último dia”, de Christopher Faust

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
“Angeli 24 horas”, de Beth Formaggini
“Gigante de papelão”, de Barbara Tavares
“Ovos de dinossauro na sala de estar”, de Rafael Urban
“Praça Walt Disney”, de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira
“Procurando Madalena”, de Ricardo Sá
“A verdadeira história da bailarina de vermelho”, de Alessandra Colassanti e Samir Abujamra

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO
“As aventuras de Paulo Bruscki”, dirigido por Gabriel Mascaro
“Céu no andar de baixo”, de Leonardo Cata Preta
“Céu, inferno e outras partes do corpo”, de Rodrigo John
“Engolelogoumajacaentão”, de por Alex Antunes, Guilherme Coutinho, Marão, Tiago
“Furicó e Fiofó”, de por Fernando Miller
“Sambatown”, de por Cadu Macedo

MELHOR MONTAGEM FICÇÃO
Eduardo Hartung, por “Capitães da areia”
Felipe Lacerda, por “Assalto ao Banco Central”
Jeferson De e Quito Ribeiro, por “Bróder”
Manga Campion e Oswaldo Santana, por “Bruna Surfistinha”
Marilia Moraes e Selton Mello, por “O palhaço”

MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO
Anna Penteado, Bruna Callegari, Diana Zatz, Felipe Igarashi e Rafael
Buosi, por “Mamonas para sempre”
Ava Gaitán Rocha, por “Estrada real da cachaça”
Baú Carvalho E Henrique Dantas, por “Filhos de João, o admirável mundo novo baiano”
Jordana Berg, por “As canções”
Pedro Kos, por “Lixo extraordinário”
Sérgio Azevedo e Vladimir Carvalho, por “Rock Brasília”

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
Adrian Teijido, por “O Palhaço”
Gustavo Habda, por “Bróder”
Lula carvalho, por “Estamos Juntos”
Ricardo Della Rosa, por “Lope”
Ricardo Della Rosa, por “O homem do futuro”

MELHOR EFEITO VISUAL
André Kapel, por “Bróder”
Cláudio Peralta, por “O homem do futuro”
Cláudio Peralta e Marcelo Siqueira, por “Lope”
Diego Velasco-De Armas, por “Onde está a felicidade?”
Eduardo Souza E Rodrigo Lima, por “Bruna Surfistinha”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Cassia Kiss, por “Bróder”
Dira Paes, por “Estamos juntos”
Drica Moraes, por “Bruna surfistinha”
Fabiana Karla, por “O palhaço”
Fabíula Nascimento, por “Bruna Surfistinha”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Ailton Graça, por Bróder”
Cauã Raymondm por “Estamos juntos”
Jonathan Haagensen, por “Bróder”
Paulo José, por “O palhaço”
Tonico Pereira, por “Assalto ao Banco Central”

VOTO POPULAR – MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO
“Assalto ao Banco Central”, de Marcos Paulo
“Bróder”, de Jeferson De
“Bruna Surfistinha”, de Marcus Baldini
“O homem do futuro”, de Cláudio Torres
“O palhaço”, de Selton Mello

VOTO POPULAR – MELHOR LONGA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO
“À margem do lixo”, de Evaldo Mocarzel
“As canções”, de Eduardo Coutinho
“Diário de uma busca”, de Flavia Castro
“Lixo extraordinário”, de João Jardim, Karen Harley e Lucy Walker
“Quebrando o tabu”, de Fernando Grostein Andrade
“Rock Brasília”, de Vladimir Carvalho

VOTO POPULAR – MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO
“Cisne negro” (Black Swan, Ficção, EUA), de Darren Aronofsky
“Um conto chinês” (Un Cuento Chino, Ficção, Argentina / Espanha), de Sebastián Borensztein
“Meia-noite em Paris” (Midnight in Paris, Ficção, EUA / Espanha), de Woody Allen
“A pele que habito” (La Piel que Habito, Ficção, Espanha), de Pedro Almodóvar
“RIO” (Rio, Animação, EUA), de Carlos Saldanha

MELHOR LONGA–METRAGEM INFANTIL
“Palavra cantada 3D – Show brincadeiras musicais”, de Carlos Garcia Magalhães e Marcelo Siqueira
“Uma professora muito maluquinha”, de André Alves Pinto e Cesar Rodrigues

MELHOR LONGA-METRAGEM DE DOCUMENTÁRIO
“À margem do lixo”, de Evaldo Mocarzel
“As canções”, de Eduardo Coutinho
“Diário de uma busca”, de Flavia Castro
“Lixo extraordinário”, de João Jardim, Karen Harley e Lucy Walker
“Quebrando o tabu”, de Fernando Grostein Andrade
“Rock Brasília”, de Vladimir Carvalho

MELHOR ATOR
Caio Blat, por “Bróder”
Cassio Gabus Mendes, por “Bruna Surfistinha”
Selton Mello, por “O palhaço”
Wagner Moura, por “Vips”
Wagner Moura, por “O homem do futuro”

MELHOR ATRIZ
Alinne Moraes, por “O Homem do futuro”
Débora Falabella, “Meu país”
Deborah Secco, por “Bruna Surfistinha”
Leandra Leal, por “Estamos juntos”
Simone Spoladore, por “Elvis e Madona”

MELHOR DIREÇÃO
Andrucha Waddington, por “Lope”
Cláudio Torres, por “O homem do futuro”
Eduardo Coutinho, por “As canções”
Jeferson De, por “Bróder”
Selton Mello, por “O palhaço”

MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO
“Assalto ao Banco Central”, de Marcos Paulo
“Bróder”, de Jeferson De
“Bruna Surfistinha”, de Marcus Baldini
“O homem do futuro”, de Cláudio Torres
“O palhaço”, de Selton Mello

PRÊMIO ESPECIAL DE PRESERVAÇÃO
Gustavo Dahl

LONGA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO – MENÇÃO HONROSA
“Brasil Animado 3D”, de Mariana Caltabiano

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Cinema

Novo O Rei Leão divide opiniões de críticos de cinema nos EUA

Filme dirigido por Jon Favreau não empolgou a imprensa norte-americana. Estreia em 18 de julho no Brasil.

Publicado em

Do Metrópoles
Foto: DISNEY/DIVULGAÇÃO

O remake de O Rei Leão, realizado pela Disney com animação fotorrealista, já foi visto por vários críticos de cinema nos Estados Unidos. A uma semana da estreia, o filme inspirado no desenho de 1994 parece não ter empolgado os especialistas. Com direção de Jon Favreau (Mogli, Chef e papel de Happy no Universo Cinematográfico Marvel), estreia no Brasil em 18 de julho, um dia antes do lançamento por lá.

Um bom indicativo é a nota média dos sites Rotten Tomatoes e Metacritic, que agregam opiniões e avaliações dos principais nomes da imprensa cultural dos EUA. No primeiro, a aprovação parou em 57% até a publicação desta matéria. No segundo, o filme atraiu 55 de 100 pontos possíveis.

Apesar da óbvia filiação do novo O Rei Leão à onda de clássicos revisitados em live action, a Disney e a imprensa estrangeira têm evitado o termo, já que a participação de atores na produção se restringiu à dublagem dos animais.

Bilheterias

Candidato a registrar uma das maiores bilheterias de 2019, O Rei Leão deve estrear nos EUA com arrecadação variando entre US$ 150 milhões e US$ 170 milhões, de acordo com analistas de Hollywood. Outros remakes recentes da Disney também tiveram recepção moderada da crítica, mas se provaram imunes a resenhas negativas nas bilheterias.

Aladdin, mais recente da safra de animações revisitadas, marcou 57% no Rotten Tomatoes e 53 no Metacritic. Acumula US$ 925 milhões mundialmente. Por outro lado, Dumbo foi mal avaliado (46% no RT e 51 no Meta) e patinou nas bilheterias, com US$ 351 milhões.

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Cinema

‘O Rei Leão’ terá Iza e Ícaro Silva dublando Nala e Simba

Cantora dubla personagem que tem Beyoncé na voz original e ator assume o posto de Donald Glover. Refilmagem do desenho da Disney estreia em 18 de julho no Brasil.

Publicado em

Do G1
Ícaro Silva e Iza — Foto: Divulgação/Caroline Lima

Iza e Ícaro Silva foram anunciados nesta quinta-feira (27) entre os dubladores dos personagens de “O Rei Leão”, refilmagem do desenho da Disney.

Ela será Nala, dublada por Beyoncé no original, e ele fará a voz de Simba, assumindo o posto de Donald Glover. A lista também tem nomes como João Acaiabe (Rafiki), Graça Cunha (Sarabi) e Robson Nunes (Kamari).

O filme estreia no Brasil no dia 18 de julho, com a mesma história da animação lançada em 1994, mas em uma versão realista.

“O Rei Leão é um filme que marca emocionalmente todo mundo que assiste pela primeira vez. Foi uma grande emoção poder dublar a Nala e participar dessa nova versão”, explicou Iza.
“Quando me ligaram para contar que eu tinha sido escolhido para dublar o Simba eu fingi naturalidade, mas na verdade eu estava chorando de felicidade”, contou Ícaro.

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Cinema

Animação de ‘Velozes e Furiosos’ ganha primeiro teaser

Publicado em

Agência Estado

DreamWorks divulgou nesta quinta-feira, 13, o primeiro teaser de Fast & Furious: Spy Racers, a animação de Velozes e Furiosos. A produção, que ainda não tem data de estreia definida, estará disponível na Netflix.

O título da série já aparece no catálogo da plataforma de streaming, mas sem muitos detalhes.

A empresa define o gênero da produção como “programa infantis” e “desenhos animados”. Há também uma breve sinopse.

“Aventuras não faltam quando um grupo de adolescentes se infiltra em uma liga de corridas de elite controlada por uma organização que quer dominar o mundo”, descreve a Netflix.

O teaser não diz muito, mas já aquece os motores para as próximas novidades da série. Confira abaixo:

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