“Universidade Monstros” tem estreia mundial nesta sexta

Continuação da animação estréia doze anos depois de “Monstros S.A.”

MIKE WAZOWSKI EM UNIVERSIDADE MONSTROS (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Doze anos depois de o mundo se encantar com Monstros S.A., a Pixar/Disney lança em estreia mundial nesta sexta-feira, 21, Universidade Monstros (Monsters University). O longa-metragem de animação conta a história de como tudo começou. Tudo, no caso, é como Mike Wazowski e James P. Sullivan se tornaram amigos e como começaram a trabalhar na empresa Monstros S.A.

Dirigido por Dan Scanlon em sua estreia na função em animações, “Universidade Monstros” traz Mike ainda na infância e na adolescência, época em que ele apenas sonhava em ter um emprego como “assustador”. Quando consegue entrar para a universidade, tem a ambição de frequentar as aulas de susto, mas precisa provar que é capaz, pois, aparentemente, não provoca medo em ninguém.

Durante essas aulas, Mike conhece Sulley, mas é hostilizado pelo gigante peludo, assim como pelos outros monstros da universidade. Ele sofre um verdadeiro bullying antes de ter o “emprego dos sonhos”!

Se “Monstros S.A.” trouxe história divertida e inusitada, além de técnica inovadora e impecável, a continuação não traz novidades ao espectador, a não ser alguns personagens e diálogos engraçados. O primeiro filme da franquia, lançado em 2001, recebeu quatro indicações ao Oscar e venceu em uma (Melhor Canção Original, If I Didn”t Have You). O prêmio de Melhor Longa-Metragem de Animação naquele ano ficou para Shrek, da DreamWorks.

Vale lembrar também que Monstros S.A. tornou-se o filme de animação mais visto no ano de seu lançamento. A história sobre os monstros que trabalham em uma fábrica que se dedica a arrancar e guardar os gritos dos pequenos, então dirigido por Pete Docter, serviu de laboratório para os lançamentos seguintes do estúdio, na arte de produzir animações 3D com pelos e cabelos.

UNIVERSIDADE MONSTROS (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Em versões 2D e 3D, Universidade Monstros não é o melhor filme do estúdio nem mais o inovador, mas é capaz de provocar boas gargalhadas com seus diálogos descolados.
Em tempo: Não saia antes do final dos créditos. E é durante os créditos que o espectador descobre que Michel Teló teve uma participação na versão dublada – mas passa desapercebida durante a projeção.

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