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Beatriz Segall morre em SP aos 92 anos

Atriz que consagrou a personagem Odete Roitman na novela ‘Vale Tudo’ estava internada com problemas respiratórios.

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A atriz Beatriz Segall durante entrevista na capital paulista, em 2011 (Foto: Thiago Teixeira/Estadão Conteúdo)

A atriz Beatriz Segall morreu nesta quarta-feira (5) aos 92 anos, informou a assessoria de imprensa do hospital Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo, onde ela estava internada.

Em uma carreira de mais de 70 anos dedicada aos palcos e à TV, Beatriz Segall viveu em 1988 o papel que a eternizou na teledramaturgia brasileira. Após 192 capítulos da novela “Vale tudo”, a vilã interpretada pela atriz carioca morria com três tiros e fazia o país inteiro se perguntar: “Quem matou Odete Roitman?”

Beatriz Segall esteve internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, e tinha recebido alta no dia 21 de agosto por problemas respiratórios. O hospital não informou quando ela voltou a ser internada. A causa da morte não foi divulgada.

Confira depoimentos da atriz, cenas de destaque e trajetória completa no Memória Globo

Segundo a assessoria de imprensa da atriz, Beatriz Segall morreu por volta de 12h. Ela será velada no próprio hospital a partir das 19h e o corpo será cremado nesta quinta-feira (6) em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.

Beatriz Segall na minissérie ‘A, E, I, O… Urca’, de 1990 (Foto: Acervo TV Globo)

Saúde

Em 2013, Beatriz Segall tropeçou em pedras portuguesas soltas em uma calçada da Gávea, Zona Sul do Rio, e ficou pelo menos 20 dias em casa para se curar de um grande hematoma em seu rosto. Na ocasião, o ex-prefeito Eduardo Paes pediu desculpas à atriz.

Em 2015, Beatriz Segall se machucou com gravidade ao cair no palco durante a apresentação da peça “Nine – Um Musical Feliniano”, em São Paulo. Naquela ocasião, ela passou por uma cirurgia no braço direito e acabou substituída no espetáculo.

A última participação da atriz na TV foi na série “Os experientes”, há quase três anos.

Carreira

Odete Roitman foi a personagem que marcou a carreira de Beatriz Segall na TV brasileira. A associação com a sofisticada personagem da novela de Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères foi tanta que Segall passou a receber apenas convites para papéis refinados.

“Odete Roitman é uma personagem que vai ficar na história; não por um valor meu, mas por tudo o que a novela reuniu. Até hoje eu sou chamada de Odete na rua. Em Cuba me chamaram de Dona Odete”, disse a atriz.

“Criou-se um mito, que atrapalha um pouco, de sempre fazer papel de chique, de bem-vestida. Eu queria fazer o papel de uma mulher bem povão, mas o público não aceitou.”

Odete Roitman (Foto: Rede Globo)

Teatro

Nascida em 25 de julho de 1926 no Rio de Janeiro, Segall fez sua primeira peça durante um exercício de língua na Aliança Francesa. Convidada para se tornar profissional, recusou por causa da desaprovação do pai, que queria que ela fosse professora.

Pouco depois ela participou de um filme, “A beleza do diabo” (1950), quando decidiu fazer um curso de intepretação. Após participar de um trabalho semiamador com outras atrizes que também estavam começando, como Fernanda Montenegro e Nicette Bruno, foi à França estudar teatro e literatura.

Ao retornar ao Brasil, recusou outra peça e ficou por 14 anos como dona de casa, após se casar com o museólogo, exonomista e autor teatral Maurício Segall, filho do artista Lasar Segall. Até que em 1964 aceitou um papel no Teatro Oficina a convite do diretor José Martinez Corrêa.

Além de atuar em algumas novelas e filmes, recuperou com o marido o Teatro São Paulo, que administrou até 1974.

Na TV

A estreia na Globo aconteceu em 1978, na novela “Dancin’ days”. Após agradar o público, no ano seguinte esteve na novela “Pai herói”, quando viveu a vilã Norah.

Em 1980, participou do premiado filme “Pixote, a lei do mais fraco”, dirigido por Hector Babenco. Oito anos depois, após passagem por outras emissoras, voltou à Globo para viver seu papel mais icônico.

Beatriz Segall durante entrevista, em São Paulo, em julho de 2011 (Foto: Thiago Teixeira/Estadão Conteúdo/Arquivo)

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Roberto Leal, cantor português, morre aos 67 anos em SP

Cantor, conhecido pelas músicas ‘Arrebita’ e ‘Bate o pé’, estava internado havia 5 dias no Hospital Samaritano e morreu em decorrência de insuficiência renal causada por tumor.

Publicado em

Do G1
Roberto Leal — Foto: Divulgação/Blog oficial/vasco.com.br

O cantor português Roberto Leal morreu na madrugada deste domingo (15), em São Paulo, aos 67 anos. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Hospital Samaritano, onde o cantor estava internado. Ele ficou conhecido pelas músicas “Arrebita” e “Bate o pé”.

O cantor deixa a mulher, Márcia Lúcia, e três filhos.

A morte ocorreu devido a um melanoma maligno (tumor) que evoluiu, atingindo o fígado e causando síndrome de insuficiência hepato-renal. O cantor fez tratamento contra o câncer por dois anos. Segundo a assessoria de imprensa do cantor, Leal foi internado no hospital na última terça-feira (10).

O velório será na segunda-feira (16) na Casa Portugal, das 7h às 14h. O enterro será à tarde, no Cemitério de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, informou o empresário do cantor há mais de 40 anos, José Sá.

“A luta era uma luta feroz, ia fazer três anos que ele lutava. Começou na vista passou para a perna, coluna e depois descobrimos que tomou o corpo”, explicou o empresário, em relação ao tumor.

“Nós mantínhamos a agenda normal. Nesses três anos cancelamos 6 shows que ele teve que ficar no hospital. A cada 15 dias ele vinha, segunda e terça e depois tocava a agenda”, disse o empresário.

Roberto Leal morava na capital paulista havia alguns anos.

Benfica e Brasil

O filho mais velho do cantor, Rodrigo Leal, falou da paixão do pai pelo time de futebol português Benfica e pelo Brasil.

“Ele falava que o artista nunca pode falar a camisa do futebol que ele torce, nem a religião que tem. Ele era muito autêntico, muito católico e em Portugal ele tinha uma paixão, que era o Benfica. No Brasil torcíamos pelos times da nossa colônia, a Portuguesa de Desportos e o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. Ele sempre vibrava muito com o Benfica, era nossa desforra como a gente aqui não conseguia ser campeão com a Portuguesa, com o Benfica lá tinha isso quase todos os anos, era uma das paixões que ele tinha”, disse.

A última coisa que conversaram, conta Rodrigo, foi sobre um jogo do Benfica. “Papo de pai e filho para animar, sabe. Ele estava muito sereno, deitadinho. Eu falei pra ele que o Benfica ganhou, em casa, de 2 a 0, ele era benfiquense roxo. Se tinha uma coisa que ele parava para fazer no final de semana, quando não tinha show, era ver o Benfica. Ele era autenticamente português”, disse.

Mas o amor de Roberto Leal era pelo Brasil.

“O Brasil, aquilo que eu te falei, é verdade. Eu faço um desafio de quantos artistas tiveram essa atenção, esse carinho no país dos outros. Portugal chama ele de português brasileiro. E ele tem uma música que diz isso, ‘sou português brasileiro’. Ele era um cara que se apaixonou pelo Brasil de verdade. Se você pegar a discografia do meu pai você vai ver isso. Ele gravou no Maranhão, Recife, Piauí, São Paulo, etc. Se você for procurar dentro da discografia dele, vai ver que ele se deixou misturar. Essa é a grande obra artística dele”, contou.

No final de 2014, o compositor lançou o álbum ‘Obrigado, Brasil!’ — Foto: Divulgação

Carreira

Em 45 anos de carreira, Roberto Leal vendeu mais de 17 milhões de discos e gravou mais de 400 músicas. Entre elas, também estão faixas como “Bate o pé” e “A festa ainda pode ser bonita”.

Nascido em Macedo de Cavaleiros, no norte de Portugal, o cantor se mudou para o Brasil aos 11 anos, com os pais e nove irmãos. Em São Paulo, trabalhou como sapateiro e vendedor em uma feira.

Em 1978, protagonizou o filme “O milagre – O poder da fé”, inspirado em sua própria história.

No final dos anos 80, voltou a morar em Portugal para se dedicar ao mercado musical europeu. Nesse período, comandou um programa na TV do país.

Mais de 20 anos depois do lançamento de “Arrebita”, a popularidade do cantor ganhou vida nova quando, em 1995, os Mamonas Assassinas lançaram “Vira-vira”, que satiriza músicas dele.

Em entrevistas, Leal costumava dizer que se sentia homenageado pelo grupo.

Retornou ao Brasil em 1998 e, dois anos depois, lançou o disco “Roberto Leal canta Roberto Carlos”. Seguiu produzindo discos e coletâneas. O último, “Arrebenta a festa”, saiu em 2016.

Em 2018, foi candidato a deputado estadual de São Paulo pelo PTB, mas não conseguiu se eleger.

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Caio Castro sofre acidente e capota carro em competição; veja vídeo

Após o susto, ator tranquilizou os fãs: ‘Estou inteiro’.

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Do Correio
(Reprodução/Instagram)

O ator Caio Castro, que interpreta Rock na novela das nove da Globo, A Dona Do Pedaço, passou por um susto de tirar o fôlego neste sábado (24). Durante participação na Super Prime do Rally dos Sertões, que aconteceu em Campo Grande (MS), no Mato Grosso do Sul, o carro em que ele competia sofreu um acidente e capotou cerca de quatro vezes seguidas. Embora o vídeo do momento mostre com exatidão a gravidade do incidente, o artista não ficou ferido.

A competição da noite fazia parte da etapa semifinal do rally, e foi realizada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Em um determinado momento, o veículo em que Caio Castro estava perdeu o controle e capotou diversas vezes. Marcos Ponstein, responsável por ajudar na orientação do trajeto, estava dentro do carro e sofreu algumas lesões no braço e precisou de atendimento médico. Por medidas de segurança, o ator também passou por uma série de exames, e todos constaram que ele estava bem.

“Tudo certo. Eu peguei um ‘bump’ ali que não esperava. Mas está tudo certo”, revelou o artista logo em seguida ao acidente para os jornalistas. De acordo com o canal Fox Sports Brasil, mesmo com o acidente, Caio Castro figurava entre os oito melhores da competição. Por isso, ele ainda tentou arrumar um meio para conseguir um veículo em que pudesse competir na final deste domingo (25), o que não aconteceu.

Segundo informações do blogueiro Hugo Gloss, que tem contato próximo à Caio, o ator já voltou para casa. Em suas redes sociais, ele tranquilizou os fãs com um post feito diretamente do avião. “Voltando mais cedo pra casa !!! Hora de hidratar e descansar. De 60 carros, 3° melhor tempo. No mata a mata, cheguei na semifinal. E a capotagem, que me rendeu perda total no carro e uma experiência completa de rally na minha estreia na competição @sertoes. Estou inteiro e feliz !!! Obrigado e desculpas ao meu navegador, Melado”, escreveu na legenda.

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Ator João Carlos Barroso morre aos 69 anos

Ator lutava contra um câncer. Amigos e familiares lamentam morte nas redes sociais.

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Do G1
O ator João Carlos Barroso — Foto: Globo/Estevam Avellar

O ator João Carlos Barroso morreu nesta segunda-feira (12), aos 69 anos. Ele lutava contra um câncer.

João Carlos de Albuquerque Melo Barroso nasceu em 28 de fevereiro de 1950, no Rio de Janeiro. Sua estreia na TV aconteceu em 1965 na série “Rua da Matriz”. Em seu currículo, o ator tem dezenas de novelas como “Roque Santeiro”, “Estupido cupido”, “O Bem amado”, “Pecado Capital”, “Pedra sobre pedra”, entre outras.

No cinema, estrelou filmes como “A espada era a lei” (1963) e “O pistoleiro” (1976). Entre seus trabalhos mais recentes estão as inúmeras participações no humorístico “Zorra“ além da novela “Sol Nascente”, onde interpretou o delegado Mesquita.

Em gravação do “Zorra”: Os personagens Figueira (Felipe Wagner), Jim (Anderson Oliveira) e Sampaio (João Carlos Barroso) — Foto: TV Globo/ Estevam Avellar

Uma sobrinha do ator compartilhou uma mensagem homenageando o tio. “O céu está em festa aguardando a sua chegada hoje ao som de Dire Straits, com muito futebol, cantoria e sorrisos! A saudade é eterna e você mora pra sempre em nossos corações! Te amo infinito.”

 

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Descanse em paz tio querido! Pessoa mais bondosa e carinhosa que já conheci, tanto amor pela família que não cabia em você, você sempre se preocupou antes com os outros e com você por último né? Obrigada pela sua generosidade de alma, pelos seus sorrisos largos, abraços e pelo seu imenso carinho! Tão carismático mas tão tímido, tinha vergonha de andar por aí pois toda hora era parado por algum fã hahaha e ficava todo vermelho! Tão querido, um artista exemplar que é raro de se ver hoje em dia. Minha paixão por azul e verde devo a você, me lembro eu bem pequena na sua casa eu adorava suas coleções e decorações tudo azul e verde! Eu sempre falava quero ser atriz, me leva com você e nunca deixou, mas me levou pra passear na cidade cenográfica e nunca esqueci desse dia! Recentemente você estava cantando, fazendo aulas e estava muito feliz, isso é o que importa no final de tudo! O céu está em festa aguardando a sua chegada hoje ao som de Dire Straits, com muito futebol, cantoria e sorrisos! A saudade é eterna e você mora pra sempre em nossos corações! Te amo infinito ❤️❤️❤️❤️❤️🙏🏽🙏🏽🙏🏽🙏🏽🙏🏽 #joãocarlosbarroso #rip #love

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Tássia Camargo, que trabalhou com o ator em “Pão Pão, Beijo Beijo” e “Salvador da Pátria”, prestou homenagem ao ator em sua rede social.

“Sempre brincava com ele dizendo, você não envelhece menino??!!! Ele sempre sorria com sua gentileza de sempre. Um homem do bem e com grande humor. Que a família sinta-se abraçada. Barrosinho aí está melhor que aqui. Quando eu chegar vamos rir muito. Saudade e até já.

 

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Ontem com o dia cheio não vi nada. Hoje ao acordar mais uma perda. O Barrosinho como era chamado. João Carlos Barroso foi-se tão cedo. Grande amigo e ator. Trabalhamos juntos nas novelas “Pão Pão, Beijo Beijo” e “Salvador da Pátria”, mas nossa amizade não ficava aí. Organizava com o Cosminho, o Cosme dos Santos, jogos de futebol dos artistas. De homens e mulheres. Viajávamos nestas aventuras juntos. Sempre brincava com ele dizendo, você não envelhece menino??!!! Ele sempre sorria com sua gentileza de sempre. Um homem do bem e com grande humor. Que a família sinta-se abraçada. Barrosinho aí está melhor que aqui. Quando eu chegar vamos rir muito. Saudade e até já 😔💔🌹👏👏👏👏👏

Uma publicação compartilhada por Tássia Camargo (@tassiacamargo) em

A atriz Alcione Mazzeo e o apresentador Zeca Camargo, assim como outros amigos de João Carlos Barroso, também prestaram homenagens pelas redes sociais.

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