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Luan Santana diz que rezava para casar com Sandy

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Luan Santana diz que rezava para casar com Sandy

Luan Santana fez uma série de revelações amorosas para o canal de Matheus Mazzafera, no YouTube.

O cantor disse que nunca viveu um triângulo amoroso, mas confessou que já beijou mais de cinco garotas em uma noite, durante um Ano Novo em Cancun.

Sobre os ídolos que tinha na adolescência, o cantor confessou que adorava a dupla Sandy e Júnior e conta uma passagem curiosa. “Eu ficava na frente do espelho com minha prima, com uma colher na mão, cantando… ela era a Sandy e eu era o Júnior. Eu acordava todos os dias de manhã e lembro de pegar meu joelho, colocar no chão, juntar as mãos e falar: ‘Papai do céu, me ajuda a casar com a Sandy’. E isso era todo dia, todo dia”, afirmou.

Perguntado sobre a atual namorada, Jade, Luan disse que ela sabe que Sandy era ‘paixão adolescente’ e ressalta que já fala em casamento. “Ela (Jade) está na casa dela, no Paraná. A gente já está falando para ela mudar pra São Paulo. Falamos bastante sobre casamento. Ontem mesmo mandei uma foto para ela de casamento, porque fico pesquisando bastante sobre tipo de casamento no Instagram”, revelou o cantor.

Entretenimento

Morre o cineasta José Mojica Marins, o Zé do Caixão, aos 83 anos

Morte confirmada pela filha de Mojica, a atriz Liz Marins, nesta quarta-feira (19).

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Do G1
Zé do Caixão no filme 'Encarnação do Demônio', de 2008 — Foto: Divulgação
Zé do Caixão no filme 'Encarnação do Demônio', de 2008 — Foto: Divulgação

O ator, diretor e roteirista José Mojica Marins, conhecido pelo personagem Zé do Caixão, morreu aos 83 anos, vítima de uma broncopneumonia.

A morte foi confirmada pela filha de Mojica, a atriz Liz Marins, nesta quarta-feira (19). Ele morreu às 15h46, no hospital Sancta Maggiore, em São Paulo. O cineasta estava internado desde o dia 28 de janeiro para tratar de uma broncopneumonia.

O velório deve acontecer no Museu da Imagem e do Som (MIS). Mojica deixa sete filhos.

Mestre do terror brasileiro

Filho dos artistas circenses Antonio André e Carmen Marins, José Mojica Marins nasceu no dia 13 de março de 1936, em São Paulo.

Mojica dirigiu 40 produções e atuou em mais de 50 filmes. Seu interesse pelo cinema de terror escatológico começou nos anos 1950, mas foi em 1964, com o filme “À meia-noite levarei sua alma”, que ganhou o apelido de Zé do Caixão.

Seu personagem mais famoso, o agente funerário sádico com roupas pretas, cartola, capa e unhas longas, ainda aparece em “Esta noite encarnarei no teu cadáver” (1967), “O estranho mundo de Zé do Caixão” (1968) e “Encarnação do demônio” (2008).

Mesmo conhecido como o mestre do terror no cinema brasileiro, Mojica trabalhou com outros gêneros, como aventura, faroeste e pornochanchada. Ele também influenciou o movimento do cinema marginal nos anos 1960.

Quando tinha 17 anos, fundou a Companhia Cinematográfica Atlas, que produziu filmes amadores. O primeiro longa-metragem foi “A sina do aventureiro”, de 1958.

Em 1963, escreveu a história de “Meu destino em tuas mãos” e procurou o cineasta Ozualdo Candeias para fazer o roteiro, mas o colaborador não foi creditado.

Zé do Caixão em 'Esta noite encarnarei no teu cadáver', de 1967 — Foto: Divulgação

Zé do Caixão em ‘Esta noite encarnarei no teu cadáver’, de 1967 — Foto: Divulgação

O personagem Zé do Caixão, conforme Mojica contou em várias entrevistas, surgiu para ele durante um pesadelo, em que um homem de capa preta o arrastava para um túmulo.

A primeira aparição do Zé do Caixão no cinema foi em “À meia-noite levarei sua alma”, de 1964. Nos Estados Unidos, ele ficou conhecido como “Coffin Joe”.

Segundo o site oficial do personagem, Josefel Zanatas era o nome verdadeiro de Zé do Caixão. O coveiro era filho de um casal dono de uma rede de agências funerárias.

Por isso, o pequeno Zé do Caixão cresceu como uma criança muito sozinha e discriminada pelos colegas por causa da profissão dos pais.

A biografia ainda diz que Zé do Caixão é um “homem sem crenças, não acredita em Deus nem no Diabo, só acredita nele mesmo, acha que é o único que pode fazer justiça”.

O cineasta e ator José Mojica Marins, conhecido como Zé do Caixão em fotografia feita em 2001 — Foto: Agliberto Lima/Estadão Conteúdo

O cineasta e ator José Mojica Marins, conhecido como Zé do Caixão em fotografia feita em 2001 — Foto: Agliberto Lima/Estadão Conteúdo

Com o sucesso, o personagem começou a ser confundido com o seu próprio autor. No anos 1990, o Zé do Caixão apresentou o “Cine Trash”, na Rede Bandeirantes.

Ele também comandou um programa de entrevistas no Canal Brasil, “O estranho mundo do Zé do Caixão”, que estreou em 2008 e teve sete temporadas.

Em 2014, José Mojica sofreu um infarto e passou por uma angioplastia e colocou três stents (bubos de metal para melhorar o fluxo sanguíneo da artéria) no coração.

Ele voltou a ser internado no mesmo ano em razão de uma piora nas funções renais. Desde então, ele se manteve mais afastado da mídia.

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Entretenimento

Bira, baixista do programa do Jô Soares, morre em hospital em SP

De acordo com familiares, músico faleceu às 7h deste domingo (22). Ele estava internado no Hospital Sancta Maggiore, na Zona Leste da cidade.

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Do G1
Músico Bira, do Programa do Jô, se apresenta em Piracicaba — Foto: Divulgação
Músico Bira, do Programa do Jô, se apresenta em Piracicaba — Foto: Divulgação

O músico Bira, baixista do Programa do Jô Soares, morreu na manhã deste domingo (22), aos 85 anos, em São Paulo. A informação foi confirmada por familiares.

Ele estava internado desde a última sexta-feira (20) no Hospital Sancta Maggiore, na Mooca, Zona Leste da cidade, após sofrer um AVC.

Natural de Salvador, Ubirajara Penacho dos Reis ficou conhecido como “Bira do Jô”.

O baiano era um dos integrantes do Sexteto, banda formada por Tomati (guitarra elétrica), Osmar Barutti (piano), Chiquinho Oliveira (trompete), Derico (saxofone) e Miltinho (bateria).

O grupo acompanhou o apresentador Jô Soares nos programas Jô Soares Onze e Meia, no SBT, e Programa do Jô, da TV Globo.

Bira ganhou ganhou popularidade no talkshow por sua risada forte e alta.

Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento.

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Entretenimento

Morre a humorista Zilda Cardoso, a Dona Catifunda, aos 83 anos

Segundo perícia, ela morreu de causas naturais.

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Morre a humorista Zilda Cardoso, a Dona Catifunda, aos 83 anos

Zilda Cardoso, atriz e humorista que interpretou a Dona Catifunda na’Escolinha do Professor Raimundo’, morreu aos 83 anos, na manhã desta sexta-feira, 20, em seu apartamento no centro de São Paulo. Segundo a perícia, Zilda, de 83 anos, teve morte natural.

Segundo informações preliminares, foi a diarista que encontrou a atriz morta e chamou pelo zelador para ajudá-la.

A família da atriz chamou a polícia para realizar a perícia. De acordo com o UOL, um investigador disse que Zilda teve morte natural, mas não enfrentava nenhum problema de saúde.

Zilda morava sozinha em no apartamento em São Paulo e recebia visita de uma cuidadora. Ela era considerada uma pessoa querida no bairro, principalmente entre os lojistas da região.

A atriz começou na carreira em 1962, quando apresentou o programa Zilda 23 Polegadas na TV Paulista. Logo depois, em 1964, foi convidada a integrar o elenco de A Praça da Alegria, no SBT.

A humorista também participou de Os Trapalhões, A Praça é Nossa e da novela Meu Bem, Meu Mal. De 1991 até 1995, ela interpretou Catifunda na Escolinha do Professor Raimundo.

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