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Música

Andre Matos, cantor de Angra e Shaman, morre aos 47 anos

Informação foi publicada pelas bandas Shaman e Angra nas redes sociais e confirmada ao G1 pelo baixista Luís Mariutti. Causa da morte não foi divulgada.

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O roqueiro André Matos durante show em carreira solo em 2014 — Foto: Reprodução/Facebook/André Matos

Morreu neste sábado (8) Andre Matos, fundador das bandas Viper, Angra e Shaman e um dos maiores vocalistas do metal brasileiro. A informação foi publicada pelas bandas em suas redes sociais e confirmada ao G1, por telefone, pelo baixista da banda Luís Mariutti.

“O destino nos uniu, nos separou, nos reuniu e agora pregou mais essa com a gente. É com profunda dor em nossos corações que nos despedimos do Andre mais uma vez, desta vez de forma definitiva”, diz o comunicado assinado pelos companheiros e equipe da banda Shaman, Hugo Mariutti, Luís Mariutti, Ricardo Confessori, Fábio Ribeiro e Rick Dallal.

Atualmente, eles estavam em turnê de reunião da banda, em que Matos tocou entre 2000 e 2006. O último show que fizeram foi no domingo (2) e o próximo seria em 13 de julho no interior de São Paulo.

Os músicos que seguem no Angra, banda que Matos fundou em 1991, também falaram sobre a morte nas redes sociais. “Com muita dor recebemos a notícia do falecimento do Andre Matos. O Angra está de luto”, diz a nota publicada na conta oficial do grupo.

A causa da morte ainda não foi divulgada e não há informações sobre o velório.

Um dos grandes nomes do heavy metal, Matos nasceu em São Paulo em setembro de 1971 e começou a estudar música quando era criança.

A primeira banda em que fundou foi a Viper, quando ainda era adolescente, entre os anos 1985 e 1990. No Rock in Rio de 2013, o cantor fez um show em conjunto com a banda.

A criação do Angra aconteceu ao lado de Rafael Bittencourt e André Linhares, na época amigos de faculdade, em 1991. Matos gravou os quatro primeiros CDs da banda: “Angels Cry”, “Freedom Call”, “Holy Land” e “Fireworks”.

Ele seguiu no Angra até 2000, quando fundou a Shaman com o baixista Luis Mariutti e o baterista Ricardo Confessori, músicos que também fizeram parte da banda anterior. Eles tocaram juntos até 2006, quando Matos decidiu seguir em carreira solo.

No ano passado, no entanto, a banda se reuniu para uma turnê comemorativa. Eles fizeram uma apresentação em São Paulo no dia 02 de junho e tinham outra programada para 13 de julho em Santa Cruz do Rio Pardo (SP).

Entretenimento

Andressa Suita fala sobre suposto aborto de filho de Théo Becker

A modelo disse que irá tomar medidas legais contra veículos de comunicação que repliquem acusações infundadas com intuito de audiência.

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Do Metrópoles
Andressa e Gusttavo Lima (REPRODUÇÃO/INSTAGRAM )
REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Após o ator Théo Becker falar que Andressa Suita, a atual esposa do cantor Gusttavo Lima, teria abortado um filho seu sem consentimento, a modelo emitiu uma nota para esclarecer os fatos e dar sua versão da história, nesta sexta-feira (04).

“A senhora Andressa Suita, através de sua assessoria de imprensa, informa que medidas legais serão tomadas contra todos os veículos de comunicação que replicarem na mídia acusações infundadas com um único intuito de audiência. Algumas subcelebridades fazem de tudo para permanecer na mídia e a imprensa tem o dever de discernir o que é notícia e o que é nada mais, nada menos do que manipulação, com o único intuito de permanecer na mídia. A imprensa e os jornalistas precisam ter mais cuidado e respeito e, principalmente, avaliar de onde partem as ‘acusações’”, constava na nota.

O ex-galã de novelas e a modelo terminaram o namoro em 2009, mesmo ano em que Becker participou do reality show A Fazenda. Atualmente casada com Gusttavo, Andressa é mãe de duas crianças.

Segundo a colunista Fábia Oliveira, Becker afirmou que Andressa Suita abortou um filho seu(Foto: Reprodução)

Segundo a colunista Fábia Oliveira, Becker afirmou que Andressa Suita abortou um filho seu(Foto: Reprodução)

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Entretenimento

Henrique, da dupla com Juliano, mata touro com tiro e desabafa: “Ação legítima”

Em evento, um dos animais se soltou do curral e correu na direção das pessoas. O cantor precisou sacrificá-lo.

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Do Metrópoles
FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

O cantor Henrique, da dupla com Juliano, precisou sacrificar um de seus touros durante a ExpoPalmas, realizada na capital do Tocantins. Na quinta-feira (19), os animais protagonizaram uma briga no curral da exposição agropecuária, culminando na fuga de um touro.

Em vídeo enviado por Henrique ao colunista Leo Dias, do portal UOL, ele contou que a vida das pessoas no evento corria risco, portanto precisou atirar no bicho.

“Alguns dos nossos animais, touros reprodutores da Fazenda Terra Prometida, de nossa propriedade, estavam sendo expostos e comercializados nessa feira. Foi mandado 20 touros. Houve uma briga entre eles, o curral não suportou e um deles fugiu”, contextualizou o sertanejo.

Criticando a organização da ExpoPalmas, Henrique contou que foi montado um esquema a fim de resgatar o animal. “Ele fugiu em direção à rodovia. O parque fica entre duas rodovias muito movimentadas em Palmas. A gente fez de tudo para que esses touros não invadissem a pista para preservar a vida de todo mundo que trafegava ali”, disse.

“A gente tentou capturá-lo, mas não conseguiu. Posteriormente, esse touro invadiu uma propriedade privada, onde tinha um senhor, uma senhora, onde tinha criança ali”, declarou ainda Henrique.

“Infelizmente, o nosso animal teve que ser sacrificado até para preservar a vida de todo mundo e para amenizar o sofrimento do touro, que já estava ferido pela briga no curral e pela fuga no parque”, lamentou o músico.

Henrique afirmou, ainda, ter tomado cuidado para evitar que o touro sofresse antes de morrer. Além disso, garantiu ter tomado “uma ação totalmente legítima”. “Possui o porte federal de arma de fogo. Comuniquei os fatos à autoridade assim que pude. Era necessário proteger a vida de outras pessoas”, desabafou.

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Famosos

Roberto Leal, cantor português, morre aos 67 anos em SP

Cantor, conhecido pelas músicas ‘Arrebita’ e ‘Bate o pé’, estava internado havia 5 dias no Hospital Samaritano e morreu em decorrência de insuficiência renal causada por tumor.

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Do G1
Roberto Leal — Foto: Divulgação/Blog oficial/vasco.com.br

O cantor português Roberto Leal morreu na madrugada deste domingo (15), em São Paulo, aos 67 anos. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Hospital Samaritano, onde o cantor estava internado. Ele ficou conhecido pelas músicas “Arrebita” e “Bate o pé”.

O cantor deixa a mulher, Márcia Lúcia, e três filhos.

A morte ocorreu devido a um melanoma maligno (tumor) que evoluiu, atingindo o fígado e causando síndrome de insuficiência hepato-renal. O cantor fez tratamento contra o câncer por dois anos. Segundo a assessoria de imprensa do cantor, Leal foi internado no hospital na última terça-feira (10).

O velório será na segunda-feira (16) na Casa Portugal, das 7h às 14h. O enterro será à tarde, no Cemitério de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, informou o empresário do cantor há mais de 40 anos, José Sá.

“A luta era uma luta feroz, ia fazer três anos que ele lutava. Começou na vista passou para a perna, coluna e depois descobrimos que tomou o corpo”, explicou o empresário, em relação ao tumor.

“Nós mantínhamos a agenda normal. Nesses três anos cancelamos 6 shows que ele teve que ficar no hospital. A cada 15 dias ele vinha, segunda e terça e depois tocava a agenda”, disse o empresário.

Roberto Leal morava na capital paulista havia alguns anos.

Benfica e Brasil

O filho mais velho do cantor, Rodrigo Leal, falou da paixão do pai pelo time de futebol português Benfica e pelo Brasil.

“Ele falava que o artista nunca pode falar a camisa do futebol que ele torce, nem a religião que tem. Ele era muito autêntico, muito católico e em Portugal ele tinha uma paixão, que era o Benfica. No Brasil torcíamos pelos times da nossa colônia, a Portuguesa de Desportos e o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. Ele sempre vibrava muito com o Benfica, era nossa desforra como a gente aqui não conseguia ser campeão com a Portuguesa, com o Benfica lá tinha isso quase todos os anos, era uma das paixões que ele tinha”, disse.

A última coisa que conversaram, conta Rodrigo, foi sobre um jogo do Benfica. “Papo de pai e filho para animar, sabe. Ele estava muito sereno, deitadinho. Eu falei pra ele que o Benfica ganhou, em casa, de 2 a 0, ele era benfiquense roxo. Se tinha uma coisa que ele parava para fazer no final de semana, quando não tinha show, era ver o Benfica. Ele era autenticamente português”, disse.

Mas o amor de Roberto Leal era pelo Brasil.

“O Brasil, aquilo que eu te falei, é verdade. Eu faço um desafio de quantos artistas tiveram essa atenção, esse carinho no país dos outros. Portugal chama ele de português brasileiro. E ele tem uma música que diz isso, ‘sou português brasileiro’. Ele era um cara que se apaixonou pelo Brasil de verdade. Se você pegar a discografia do meu pai você vai ver isso. Ele gravou no Maranhão, Recife, Piauí, São Paulo, etc. Se você for procurar dentro da discografia dele, vai ver que ele se deixou misturar. Essa é a grande obra artística dele”, contou.

No final de 2014, o compositor lançou o álbum ‘Obrigado, Brasil!’ — Foto: Divulgação

Carreira

Em 45 anos de carreira, Roberto Leal vendeu mais de 17 milhões de discos e gravou mais de 400 músicas. Entre elas, também estão faixas como “Bate o pé” e “A festa ainda pode ser bonita”.

Nascido em Macedo de Cavaleiros, no norte de Portugal, o cantor se mudou para o Brasil aos 11 anos, com os pais e nove irmãos. Em São Paulo, trabalhou como sapateiro e vendedor em uma feira.

Em 1978, protagonizou o filme “O milagre – O poder da fé”, inspirado em sua própria história.

No final dos anos 80, voltou a morar em Portugal para se dedicar ao mercado musical europeu. Nesse período, comandou um programa na TV do país.

Mais de 20 anos depois do lançamento de “Arrebita”, a popularidade do cantor ganhou vida nova quando, em 1995, os Mamonas Assassinas lançaram “Vira-vira”, que satiriza músicas dele.

Em entrevistas, Leal costumava dizer que se sentia homenageado pelo grupo.

Retornou ao Brasil em 1998 e, dois anos depois, lançou o disco “Roberto Leal canta Roberto Carlos”. Seguiu produzindo discos e coletâneas. O último, “Arrebenta a festa”, saiu em 2016.

Em 2018, foi candidato a deputado estadual de São Paulo pelo PTB, mas não conseguiu se eleger.

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