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Rubén Aguirre, intérprete do Professor Girafales, faz pedido ao SBT: “Volta Chapolin!”

Rubén Aguirre, o ator que faz o Professor Girafales do ‘Chaves’, entrou para a campanha dos fãs do Chapolin Colorado.

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Rubén Aguirre (professor Girafales)

Rubén Aguirre (78), conhecido como o personagem Professor Girafales, do Chaves, gravou um vídeo no qual pede a volta da transmissão da série Chapolin no Brasil. “Estou muito contente de poder falar com vocês, mas um pouco triste pois tenho que fazer uma grande súplica: Volta Chapolin!”, disse o ator se dirigindo ao SBT.

Em seguida, o humorista mexicano explicou por que as aventuras do atrapalhado polegar vermelho devem voltar para a grade de

Chapolin Colorado (Foto: Reprodução)

programação do SBT: “O Chapolin é um exemplo de um homem de verdade”. A justificativa de Aguirre não poupou nem mesmo o homem aço. “Por exemplo, o Superman não tem piadas, não lhe entram balas. Ele voa, não tem medo. O Chapolin é um homem como você, como eu, que tem medo, que tem temores. Mas, apesar de tê-los, os vence para poder ajudar as pessoas. É o que deveríamos fazer todos nós”, afirmou.

O ator termina o vídeo dizendo que, caso seu pedido e dos fãs seja atendido, a audiência recompensará o canal. “Amigos do SBT, façam um esforço. As pessoas irão premiar aumentando muito o ibope. Volta Chapolin!”.

Chapolin está fora do ar desde 30 de dezembro de 2011. Será que a mobilização dos fãs conseguirá trazê-lo de volta? Vale lembrar que, quando o Chaves foi retirado do ar neste ano, a emissora de Silvio Santos (81) resolveu retomar sua exibição por conta da baixa audiência.

Rubén Aguirre faz campanha para a volta do Chapolin:

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Televisão

‘Nem Hitler foi acusado de tanta coisa’, afirma Danilo Gentili

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Agência Estado

O humorista Danilo Gentili se comparou ao ditador alemão Adolf Hitler ao falar sobre sua condenação à prisão em regime semiaberto por seis meses e 28 dias por injúria à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS), em entrevista ao canal de YouTube de Leda Nagle.

Questionado pela apresentadora se já havia sido acusado de ser racista, respondeu, de forma bem-humorada: “Deixa eu ver… Racista, machista, fascista, homofobista , tudo que é ‘ista’. Nem Hitler foi acusado de tanta coisa. Porque Hitler é nazista, machista não! Hitler não era, isso eu sou. Tenho mais acusação que o Hitler!”

Em meio à polêmica de sua condenação, Danilo Gentili recebeu apoio de diversos humoristas, assim como algumas críticas. Ele chegou a discutir com o colega Fabio Porchat, por considerar que não o apoiou como deveria.

“Quando você diz para uma mulher – obviamente é um absurdo isso – que ela foi estuprada, mas, também, ela ‘estava de minissaia’, você tá colocando a culpa na vítima, quando só tem um culpado, que é o estuprador. É o mesmo caso aqui”, afirmou.

Para o apresentador, trata-se do “mesmo caso” que o dele, que se vê como vítima na situação: “‘O Danilo foi condenado a prisão, mas também, você viu o que ele falou? Mexeu com uma excelentíssima deputada’. Você culpa a vítima da censura por uma pena tão discrepante quanto essa”.

Questionado se acredita que a prisão irá se concretizar, Gentili respondeu: “Eu acredito que não. Acho praticamente impossível que eu seja preso. Mas se você me perguntasse uma semana atrás ‘você acha que vai ser condenado à prisão’, eu diria: ‘praticamente impossível que eu seja’, e eu fui.”

“Acredito que a minoria mais frágil que existe é o indivíduo, essa é a verdadeira minoria, e cada indivíduo tem seu valor, tem sua história. Eu não me encaixo em minoria nenhuma. O indivíduo é a menor minoria que existe e eu faço parte dessa minoria. Brigo para que o indivíduo tenha sua liberdade”, refletiu.

Danilo ainda citou o presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que declarou apoio ao humorista após a repercussão do caso, durante a entrevista.

“As pessoas que falam que o Bolsonaro é fascista, racista, nazista, se eu for preso, essas pessoas também podem ser? É engraçado as pessoas comemorarem a minha prisão, enquanto o mundo que eu defendo, é que essas pessoas podem me ofender.”

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Televisão

‘BBB19’: Paula é a campeã com 61% dos votos e leva R$ 1,5 milhão

Bacharel em Direito disputou com Alan e ganhou reality show na final desta sexta-feira (12).

Publicado em

Do G1
Paula vence BBB19 — Foto: Reprodução / TV Globo

A mineira Paula venceu a final do “Big Brother Brasil 19” nesta sexta (12), e levou para casa o prêmio de R$ 1,5 milhão. Com 61,09% % dos votos, ela derrotou o catarinense Alan, que teve 38,91%.

Os últimos dias de confinamento foram agitados com dois paredões na mesma semana e a expulsão de Hariany por agressão, depois dela ter empurrado a amiga Paula.

A noite da final contou com a tradicional reunião de todos participantes e show da cantora Ivete Sangalo.

Veja como foi a trajetória dos finalistas até a final:

Paula

Paula, participante do ‘BBB19’ — Foto: Divulgação

Paula chegou ao BBB dizendo que sua única amiga era a porca Pippa, criada na fazenda em Minas Gerais. No programa, a única amiga que fez foi Hariany. Sem pertencer a um dos grupos e com a língua solta, foi alvo de muitos paredões no começo do programa.

Após de voltar de todos, se recusar a participar das combinações de votos, e falar muito, ela cresceu na competição. Paula é alvo de um inquérito aberto pela Polícia Civil do Rio de janeiro, investigada por comentários supostamente racistas e de intolerância religiosa.

Alan

Alan Barbosa, BBB19 — Foto: Divulgação

Considerado como a grande “planta” da edição, Alan passou o programa evitando conflitos. O surfista good vibes teve um breve relacionamento com Hana Khalil, eliminada na terceira semana do programa. E um quase romance com Carol Peixinho – em respeito à memória da ex, mas cedendo a uns cheiros no cangote.

O jeitão boa praça e a relação com Hana, dona de uma torcida considerável fora do programa, ajudaram o catarinense a se safar dos 4 paredões que enfrentou e chegar ileso à final.

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Televisão

Fátima Bernardes e “A Grande Família” colocam Globo em uma encruzilhada

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Do Terra

As mudanças promovidas pela Globo a partir do fim do “Bem Estar” como programa solo colocaram a direção da emissora em uma encruzilhada.

Ainda que o canal não fale de projetos em desenvolvimento, a entrada de Fernanda Gentil nas manhãs, em dobradinha com Ana Maria Braga, a seguir o atual panorama, deve não rolar.

Extraoficialmente, falou-se na possibilidade de Fátima Bernardes ser transferida para as tardes, mediante uma reforma em seu programa, o que abriria espaço para as duas loiras nas manhãs. Todavia, deflagrada as últimas alterações na programação, com o “Mais Você” (9h) e o “Encontro” (10h30) colados, o cenário se alterou drasticamente.

Na segunda-feira (8), Ana Maria e Fátima registraram, respectivamente, 9,6 e 10,1 pontos de média. Na terça-feira (9), segundo dados ainda prévios, a loira oscilou para 9,8 pontos e a ex-âncora do “Jornal Nacional” viu sua plateia encolher para 8,6 de média.

Os resultados, festejados pela direção da Globo, afasta, pelo menos por ora, a transferência do “Encontro” para as tardes. Isto é, data hoje, caberá a Fernanda Gentil tocar o projeto que ocupará os espaços da “Sessão da Tarde” e de “O Álbum da Grande Família”.

Pirraça pai, mãe, filha…

Falando no clássico seriado da família Silva, a Globo, novamente, foi pega de surpresa com o sucesso da produção. Na segunda-feira, para se ter uma ideia, “O Álbum da Grande Família” chegou a 21,1 pontos de pico na Grande São Paulo.

Provisório?

Ao ser escalado para fazer a ponte entre a “Sessão da Tarde” e o “Vale a Pena Ver de Novo”, consumada a extinção do “Vídeo Show”, “O Álbum da Grande Família” ficaria no ar de 21 de janeiro a 22 de março. Agora, o programa, bem a cara do público da faixa, vai adentrar o segundo semestre. Inclusive, em razão desses bons resultados, há quem aposte na estreia de Fernanda Gentil no entretenimento só em 2020.

Luz, câmera, ação

Ainda na Globo, há uma corrente que até hoje não aceita o fim do “Vídeo Show”. Profissionais que participaram da última fase do vespertino apontam precipitação por parte da emissora. Claro que ninguém esconde o desgaste do título, pelo contrário. Mas há um discurso uniforme que o programa poderia ter seguido no ar, remodelado, com exibição aos sábados, antes do “Caldeirão do Huck”.

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