Especialista realiza biópsia muscular no atacante Alexandre Pato

O resultado é seguro, já que o procedimento foi realizado pelo maior especialista no assunto do país.

Beny Schmidt, chefe do laboratório de patologia muscular da Unifesp (Foto: Assessoria)

O atacante Alexandre Pato, maior contratação do Corinthians em 2013, passou por uma biópsia muscular nesta quinta-feira (10) e foi liberado pelo médico Beny Schmidt, chefe do laboratório de patologia muscular da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O exame mais detalhado dos músculos foi um pedido de Joaquim Grava, consultor médico do Corinthians, para descobrir se alguma doença degenerativa ou inflamatória era a causa das sucessivas lesões que atrapalharam a carreira do jogador no Milan e se isso afetaria a sua estreia no clube paulistano.

“Todos os corintianos podem comemorar. Pato está liberado para a prática do futebol. No material analisado, ficou claro que não existe nenhuma alteração muscular relevante”, afirma Beny Schmidt.

O resultado é seguro, já que o procedimento foi realizado pelo maior especialista no assunto do país. Beny Schmidt e sua equipe são responsáveis pelo maior acervo mundial de doenças musculares, com mais de dez mil biópsias realizadas.

Na biópsia, é aplicada uma anestesia local e, em seguida, é feita uma pequena incisão na pele. Logo após, um pedaço do músculo é retirado para análise. Segundo Beny Schmidt, a biópsia muscular revela qualquer anormalidade que possa haver no músculo-esquelético, ajuda a determinar a fonte da iniciação do processo de doença e garantir o tratamento adequado.

Sobre o Dr. Beny Schmidt
Beny Schmidt é chefe do Laboratório de Patologia Neuromuscular e professor adjunto de Patologia Cirúrgica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ele e sua equipe são responsáveis pelo maior acervo de doenças musculares do mundo, com mais de dez mil biópsias realizadas, e ajudou a localizar, dentro da célula muscular, a proteína indispensável para o bom funcionamento do músculo esquelético – a distrofina.

Beny Schmidt possui larga experiência na área de medicina esportiva, na qual já realizou consultorias para a liberação de jogadores no futebol profissional e atletas olímpicos. Foi um dos criadores do primeiro Centro Científico Esportivo do Brasil, atual Reffis, do São Paulo Futebol Clube, e do CECAP (Centro Esportivo Clube Atlético Paulistano).

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