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Bahia vence e afunda Sport na Fonte Nova pelo Campeonato Brasileiro

Gilberto e Tiago marcaram os gols da vitória por 2 a 0 pela 23ª rodada da competição. Visitantes ficam em situação complicada na competição.

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Bahia x Sport (Foto: Lance)

Duas equipes tradicionais da região nordeste do país, Bahia e Sport, se encontraram nessa quarta-feira (5) em Salvador pela 23ª Rodada do Brasileirão. E deu Bahia, 2 a 0, com gols de Gilberto e Tiago, para dar uma “guinada” na classificação dos baianos a 10ª colocação. Enquanto isso, o clube pernambucano já sabe que passará mais uma rodada no incômodo Z4.

COMEÇO CARREGADO DE ERROS

Os dois times não se intimidavam em relação a postura ofensiva, mas demonstravam claros problemas na parte de criar problemas a defesa adversária. Tanto é que, somente aos 10 minutos, um dos dois times teve condição de chutar com força através de Gabriel que resultou na boa defesa de Douglas.

NINO “SALVADOR” PARAÍBA

Aos 23 minutos, a aposta de sair rapidamente em contra-ataque e pegar a zaga do Bahia desprevenida na base do lançamento passou muito perto de dar certo para o Sport. Após ganhar da marcação, Cláudio Winck conseguiu ainda tirar do goleiro Douglas e Andrigo, quando estava prestes a completar para as redes, foi travado providencialmente por Nino Paraíba.

SPORT MAIS PERIGOSO, PORÉM TEVE CHUTAÇO DE RAMIRES

Até o final da primeira etapa, a tônica foi em quase todo momento o Esquadrão de Aço circulando a defesa pernambucana apenas tendo a posse, porém mostrando pouca efetividade em furar o bloqueio. Enquanto isso, o Sport mostrava facilidade para sair no contra-ataque em alta velocidade e tinha espaços para trabalhar a bola.

Porém, foram os anfitriões, com o jovem Ramires, que conseguiu agitar o público presente na Arena Fonte Nova. Dominando já dentro da grande área, o camisa 18 fintou a marcação e chutou com muita força de pé esquerdo, vendo a bola explodir na trave direita de Magrão.

BORA BAÊA!

Aos sete minutos, o volante Gregore assumiu a responsabilidade e partiu pra cima da marcação, driblando desde o meio-campo pelo menos quatro marcadores antes de chegar a grande área. Depois disso, o toque para o meio da área encontrou Gilberto, sozinho, para concluir as redes e iniciar a contagem em Salvador.

SUBIU A PRESSÃO!

As investidas que antes batiam no “muro” do Sport passaram a serem efetivas, levando novamente perigo ao gol de Magrão em duas oportunidades. Se na primeira o zagueiro Ronaldo Alves foi obrigado a travar duas vezes chutes de Marco Antonio, na segunda a zaga do clube de Recife novamente foi acionada e conseguiu desviar finalização de Gilberto.

DESPERDIÇOU!

Na melhor oportunidade que o Sport teve para empatar o duelo, Mateus Gonçalves saiu em disparada pelo lado direito e cruzou na altura da cabeça de Ernando que, só raspando na bola, viu ela passar por toda a extensão da área rumo a lateral.

FECHOU A CONTA

Desesperado pelo resultado, o Sport passou cada vez mais a dar chance para o Bahia explorar seus espaços defensivos. Algo bem aproveitado por Gilberto, que tocou para Éverson que, ao ver seu companheiro de zaga Tiago totalmente livre, só rolou para o camisa 3 do Tricolor baiano tocar para as redes e garantir o triunfo.

BAHIA 2 X 0 SPORT

Local: Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Data-Hora: 5/9/2018 – 19h30
Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (CBF-SP)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (FIFA-SP) e Anderson José Moraes de Coelho (CBF-SP)
Público/renda: 13.956 pessoas / R$ 210.104,00
Cartões amarelos: Zé Rafael (BAH), Ronaldo Alves (SPO),
Gols: Gilberto (7’/2°T) (1-0), Tiago (39’/2°T) (2-0)

BAHIA: Douglas; Bruno; Tiago, Lucas Fonseca e Paulinho (Éverson, aos 34’/2°T); Gregore, Elton, Ramires (Flávio, aos 28’/2°T), Zé Rafael e Marco Antonio (Clayton, aos 20’/2°T); Gilberto. Técnico: Enderson Moreira.

SPORT: Magrão; Durval, Ronaldo Alves e Ernando; Cláudio Winck (Rafael Marques, aos 13’/2°T), Deivid (Mateus Gonçalves, aos 27’/2°T), Neto Moura (Fellipe Bastos, aos 16’/2°T), Gabriel, Andrigo e Sander; Rogério. Técnico: Eduardo Baptista.

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FPF admite erros de árbitro em Corinthians x São Paulo

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Agência Estado
FPF admite erros de árbitro em Corinthians x São Paulo

O clássico entre Corinthians e São Paulo, vencido no último domingo pelo time alvinegro por 2 a 1, na Arena Corinthians, na capital, pelo Campeonato Paulista, ainda gera polêmica cerca de 24 horas depois. Nesta segunda-feira, a Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol (FPF) admitiu que a equipe de arbitragem cometeu erros nos lances que originaram o primeiro gol de cada time na partida. Mas ressaltou que Lucas Belotte, de 28 anos, uma aposta da entidade, não será punido.

No primeiro lance polêmico, ainda na etapa inicial do clássico, o atacante corintiano Clayson fez uma jogada pela esquerda, até a linha de fundo, e cruzou para trás. No entanto, a bola saiu e a arbitragem não marcou o tiro de meta. Pedrinho recebeu o cruzamento e chutou para a defesa de Tiago Volpi, que espalmou para escanteio. Na cobrança, o zagueiro Manoel abriu o placar.

No gol de empate do São Paulo, no segundo tempo, o atacante Antony fez a carga por trás no lateral-esquerdo Danilo Avelar, que tocou a bola para escanteio. O árbitro não marcou a falta e na cobrança o time tricolor empatou com Pablo de cabeça.

De acordo com a Comissão de Arbitragem da FPF, o VAR (árbitro de vídeo, na sigla em inglês) não resolveria os problemas na origem do escanteio dos dois primeiros gols. Segundo o protocolo do IFAB (International Football Association Board, órgão que define as regras do futebol), ele só entra em ação em gol/não gol, pênalti/não pênalti, erro de identificação de atleta e vermelho direto.

Para a entidade, em outros dois lances polêmicos do clássico, houve acerto no segundo gol do Corinthians – do centroavante Gustavo – e no tento anulado do São Paulo – do zagueiro equatoriano Arboleda -, mas nestes dois casos o VAR poderia entrar em cena, já que os lances de reclamação antecederam o gol na mesma jogada.

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Corinthians ganha por 2 a 1 e se mantém invicto contra o São Paulo

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Agência Estado
Gustavo comemora o 2° gol da partida (Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians)

O Corinthians continua sobrando diante do São Paulo na Arena Corinthians. Neste domingo, derrotou o rival por 2 a 1, pela sétima rodada do Campeonato Paulista, e ampliou a invencibilidade em sua casa para 10 partidas: agora são sete vitórias e três empates. O resultado levou o time alvinegro à liderança do Grupo C com 10 pontos, contra nove de Ferroviária e Bragantino, que empataram em seus respectivos duelos deste final de semana.

Já a equipe tricolor segue o seu calvário e chegou ao quarto jogo seguido sem ganhar. Vindo de uma eliminação precoce na Copa Libertadores no meio da semana, para o Talleres (Argentina), que custou o emprego do técnico André Jardine, o clube foi dirigido interinamente pelo coordenador de futebol Vagner Mancini. No Paulistão, poderá perder a segunda posição do Grupo D se o Oeste bater o São Bento nesta segunda-feira, às 17h30. Os dois times somam nove pontos, contra 10 do líder Ituano.

Em campo, o clássico deste domingo demorou a fazer jus ao apelido de Majestoso que recebe. Na etapa inicial, o primeiro chute a gol só veio aos 41 minutos, com Pedrinho. E após erro grave da arbitragem, que não viu a bola sair pela linha de fundo na origem da jogada, quando Clayson cruzou para trás já com ela alguns centímetros além do limite. Na sequência, vieram a finalização que obrigou Tiago Volpi a espalmar para escanteio e a cobrança perfeita de Sornoza na cabeça de Manoel. O zagueiro testou firme no canto e Volpi ainda tocou nela, mas já dentro do gol: 1 a 0.

“Eu estava com a visão boa. Primeiramente, vi que a bola saiu no escanteio. Depois acho que o Volpi conseguiu tirar o gol. Um detalhe que decidiu o primeiro tempo”, reclamou o zagueiro são-paulino Bruno Alves, no intervalo, ao canal Premiere.

Ironia do destino, o gol de empate teve roteiro parecido, com polêmica no nascimento do lance e finalização de cabeça. Os corintianos reclamaram de falta de Antony em Danilo Avelar, que foi o último a desviar a bola antes que ela saísse pela linha de fundo. No escanteio batido por Reinaldo, aos 12 minutos, Pablo apareceu na primeira trave e desviou sem chance de defesa para Cássio.

O herói tricolor viraria vilão pouco depois ao tentar um passe de calcanhar na altura do meio de campo que foi interceptado e gerou contra-ataque letal armado pelos anfitriões. Fagner entrou pela direita e cruzou. Tiago Volpi saiu muito mal da meta (reclamou de falta de Vagner Love) e a bola bateu em Gustavo para morrer no fundo das redes. Foi o sétimo gol do artilheiro no ano. Aos gritos de “o freguês voltou”, os mais de 42 mil corintianos em Itaquera fizeram a festa até o apito final.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 2 x 1 SÃO PAULO

CORINTHIANS – Cássio; Fagner, Manoel, Henrique e Danilo Avelar; Júnior Urso (Richard), Ralf e Sornoza; Pedrinho (Mateus Vital), Gustavo e Clayson (Vagner Love). Técnico: Fabio Carille.

SÃO PAULO – Tiago Volpi; Igor Vinícius, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Willian Farias (Nenê), Hudson e Hernanes; Gonzalo Carneiro, Pablo (Diego Souza) e Everton (Antony). Técnico: Vagner Mancini.

GOLS – Manoel, aos 42 minutos do primeiro tempo; Pablo, aos 12, e Gustavo aos 27 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Pedrinho e Cássio (Corinthians); Igor Vinícius, Tiago Volpi e Hernanes (São Paulo).

ÁRBITRO – Lucas Canetto Bellote.

RENDA – R$ 2.219.753,00.

PÚBLICO – 42.203 pagantes.

LOCAL – Arena Corinthians, em São Paulo (SP).

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Morre Gordon Banks, autor da maior defesa do futebol

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Agência Estado

O ex-goleiro é conhecido por ter feito aquela que é considerada a maior defesa da história do futebol.

Gordon Banks, campeão do mundo pela Inglaterra em 1966, morreu nesta terça-feira. O ex-goleiro é conhecido por ter feito aquela que é considerada a maior defesa da história do futebol, em lance protagonizado ao impedir um gol de cabeça de Pelé, na Copa de 1970. Sem especificar as causas da morte, o Stoke City, clube que defendeu entre 1967 a 1972, confirmou a informação: “Nós estamos devastados em perdê-lo, mas temos tantas boas memórias e não poderíamos ter mais orgulho dele.”

Banks estava com 81 anos. O goleiro foi titular em todos os jogos da única conquista de Copa do Mundo da Inglaterra, em 1966, o que incluiu a final contra a então Alemanha Ocidental, vencida por 4 a 2, na prorrogação. Já em 1970, a equipe não foi além das quartas de final, quando caiu para os alemães ocidentais – o jogo da defesa histórica no cabeceio de Pelé foi válido pela fase de grupos e terminou com vitória brasileira por 1 a 0, graças a um gol de Jairzinho.

No total, Banks disputou 73 jogos por sua seleção nacional, o que incluiu, também, a participação na Eurocopa de 1968. Um dos maiores nomes da história da sua posição ao lado de lendas como Yashin e Zoff, Banks foi eleito o melhor goleiro do ano em seis oportunidades pela Fifa.

Ele defendeu o Chetersfied, o Leicester e o Stoke na sua carreira na Inglaterra, tendo sido campeão da Copa da Liga Inglesa em duas oportunidades, em 1964 e 1972. Sua carreira, porém, foi atrapalhada por um acidente de carro em 1972, que lhe tirou a visão de um dos olhos. Fora do futebol inglês, teve passagens por Cleveland Stokers e Fort Lauderdale Strikers, ambos nos Estados Unidos, o Hellenic, na África do Sul, e o St Patrick’s Athletic, na Irlanda.

Em 2015, foi revelado que Banks realizava tratamento contra câncer renal. Apesar disso, a causa da sua morte não foi detalhada pelo Stoke. “É com grande tristeza que anunciamos que Gordon faleceu tranquilamente durante a noite”, afirmou o Stoke.

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