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São Paulo erra duas vezes na defesa e perde na estreia da Florida Cup

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São Paulo erra duas vezes na defesa e perde na estreia da Florida Cup

O São Paulo começou com derrota a temporada 2019. Na estreia na Florida Cup, na noite desta quinta-feira, o time perdeu para o Eintracht Frankfurt, da Alemanha, por 2 a 1, no Al Lang Stadium, em São Petersburgo, nos Estados Unidos. Nenê fez o gol dos brasileiros, mas dois erros da defesa foram determinantes para o tropeço: um pênalti cometido por Bruno Peres e um gol contra de Igor Vinícius.

O técnico André Jardine escalou duas equipes completamente diferentes em cada tempo da partida, para observar a maioria dos jogadores que viajaram aos Estados Unidos. Na etapa inicial, jogaram os “titulares”, com as estreias de Tiago Volpi, Hernanes e Pablo, que foram para o intervalo perdendo por 1 a 0. O melhor momento veio na segunda metade do confronto, quando a “velha guarda” – Nenê e Diego Souza, principalmente – entrou em ação e chegou a empatar o duelo.

Os times voltam a campo no sábado. O São Paulo encara o Ajax, às 16 horas (de Brasília), enquanto o Eintracht Frankfurt enfrenta o Flamengo, às 19h. As duas partidas serão no Orlando City Stadium. Quem somar mais pontos no encerramento dos duelos será o campeão do torneio amistoso.

A formação inicial do São Paulo teve: Tiago Volpi; Bruno Peres, Arboleda, Anderson Martins e Reinaldo; Hudson, Jucilei e Hernanes; Helinho, Pablo e Everton. Dos três reforços, quem acabou sendo mais participativo bo primeiro tempo foi Hernanes. Posicionado à frente de Hudson e Jucilei no meio-campo, foi o principal organizar de jogadas e o homem de referência quando a equipe roubava a bola e contragolpeava. Faltou, claro, ritmo de jogo e entrosamento.

O destaque positivo foi Helinho. Aberto pelo lado direito, levou perigo em dribles e lances individuais, e teve a melhor chance de gol, ao completar de primeira um cruzamento de Reinaldo. A bola passou por cima do travessão. Já Pablo, discreto, não conseguiu nenhuma chance para finalizar.

Por razões óbvias, o aspecto físico foi determinante para que os alemães, que estão no meio da temporada europeia, tivessem mais volume de jogo. Ajudou, também, o vacilo da defesa brasileira logo aos oito minutos. Tiago Volpi recebeu a bola recuada e, pressionado pelo atacante adversário, abriu na direita a Bruno Alves. Ao tentar dominar, o lateral perdeu o controle e deu um carrinho dentro da área, acertando Willems. Pênalti que Rebic cobrou alto, no centro da meta, para abrir o placar: 1 a 0.

O time são-paulino voltou do intervalo com esta formação: Jean; Igor Vinícius, Bruno Alves, Lucas Kal e Léo; Willian Farias, Araruna e Liziero; Nenê, Everton Felipe e Diego Souza. O Eintracht Frankfurt também trocou quase todos os jogadores – a exceção foi Hrgota.

Mais compacto, o São Paulo melhorou e tomou conta do confronto. Em rápido contra-ataque puxado por Liziero, aos dez minutos, a bola foi rolada a Diego Souza, que cruzou até Nenê. O camisa 10 completou com finalização chapada, sua marca registrada, e deixou tudo igual: 1 a 1. O problema foi que aos 18, uma nova falha defensiva recolocou os alemães na frente. Após o cruzamento da esquerda, Jean saiu para agarrar, mas se atrapalhou e trombou com Igor Vinícius. A bola bateu no lateral-direito e entrou.

FICHA TÉCNICA:

SÃO PAULO 1 x 2 EINTRACHT FRANKFURT

SÃO PAULO – Tiago Volpi (Jean); Bruno Peres (Igor Vinícius), Arboleda (Bruno Alves), Anderson Martins (Lucas Kal) e Reinaldo (Léo); Hudson (Willian Farias), Jucilei (Araruna) e Hernanes (Liziero); Helinho (Nenê), Pablo (Diego Souza) e Everton (Everton Felipe). Técnico: André Jardine.

EINTRACHT FRANKFURT – Kevin Trapp (Ronnöw); Danny da Costa (Russ), Abraham (Salcedo) e N’Dicka (Fabián); Gelson Fernandes (Rode), Hasebe (Falette), De Guzmán (Tawatha) e Willems (Stendera); Kostic (Haller), Hrgota e Rebic (Jovic). Técnico: Adi Hütter.

GOLS – Rebic, aos 8 do primeiro tempo; Nenê, aos 10, e Igor Vinícius (contra), aos 18 do segundo.

ÁRBITRO – Andrew Musashe (EUA).

CARTÕES AMARELOS – Everton Felipe e Willian Farias (São Paulo); Fabián e Tawatha (Eintracht Frankfurt).

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Al Lang Stadium, em São Petersburgo (EUA).

Futebol

Paraguaçuenses de 11 e 14 anos se destacam e são grandes promessas do futebol

Caio Teixeira, com 11 anos, se aprimora a cada dia para que em breve possa conquistar a vaga em um clube. Já José Henrique, com 14 anos, é goleiro pelo Sub-14 do Palmeiras.

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Do i7 Notícias

Alguns paraguaçuenses já se destacaram em grandes clubes de futebol pelo Brasil, e isso não deve parar por aqui. Dois garotos, de apenas 11 e 14 anos, são grandes promessas em levar o nome da cidade para grandes clubes, no que depender da determinação e da qualidade no que fazem.

Apesar de ter pouca idade, Caio Teixeira, de 11 anos, já é uma das promessas do futebol. Ambidestro, ele joga tanto na meia direita quanto na meia esquerda e vê o estádio de futebol como uma segunda casa.

Caio Teixeira, de 11 anos, apresentou paixão pelo futebol aos cinco anos de idade (Foto: i7 Notícias)

De acordo com o pai do garoto, Douglas Teixeira, o filho começou a demonstrar paixão pelo futebol aos cinco anos de idade e logo veio a sua dedicação para o esporte. “A gente viu que ele tem talento e começamos a trabalhar isso. É natural dele. Não estamos forçando nada. Estamos  simplesmente dando uma força para ele melhorar naquilo que ele já tem de melhor”, destacou Teixeira.

O pai de Caio falou ainda das responsabilidades que o filho necessita ter. “Eu pego no pé dele?! Pego sim. Futebol precisa de disciplina, respeito e determinação, além de precisar estudar também”, disse.

Jogador na categoria Sub-12, Caio foi aprovado nos testes do Paraná Clube, mas não ingressou no time, pois estava no meio das provas escolares. Em breve, ele disputará o Mercosul, na cidade de Rancharia, defendendo o time de João Ramalho.

“Ele fez teste no Red Bull e foi muito bem, mas, infelizmente, não era a posição que eles estavam procurando”, concluiu Teixeira.

Com 14 anos, José Henrique Venâncio Camargo também faz bonito em campo e já mostrou o seu grande potencial para ser um jogador profissional.

José Henrique, de 14 anos, é goleiro na categoria Sub-14 do Palmeiras (Foto: i7 Notícias)

Desde pequeno, Zé, como é mais conhecido, coloca o par de luvas para entrar na partida e sempre é destaque entre os goleiros.

O paraguaçuense, filho do futebolista ‘Fumaça’, joga pelo Palmeiras, na categoria Sub-14.

“O Palmeiras fala que sou um goleiro em projeção. Então, sou um goleiro para o futuro. No momento eles apenas vão me preparar para eu jogar no profissional e me destacar”, explicou José Henrique.

Mesmo de férias, ele não perde a oportunidade para poder se aprimorar. “O Zé não precisava estar aqui treinando, pois está de férias, mas está aqui. No futebol tem que ter perseverança, força de vontade e dedicação aos treinos. E o Zé tem tudo isso”, frisou Marcelo Virgílio.

 

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Futebol

Corinthians empata contra o São Caetano na estreia do Paulistão

Publicado em

Agência Estado
Corinthians empata contra o São Caetano na estreia do Paulistão

O Corinthians estreou com empate no Campeonato Paulista. Neste domingo, na Arena Corinthians, em São Paulo, o time do técnico Fábio Carille ficou no 1 a 1 contra o São Caetano. Rafael Marques, de pênalti, abriu o placar para a equipe do ABC na etapa inicial. No último lance do jogo, aos 49 minutos, Henrique empatou o confronto e evitou a derrota na primeira rodada.

O que se viu nesta primeira partida foi um Corinthians com posse de bola muito superior ao adversário, o que era de se esperar pela superioridade técnica dos seus atletas, mas com enorme dificuldades para criar chances reais de gols e obrigar o goleiro Jacsson a praticar alguma defesa importante.

O resultado confirma uma vantagem histórica do São Caetano nos confrontos entre as duas equipes. Foi o quarto empate entre os dois times, com cinco vitórias do clube do ABC e quatro do Corinthians. Na segunda rodada, a equipe alvinegra vai até Campinas (SP) nesta quarta-feira, onde encara o Guarani, às 19h15, no estádio Brinco de Ouro da Princesa. Na quinta, o time de São Caetano do Sul (SP) recebe o Ituano, às 21 horas, no estádio Anacleto Campanella.

Como era de se esperar, o Corinthians dominou o primeiro tempo. Teve quase 70% de posse de bola. Mas quem saiu em vantagem no marcador foi o time do ABC. Com uma forte marcação e duas linhas de quatro defensores, o São Caetano não deu espaços ao rival, que encontrou dificuldades para criar oportunidades de gols.

Aos 28 minutos, o São Caetano abriu o placar. Richard derrubou Capa dentro da área e o árbitro Flávio Rodrigues de Souza marcou a penalidade. Na cobrança, Rafael Marques (ex-Palmeiras e Cruzeiro) acertou o ângulo direito de Cássio e balançou as redes Nos minutos finais, Jadson e Sornoza tiveram a chance de empatar o confronto, mas pecaram nas finalizações.

No segundo tempo, o Corinthians intensificou a busca pelo gol, empurrando o São Caetano em seu campo de defesa. Aos 7 minutos, Marllon cabeceou com perigo sobre o gol. Aos 16, Gustavo acertou uma bicicleta sobre o travessão. Aos 29, foi a vez de Gustavo Silva cabecear com perigo.

Nos minutos finais, o time do ABC chegou a ter os 11 jogadores no campo de defesa. Já nos acréscimos, aos 49, após cobrança de escanteio de Jadson, Henrique desviou para as redes e evitou a derrota do Corinthians diante da sua torcida na estreia.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 1 x 1 SÃO CAETANO

CORINTHIANS – Cássio; Fagner, Marllon, Henrique e Danilo Avelar; Richard (Mateus Vital), Ramiro, Sornoza (Gustavo Silva) e Jadson; André Luís (Pedrinho) e Gustavo. Técnico: Fábio Carille

SÃO CAETANO – Jacsson; Alex Reinaldo, Joécio, Max e Marquinhos; Pablo, Willians (Vinícius Kiss), Capa e Cristian (Ítalo); Diego Rosa e Rafael Marques (Ferreira). Técnico: Pintado.

GOLS – Rafael Marques (pênalti), aos 28 minutos do primeiro tempo; Henrique, aos 49 minutos do segundo tempo.

CARTÃO AMARELO – Vinícius Kiss (São Caetano).

ÁRBITRO – Flávio Rodrigues de Souza.

RENDA – R$ 1.203.885,70.

PÚBLICO – 31.009 pagantes (31.279 no total).

LOCAL – Arena Corinthians, em São Paulo (SP).

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Futebol

CBF anuncia amistoso do Brasil contra a República Checa

Publicado em

Agência Estado

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta sexta-feira que a República Checa será um dos adversários que o Brasil enfrentará nos amistosos de março, preparatórios para a Copa América deste ano, que será nos meses de junho e julho, em solo nacional. A partida foi confirmada para o dia 26 de março, uma terça-feira, na cidade de Praga.

O jogo será realizado em um dos estádios mais moderno da República Checa: a Eden Arena, com capacidade para 21 mil torcedores e administrada pelo Slavia Praga. O horário ainda será definido. “É um adversário que traz as características que a comissão técnica deseja para esse período de preparação visando a Copa América. Além disso, as estruturas de treinamento e jogo são ótimas e oferecem todas as condições”, destacou Edu Gaspar, coordenador da seleção principal.

O Brasil entrará em campo duas vezes no mês de março. As informações sobre a outra partida desta data Fifa serão divulgadas nos próximos dias pela CBF. O dia da convocação para esses compromissos também será anunciado em breve.

Na Copa América, de 14 de junho a 7 de julho com 12 seleções – Catar e Japão são convidados da Conmebol -, o Brasil fará a sua estreia no estádio do Morumbi, em São Paulo. O sorteio dos grupos será na próxima quinta-feira, a partir das 20h30, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.

HISTÓRIA

O duelo em Praga será o segundo do Brasil na história contra a República Checa. Na única partida registrada até hoje, a seleção venceu por 2 a 0, em 19 de dezembro de 1997, pela semifinal da Copa das Confederações, no estádio Rei Fahd, em Riad, na Arábia Saudita.

Dados da Gerência de Memória e Acervo da CBF mostram outros 17 jogos entre Brasil e Tchecoslováquia, país que, em agosto de 1992, foi dissolvido para a criação das nações da República Checa e da Eslováquia. Contra os checoeslovacos, a seleção tem 9 vitórias, 6 empates e 2 derrotas – com 27 gols a favor e 14 contra. Entre estes triunfos está a final da Copa do Mundo de 1962, no Chile, quando o time comandado por Garrincha foi bicampeão com uma vitória por 3 a 1.

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