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Atletas de MMA participam de grande evento no interior paulista

Pela categoria até 66 kg, Edvaldo Rocha (Zóio de Gato) travou uma verdadeira batalha contra Tom Santos, de Araçatuba.

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Os atletas com um dos seus patrocinadores (Foto: i7 notícias)

Os lutadores paraguaçuenses de MMA da academia Fight Club entraram em ação no último sábado, dia 15. Eles participaram de um dos maiores eventos do interior paulista, o Gladiador Fight MMA 5.

Pela categoria até 66 kg, Edvaldo Rocha (Zóio de Gato) travou uma verdadeira batalha contra Tom Santos, de Araçatuba. O paraguaçuense esteve melhor durante a maior parte da luta, que foi para decisão dos árbitros laterais que deram a vitória para o atleta da casa, Tom Santos, em uma decisão polêmica.

Pela categoria médio, Elton Camargo saiu vitorioso de seu combate contra Rogério Miranda, de Três Lagoas. O paraguaçuense, faixa marrom de Jiu Jitsu, colocou seu jogo em prática e anulou completamente o striker (especialista na trocação) Rogério Miranda, que nunca havia perdido e vinha de cinco vitórias por nocaute, e o finalizou no segundo round com um arm lok, trazendo a vitória para a nossa cidade.

Segundo o campeão, essa conquista é muito importante para ele, já que está invicto e agora com quatro vitórias.

Elton e Edvaldo agradecem à torcida de todos e principalmente aos patrocinadores que os apoiaram.

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Em luta dura, Anderson supera Brunson e volta a vencer após mais de 4 anos

Spider apostou no apoio familiar na entrada para a arena e até substituiu sua música de entrada tradicional, “Ain’t No Sunshine”, de DMX, por “Doom”, de seu filho Kalyl Silva.

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Do Uol
Em luta dura, Anderson supera Brunson e volta a vencer após mais de 4 anos

Em luta dura, Anderson supera Brunson e volta a vencer após mais de 4 anos

Anderson Silva voltou a vencer: em luta dura, bateu o norte-americano Derek Brunson no UFC 208, em Nova York, na madrugada deste domingo (12). O ex-campeão finalmente encerrou jejum de triunfos que já durava mais de quatro anos. Spider derrotou o adversário por decisão unânime dos juízes (29-28, 29-28, 30-27), na divisão dos médios.

“Desculpem-me, sei que estou velho para lutar [ele tem 41 anos]. Os caras novos daqui estão mais velozes, mais fortes do que eu. Mas eu coloco meu coração aqui dentro”, disse, emocionado, logo depois do duelo.

“Obrigado a todos por estarem aqui. Estou muito feliz. Venho trabalhando duro há muito tempo para lutar em Nova York. Venho lutar feliz porque eu amo meu trabalho, amo o UFC. Por muito tempo foi meu sonho lutar em Nova York. Nem estou acreditando nisso. Obrigado, galera”, prosseguiu Anderson.

Spider apostou no apoio familiar na entrada para a arena e até substituiu sua música de entrada tradicional, “Ain’t No Sunshine”, de DMX, por “Doom”, de seu filho Kalyl Silva. O brasileiro caminhou o percurso dos vestiários até o cage acompanhado por dois herdeiros. A torcida estava com Anderson e o incentivou desde então até o final do combate.

No octógono, a primeira surpresa foi a mudança de estilo de Brunson: normalmente impetuoso, o norte-americano estudou a luta nos primeiros movimentos, em sinal de respeito à lenda e para evitar o melhor do jogo de Anderson Silva, justamente os contragolpes. Foram cinco minutos de trocação intensa em um round equilibrado. Silva destacou-se em dois cruzados de direita, e o adversário em sequência de golpes no clinch.

Anderson se soltou no segundo período: abaixou a guarda, gingou capoeira e encaixou bons golpes. Em dado momento, conectou soco rodado e chute no tronco de Derek, que respondeu com queda. O brasileiro se levantou rápido. Na trocação, mostrou superioridade. O último assalto começou com mais uma tentativa de queda de Brunson, novamente frustrada: Spider pareceu mais afiado do que nunca na defesa de ataques às pernas.

Finalmente, a um minuto e meio do fim do duelo, Derek conseguiu a queda e se manteve por cima, pouco ativo, até o gongo final.

Antes desta, a última vitória de Spider havia ocorrido em outubro de 2012, contra Stephan Bonnar. Desde então foi derrotado duas vezes por Chris Weidman (na primeira perdeu o cinturão e na segunda sofreu grave lesão), teve resultado de luta contra Nick Diaz anulado por uso de doping e perdeu para Michael Bisping e Daniel Cormier. O mau momento teve fim com apresentação convincente.

Anderson é um dos maiores nomes da história do MMA e já avisou que não encerrará sua carreira antes de cumprir todo o contrato com o UFC, apesar dos 41 anos. Campeão dos médios por quase sete anos consecutivos, posiciona-se agora para voltar a disputar o título da categoria: o atual dono do cinturão é o britânico Michael Bisping.

Antes, no UFC 208

Ronaldo Jacaré venceu Tim Boetsch por finalização;
Glover Teixeira venceu Jared por decisão unânime;
Dustin Poirier venceu Jim Miller por decisão majoritária;
Belal Muhammad venceu Randy Brown por decisão unânime;
Wilson Reis venceu Ulka Sasaki por decisão unânime;
Islam Makhachev venceu Nik Lentz por decisão unânime;
Rick Glenn venceu Phillipe Nover por decisão dividida;
Ryan LaFlare venceu Roan ‘Jucão’ Carneiro por pontos.

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MMA

Terceira derrota seguida faz Kyle Noke anunciar aposentadoria do MMA

Australiano, superado por decisão unânime por Omari Akhmedov neste sábado, no UFC Melbourne, diz que “é hora de pendurar as luvas” através de suas redes sociais

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Do Sportv
Kyle Noke perdeu para Omari Akhmedov por pontos (Foto: Getty Images)

Kyle Noke perdeu para Omari Akhmedov por pontos (Foto: Getty Images)

Dominado por Omari Akhmedov neste sábado, quando perdeu por decisão unânime no card principal do UFC Melbourne, na Austrália, Kyle Noke anunciou sua aposentadoria através de uma postagem em seu perfil no Twitter. O lutador tomou a decisão depois de sofrer seu terceiro resultado negativo consecutivo.

– Agradeço ao UFC e todos os fãs. É hora de pendurar as luvas. Tive uma vida abençoada fazendo o que eu amo. Eu não mudaria nada – escreveu.

Noke é australiano e deixa o MMA aos 36 anos. O peso-meio-médio (até 77kg) tem um cartel de 22 vitórias, 10 derrotas e um empate. Ele participou da 11ª temporada do TUF nos Estados Unidos e fez 12 combates pelo Ultimate, obtendo seis triunfos e seis reveses na sua trajetória na organização.

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MMA

Weidman luta sério, faz o impossível e vence Anderson Silva por nocaute

Americano não cede às provocações do brasileiro, segue plano de luta e, no feriado da Independência Americana, dá cinturão de presente ao pai

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Por Combate.com
Las Vegas, EUA

O que seria maior do que enfrentar uma cirurgia e ter de superar uma tempestade que devastou a sua casa? Muitos diriam que nada. Mas Chris Weidman provou, neste sábado, que o impossível não existe. Com uma atuação taticamente perfeita e séria, ele fez diante de Anderson Silva o que prometeu: história.

No feriado da independência americana, o lutador nascido na pequena cidade de Mineola, no estado de Nova York, deu um presente ao seu país ao ganhar o maior prêmio de sua carreira – o cinturão dos médios do UFC derrotando o maior lutador de MMA que já existiu.

Com um nocaute devastador a 1m18s do segundo round diante de um adversário debochado e desrespeitoso ao extremo, Weidman teve o braço levantado, se manteve invicto com dez vitórias em dez lutas, chocou o mundo e acabou com um dos maiores reinados da história do MMA em todos os tempos. De quebra, impôs o primeiro nocaute da carreira do Spider, e a sua primeira derrota em mais de seis anos.

Mas, acima de tudo, provou que a seriedade e o respeito ainda são o principal ensinamento da vida e das artes marciais, sejam elas mistas ou não.

Chris Weidman parecia não acreditar no que havia conquistado, mas disse que estava preparado para as provocações do brasileiro.

Os golpes que nocautearam Anderson Silva e deram o título a Chris Weidman (Montagem: Getty Images)

– Achei que ele não deveria brincar comigo. Eu estava preparado para isso. Sabia que poderia fazer isso e consegui. Eu me sinto incrível por isso. Imaginei isso acontecendo. Ainda parece muito surreal. A única forma de isso acontecer era por Deus. Obrigado ao MMA.

O agora ex-campeão preferiu exaltar Chris Weidman e a sua conquista, e negou ter desrespeitado o adversário e também que queira se aposentar.

РTrabalhei duro para essa luta. Respeito todos no UFC, respeito os EUA. Meu grande sonho era trabalhar aqui. Quero dizer obrigado ao Lorenzo, ao Dana. Chris foi melhor hoje, ele ̩ o melhor agora. Chris ̩ o novo campẹo.

Anderson Silva é atingido pela esquerda de Chris Weidman e é nocauteado no UFC 162 (Foto: Getty Images)

A luta
Antes da luta, Anderson Silva não tocou luvas com o desafiante. Quando o combate começou, o brasileiro fez a sua movimentação tradicional, saltando para os lados e evitando a aproximação de Weidman. O americano conseguiu encurtar a distância e rapidamente levou a luta para o chão, ficando por cima e aplicando alguns golpes, e transicionando para o ataque nas pernas. Após tentar uma chave de joelho e uma chave de calcanhar, o americano perdeu a posição e Anderson conseguiu desvancilhar-se da posição, voltando para a luta em pé.

A partir daí, começou o show de provocações do brasileiro, que se provou letal minutos depois.

Anderson Silva debocha de Chris Weidman na luta principal do UFC 162 (Foto: Getty Images)

Após baixar a guarda e pedir para Weidman golpeá-lo, Anderson Silva fingiu rir do adversário, colocou as mãos na cintura e chamou o americano para a luta, pedindo que ele o golpeasse. No fim do round, um beijo encerrou as ações.

No início do segundo round, Anderson chamou Weidman para a luta, pedindo que o americano lutasse. Mas exagerou nas provocações, e perdeu o foco no combate. Dando o rosto para ser golpeado, o brasileiro fingiu tremer, dançou e riu, mas não contava com um um cruzado de esquerda seguido por uma sequência de socos que o derrubaram e forçaram o árbitro Herb Dean a encerrar o combate. Weidman cumpriu o que prometeu, conquistou o cinturão e festejou com a bandeira americana no centro do octógono, encerrando uma era e, talvez, iniciando uma nova.

Chris Weidman posa com o cinturão e a bandeira americana após vencer Anderson Silva (Foto: Getty Images)

Ao som de “Born in the USA”, de Bruce Springsteen, os dois se abraçaram e se cumprimentaram antes de deixar o octógono.

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