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Mais da metade da população mundial usa internet, afirma ONU

96% da população mundial vive em áreas com cobertura de rede de celular.

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Pela primeira vez na história, mais da metade da população mundial usará internet – até o final de 2018, cerca de 3,9 bilhões de pessoas em todo mundo estarão conectados, o que corresponde a 51,2% da população. É o que aponta um relatório da agência da ONU para informação e comunicação, a UIT, publicado nesta sexta-feira, 7.

Até então, 50% da população mundial usava internet. “Isso representa um importante passo rumo a uma sociedade de informação global mais inclusiva” disse Houlin Zhao, secretário geral da UIT, no texto da divulgação do estudo. Entretanto, ele chamou a atenção para o fato de que ainda há muita gente sem acesso à economia digital. “Temos que encorajar mais investimento dos setores público e privado, criar um ambiente favorável à atração de investimentos e apoiar inovação tecnológica e de negócios, para que a revolução digital não deixe ninguém offline”.

O relatório mostra um grande crescimento do uso da internet em países desenvolvidos: a parcela da população conectada passou de 51,3% em 2005 para 80,9% em 2018. Em países em desenvolvimento, essa porcentagem era de 7,7% em 2005 e chegou a 45,3% em 2018. A região que apresentou maior aumento foi a África: de 2,1% em 2005 foi para 24,4% em 2018. Hoje, nas Américas, cerca de 69,6% da população usa internet.

De acordo com o estudo, 96% da população mundial vive em áreas com cobertura de rede de celular e 90% da população pode acessar a internet por meio da conexão 3G ou uma rede de maior velocidade.

Em relação a computadores, a pesquisa mostra que quase metade dos domicílios do mundo tem ao menos um computador. Esse valor por regiões muda bastante: 83,2% dos domicílios de países desenvolvidos tem um computador, sendo que nos países em desenvolvimento essa porcentagem diminui para 36,3%.

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Zuckerberg fala em unificar WhatsApp, Instagram e Messenger

O projeto foi citado num longo texto publicado no perfil do executivo.

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Agência Estado
Zuckerberg fala em unificar WhatsApp, Instagram e Messenger

Mark Zuckerberg confirmou nesta quarta (6), a intenção de unificar todos os apps da empresa usados para comunicação, o que inclui WhatsApp, Messenger e Instagram. O projeto foi citado num longo texto publicado no perfil do executivo que tenta delinear o futuro da rede social no segmento de mensagens privadas.

A ideia é que cada usuário em um serviço possa se comunicar com usuários dos outros apps. Por exemplo, um usuário de WhatsApp mandar uma mensagem diretamente para um perfil no Instagram. O plano envolve também a possibilidade de responder mensagens SMS por meio dos apps da empresa.

Zuckerberg não deu data para a integração – em janeiro último, o New York Times afirmou que a companhia já trabalha no projeto. Isso levou reguladores europeus questionarem a empresa, pois consideram que isso pode afetar a privacidade dos usuários. Por enquanto, o executivo diz apenas que as pessoas poderão optar ou não por participar dessa plataforma mais ampla, e que os usuários poderão manter ativas suas contas em cada um de seus serviços.

“Há muitas questões aqui que demandam mais consultas e discussões. Porém, se pudermos implementar isso, poderemos dar para mais pessoas a escolha de usar seu serviço preferido para fazer com segurança contato com as pessoas que quiserem”.

Para o executivo, parte do desafio para tornar a unificação realidade é manter a privacidade dos usuários – boa parte do texto se debruça sobre como o Facebook pode preservar a privacidade dos usuários. Ele diz que planeja implementar criptografia em todos os seus apps, recurso existente apenas no WhatsApp atualmente. Porém, ele diz que é necessário encontrar um equilíbrio para identificar criminosos na plataforma.

“Compreendo que muita gente não acredita que o Facebook poderia ou gostaria de construir uma plataforma focada em privacidade – porque, francamente, não temos uma forte reputação para construir serviços que protegem a privacidade, e historicamente focamos em ferramentas mais abertas”, disse.

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Internet

Vazamento expõe 773 milhões de e-mails

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Agência Estado

Endereços de e-mails de 773 milhões de pessoas e mais de 21 milhões de senhas foram vazadas na internet, segundo publicação feita pela revista americana ‘Wired’ nesta semana. A falha de segurança, já considerada uma das maiores da história, foi identificada pelo pesquisador Troy Hunt, mas ainda não há dados sobre quais empresas foram afetadas.

Durante uma pesquisa em fóruns pela internet, Hunt encontrou discussões sobre uma pasta chamada de Collection #1. Armazenada na nuvem, ela abrigava mais de 12 mil arquivos, com tamanho total de 87 gigabytes – o equivalente a dez filmes de duas horas em alta definição. Segundo Hunt, a pasta une mais de 2 mil bancos de dados, com senhas e e-mails armazenados.

“Parece uma coleção completamente aleatória de sites para maximizar o número de credenciais disponíveis para os hackers”, disse Hunt, que é dono do site Have I Been Pwned?, para a Wired. O endereço é conhecido na internet por identificar se e-mails ou senhas foram acessadas por criminosos.

Segundo especialistas em segurança da informação ouvidos pelo Estado, normalmente hackers usam os dados copiados para chantagear ou obter alguma vantagem financeira. “O compartilhamento gratuito, como neste caso, costuma ocorrer quando o criminoso não consegue ganhar dinheiro com o banco de dados que encontrou”, explica Camillo Di Jorge, diretor da empresa de cibersegurança ESET Brasil.

Vítimas

Especialistas acreditam que os dados coletados serão usados em ataques de preenchimento de credenciais. Nesses casos, os hackers buscam, com ajuda de um programa automático, combinar e-mails e senhas em serviços e sites conhecidos – normalmente, redes sociais, e-mails e sites de comércio eletrônico. Nesses casos, geralmente são afetados usuários que reutilizam as mesmas senhas em diferentes cadastros na internet.

Troy Hunt publicou em seu site – haveibeenpwned.com – uma ferramenta em que usuários podem checar se foram afetados pelo vazamento. O recurso também mostra se um e-mail já foi afetado em outras falhas de segurança, como a da rede social Myspace ou a do serviço de música Last.fm. A recomendação dos especialistas é que as pessoas troquem as senhas das contas caso elas estejam listadas na ferramenta de Hunt.

Para evitar a violação de e-mails e senhas, especialistas indicam alguns cuidados de segurança. “A recomendação é usar senhas fortes, criadas com letras em maiúsculo e em minúsculo, números e caracteres especiais. E não se deve repeti-las em diferentes sites. É melhor utilizar um gerenciador de senhas para lembrar qual foi usada em determinado site”, diz Thiago Marques, analista da Kaspersky Lab.

Caso

Esta não é a primeira vez que e-mails surgem em grandes vazamentos na internet. Em 2013, o Yahoo sofreu um ataque ao seu banco de dados e informações de seus 3 bilhões de usuários espalhados pelo mundo foram comprometidos. O incidente causou uma revisão no valor de venda da companhia à rival Verizon, em 2016.

Em um caso recente, de novembro de 2018, a rede de hotéis Marriott confirmou que sofreu ataques em seu sistema de reservas online. O crime violou dados pessoais de 383 milhões de clientes – além disso, 5 milhões de números de passaportes foram divulgados. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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Internet

Google perde US$ 10 milhões após estagiário publicar anúncio errado

Em um treinamento, um estagiário do Google fez uma oferta real de compra de espaços de anúncios.

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Do Tecnoblog
Google perde US$ 10 milhões após estagiário publicar anúncio errado

O sistema do Google para exibição de publicidade em sites e aplicativos é bastante avançado, mas ainda está sujeito à falha humana. A mais recente ocorreu na terça-feira (4) quando um estagiário da empresa causou um prejuízo milionário ao participar de um treinamento.

Segundo o Financial Times, o erro aconteceu em uma reunião para ensinar os estagiários a usarem o sistema. Um deles foi mais longe do que o desejado e fez uma oferta verdadeira de compra de anúncios a partir de um exemplo utilizado na aula.

Com isso, um retângulo amarelo sem texto foi exibido em vários sites e aplicativos nos Estados Unidos e na Austrália durante 45 minutos. O Google não revelou a dimensão do problema, mas segundo fontes do Financial Times, o prejuízo chegou a US$ 10 milhões.

O valor foi alto porque o estagiário fez uma oferta dez vezes maior do que o usual. Ele ofereceu um CPM, isto é, o custo por mil exibições do anúncio amarelo, de US$ 25. Em geral, anúncios parecidos têm um CPM entre US$ 2 e US$ 4.

A falha aconteceu no Google AdX, um sistema que permite comprar espaços publicitários em sites e aplicativos por meio de leilões em tempo real. “Assim que tomamos conhecimento desse erro honesto, trabalhamos rapidamente para interromper as campanhas”, disse a empresa.

O Google ainda se comprometeu a realizar os pagamentos correspondentes a todos que exibiram o falso anúncio. Segundo a BBC, a empresa também afirmou que criará controles para impedir que erros causados por falhas humanas voltem a acontecer.

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