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Tecnologia

Celulares piratas serão bloqueados a partir deste domingo

Bloqueio será São Paulo e outros 14 Estados de Norte, Nordeste e Sudeste.

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Celulares falsos serão bloqueados no Estado de São Paulo (Foto: Rita Benezath)

A partir desde domingo (24), celulares piratas em São Paulo e outros 14 Estados de Norte, Nordeste e Sudeste começa a ser bloqueados.

Na data, entra em vigor a fase final do programa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contra aparelhos sem certificação, aparelhos cujos roubos tenham sido notificado às autoridades e aparelhos com IMEI (número único de identificação) adulterado.

Além de São Paulo, serão bloqueados aparelhos em Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pará, Piauí, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e Roraima. Desde 7 de janeiro, os celulares em situação irregular nesses Estados passaram a ser notificados.

Até o último mês de fevereiro, a Anatel identificou 50.984 aparelhos piratas no Estado de São Paulo, mas não sabe dizer quantos serão bloqueados. O processo de bloqueio demora 75 dias após a identificação do caso.

O bloqueio de aparelhos irregulares começou por usuários do Distrito Federal e de Goiás, em maio de 2018. No total, 244.217 aparelhos irregulares foram bloqueados em todo o Brasil nas duas primeiras fases do programa.

Games

Google anuncia o Stadia, um ‘Netflix dos games’

Com ajuda de sua infraestrutura de processamento na nuvem, os jogadores desfrutarão de games em qualquer tela, do celular à TV e com qualquer controle.

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Agência Estado
Google anuncia o Stadia, um ‘Netflix dos games’

“O futuro dos games não está mais numa caixa”: foi assim que o Google apresentou nessa terça-feira (19), o Stadia, seu novo serviço de streaming de games. Com ajuda de sua infraestrutura de processamento na nuvem, a gigante americana vai permitir que os jogadores desfrutem de games em qualquer tela, do celular à TV e com qualquer controle, desde que estejam conectados à internet. Se funcionar, a ideia pode acabar com um mercado tradicional do entretenimento: a venda de consoles e jogos em formato físico, desbancando marcas como Sony, Nintendo e Microsoft.

Anunciado durante a Game Developers Conference, evento do setor realizado nesta semana em São Francisco, o Stadia (estádios, em latim) deve chegar ao mercado até o fim do ano nos EUA, Canadá, Reino Unido e na Europa. Não há data prevista para o Brasil. Ainda não está claro, porém, como os jogadores pagarão para usar o Stadia.

Analistas apontam que uma assinatura, nos moldes do Netflix ou do Spotify, é o modelo de negócios mais provável. Ainda não se sabe também quais e como serão os jogos disponíveis – em São Francisco, títulos de alto desempenho como Doom e Assassin’s Creed surgiram entre as promessas.

Funcionalidades

Além de permitir partidas pela rede, sem que o usuário precise de um novo dispositivo, o Google quer trazer novas funções aos games.

Por meio do Stadia, criadores de conteúdo poderão jogar partidas ao vivo junto com espectadores, em uma função chamada Crowd Play Outra ferramenta, chamada State Share, permitirá que um jogador comece a jogar uma fase específica de um jogo, em menos de dez segundos, a partir de um vídeo que mostre o mesmo nível.

O Google criou um estúdio próprio de jogos para o Stadia – comandado por Jade Raymond, que criou games como Watch Dogs, da Ubisoft. Haverá ainda um controle próprio do Stadia, no qual usuários poderão apertar botões específicos para gravar vídeos de seus jogos ou pedir ajuda ao Google Assistant para consultar como passar de fase.

Competição

O Stadia não chega sozinho ao mercado: Sony e Microsoft também devem lançar algo parecido este ano. Para analistas, é um setor cheio de potencial, mas com incertezas.

“O Stadia é uma ótima prova de conceito, mas só fará sucesso se tiver usuários e bom conteúdo disponível”, disse Daniel Ahmad, da consultoria Niko Partners, pelo Twitter.

Já André Pase, professor da PUC-RS, aponta que redes podem ser entrave. “Não basta uma conexão boa, é preciso que ela seja boa o suficiente para permitir ao jogador ter tempo de reação dentro dos games.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Facebook

Facebook e Instagram ficam instáveis no Brasil e em outros países

Usuários relataram dificuldades também no WhatsApp.

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Agência Brasil

O Facebook e o Instagram apresentaram ontem (13) problemas de instabilidade no Brasil e em outros países. Os usuários reclamavam no Twitter de não conseguir acessar ou de ter acesso limitado ao Facebook e ao Instagram. Usuários também relataram dificuldades em usar alguns recursos do WhatsApp.

Por meio do Twitter, o Facebook reconheceu o problema e disse que está trabalhando na manutenção da plataforma. “Estamos cientes de que algumas pessoas estão atualmente tendo problemas para acessar a família de aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver o problema o mais rápido possível”, postou.

Em um post, o Facebook negou que a instabilidade foi causada por um ataque cibernético do tipo “DDoS”, como são conhecidos os Ataques Distribuídos de Negação de Serviço. Esse tipo de ataque sobrecarrega os servidores com uma alta demanda de conexões.

Também houve relatos de usuários de instabilidades no Google Drive, mas o serviço já funciona normalmente.

O Instagram anunciou que “ocorreu um erro” e orienta a “tentar novamente”. “Estamos cientes de um problema que impacta o acesso das pessoas à integração agora mesmo. Sabemos que isso é frustrante, e nossa equipe está trabalhando duro para resolver isso o mais rápido possível”, tuitou a empresa.

Outros relatos foram dificuldades de uso do WhatsApp. Muitos usuários se queixaram de não conseguir enviar fotos ou áudios pelo aplicativo.

A Agência Brasil não conseguiu contato com a assessoria de imprensa do aplicativo.

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Facebook

Zuckerberg fala em unificar WhatsApp, Instagram e Messenger

O projeto foi citado num longo texto publicado no perfil do executivo.

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Agência Estado
Zuckerberg fala em unificar WhatsApp, Instagram e Messenger

Mark Zuckerberg confirmou nesta quarta (6), a intenção de unificar todos os apps da empresa usados para comunicação, o que inclui WhatsApp, Messenger e Instagram. O projeto foi citado num longo texto publicado no perfil do executivo que tenta delinear o futuro da rede social no segmento de mensagens privadas.

A ideia é que cada usuário em um serviço possa se comunicar com usuários dos outros apps. Por exemplo, um usuário de WhatsApp mandar uma mensagem diretamente para um perfil no Instagram. O plano envolve também a possibilidade de responder mensagens SMS por meio dos apps da empresa.

Zuckerberg não deu data para a integração – em janeiro último, o New York Times afirmou que a companhia já trabalha no projeto. Isso levou reguladores europeus questionarem a empresa, pois consideram que isso pode afetar a privacidade dos usuários. Por enquanto, o executivo diz apenas que as pessoas poderão optar ou não por participar dessa plataforma mais ampla, e que os usuários poderão manter ativas suas contas em cada um de seus serviços.

“Há muitas questões aqui que demandam mais consultas e discussões. Porém, se pudermos implementar isso, poderemos dar para mais pessoas a escolha de usar seu serviço preferido para fazer com segurança contato com as pessoas que quiserem”.

Para o executivo, parte do desafio para tornar a unificação realidade é manter a privacidade dos usuários – boa parte do texto se debruça sobre como o Facebook pode preservar a privacidade dos usuários. Ele diz que planeja implementar criptografia em todos os seus apps, recurso existente apenas no WhatsApp atualmente. Porém, ele diz que é necessário encontrar um equilíbrio para identificar criminosos na plataforma.

“Compreendo que muita gente não acredita que o Facebook poderia ou gostaria de construir uma plataforma focada em privacidade – porque, francamente, não temos uma forte reputação para construir serviços que protegem a privacidade, e historicamente focamos em ferramentas mais abertas”, disse.

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