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WhatsApp

Saiba quais são os celulares em que o WhatsApp vai parar de funcionar em 2018

Nova versão do serviço de mensagens impedirá uso do aplicativo em alguns aparelhos e limitará em outros. Confira se seu sistema operacional está na lista.

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Se você é daqueles que mantém um celular antigo, vale a pena conferir bem a versão atual do seu sistema operacional para não ficar sem o WhatsApp em 2018.

O serviço de mensagens mais popular do mundo deixará de funcionar em alguns smartphones a partir do dia 1º de janeiro. A razão é que ele já não desenvolve suporte operacional para essas plataformas, o que faz com que elas não sirvam mais.

Sistemas operacionais, assim como aplicativos, costumam ter diversas atualizações pequenas durante todo o ano, e pelo menos uma grande, em que a versão do programa muda.

De acordo com o site do WhatsApp, os sistemas que já não serão compatíveis a partir do novo ano são aqueles que operam nos sistemas BlackBerry OS 10 e no Windows Phone 8.0.
“Apesar de esses telefones terem feito parte da nossa história, eles não oferecem a capacidade necessária para expandir as funções do nosso aplicativo no futuro”, disse a empresa.

Esses sistemas operacionais se somam à lista daqueles em que o WhatsApp já não opera: versões do Android anteriores à 2.3.3, Windows Phone 7, iOS 6 (nos iPhones 3GS e abaixo) e Nokia Symbian S60.

Funções limitadas

A empresa alerta também que já não faz suportes para outras plataformas como os Nokia S40 ou os sistemas operacionais Android 2.3.7.

Isso significa que, mesmo que no momento esses telefones consigam continuar mandando e recebendo mensagens instantâneas, algumas funções podem parar de funcionar a qualquer momento.

Por exemplo, não será possível criar uma conta nova, nem voltar a verificar uma já existente, se esses telefones não tiverem o aplicativo já baixado.

A empresa encoraja os usuários do aplicativo a adquirir um novo modelo de celular com sistema Android 4.0 ou superior, Windows Phone 8.1 ou superior ou um iPhone com iOS 7 ou superior.

O WhatsApp hoje tem mais de 1 bilhão de usuários ativos, segundo dados da própria empresa, que pertence ao Facebook.

É sem dúvida o serviço de mensagens instantâneas mais popular do mundo, seguido pelo multitarefas chinês WeChat. Outros, como o Telegram, não superam os 100 milhões de usuários, de acordo com dados recolhidos em fevereiro deste ano.

“Queremos concentrar nosso esforço nas plataformas que a maioria das pessoas usam e, apesar de às vezes termos que tomar decisões difíceis, temos que dar às pessoas a melhor forma de se comunicarem com os seus”, afirma o WhatsApp em seu blog.

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Facebook

Após saírem do ar, Facebook, Instagram e WhatsApp voltam a funcionar

As três empresas pertencem ao mesmo dono, Mark Zuckerberg.

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Do AssisNews

Após instabilidades que começaram a ser apontadas por usuários de várias parte do mundo por volta das 6h30min deste domingo (14), Facebook, Instagram e WhatsApp voltaram a funcionar normalmente após as 10h. As três empresas pertencem ao mesmo dono, Mark Zuckerberg.

No Facebook e no Instagram, os relatos apontavam instabilidade sobretudo no feed de notícias, segundo o site DownDetector, que registra reclamações de redes sociais que ficam fora do ar. No WhatsApp, usuários relataram problemas para enviar ou receber mensagens.

Os comentários eram de várias parte do mundo. O Facebook ainda não se pronunciou em seu canal oficial.

Os aplicativos de mensagem devem ser integrados entre o fim deste ano e o início de 2020. Usuários do Facebook, por exemplo, poderão enviar mensagens a quem só baixou o WhatsApp no celular.

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Facebook

Facebook e Instagram ficam instáveis no Brasil e em outros países

Usuários relataram dificuldades também no WhatsApp.

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Agência Brasil

O Facebook e o Instagram apresentaram ontem (13) problemas de instabilidade no Brasil e em outros países. Os usuários reclamavam no Twitter de não conseguir acessar ou de ter acesso limitado ao Facebook e ao Instagram. Usuários também relataram dificuldades em usar alguns recursos do WhatsApp.

Por meio do Twitter, o Facebook reconheceu o problema e disse que está trabalhando na manutenção da plataforma. “Estamos cientes de que algumas pessoas estão atualmente tendo problemas para acessar a família de aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver o problema o mais rápido possível”, postou.

Em um post, o Facebook negou que a instabilidade foi causada por um ataque cibernético do tipo “DDoS”, como são conhecidos os Ataques Distribuídos de Negação de Serviço. Esse tipo de ataque sobrecarrega os servidores com uma alta demanda de conexões.

Também houve relatos de usuários de instabilidades no Google Drive, mas o serviço já funciona normalmente.

O Instagram anunciou que “ocorreu um erro” e orienta a “tentar novamente”. “Estamos cientes de um problema que impacta o acesso das pessoas à integração agora mesmo. Sabemos que isso é frustrante, e nossa equipe está trabalhando duro para resolver isso o mais rápido possível”, tuitou a empresa.

Outros relatos foram dificuldades de uso do WhatsApp. Muitos usuários se queixaram de não conseguir enviar fotos ou áudios pelo aplicativo.

A Agência Brasil não conseguiu contato com a assessoria de imprensa do aplicativo.

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Facebook

Zuckerberg fala em unificar WhatsApp, Instagram e Messenger

O projeto foi citado num longo texto publicado no perfil do executivo.

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Agência Estado
Zuckerberg fala em unificar WhatsApp, Instagram e Messenger

Mark Zuckerberg confirmou nesta quarta (6), a intenção de unificar todos os apps da empresa usados para comunicação, o que inclui WhatsApp, Messenger e Instagram. O projeto foi citado num longo texto publicado no perfil do executivo que tenta delinear o futuro da rede social no segmento de mensagens privadas.

A ideia é que cada usuário em um serviço possa se comunicar com usuários dos outros apps. Por exemplo, um usuário de WhatsApp mandar uma mensagem diretamente para um perfil no Instagram. O plano envolve também a possibilidade de responder mensagens SMS por meio dos apps da empresa.

Zuckerberg não deu data para a integração – em janeiro último, o New York Times afirmou que a companhia já trabalha no projeto. Isso levou reguladores europeus questionarem a empresa, pois consideram que isso pode afetar a privacidade dos usuários. Por enquanto, o executivo diz apenas que as pessoas poderão optar ou não por participar dessa plataforma mais ampla, e que os usuários poderão manter ativas suas contas em cada um de seus serviços.

“Há muitas questões aqui que demandam mais consultas e discussões. Porém, se pudermos implementar isso, poderemos dar para mais pessoas a escolha de usar seu serviço preferido para fazer com segurança contato com as pessoas que quiserem”.

Para o executivo, parte do desafio para tornar a unificação realidade é manter a privacidade dos usuários – boa parte do texto se debruça sobre como o Facebook pode preservar a privacidade dos usuários. Ele diz que planeja implementar criptografia em todos os seus apps, recurso existente apenas no WhatsApp atualmente. Porém, ele diz que é necessário encontrar um equilíbrio para identificar criminosos na plataforma.

“Compreendo que muita gente não acredita que o Facebook poderia ou gostaria de construir uma plataforma focada em privacidade – porque, francamente, não temos uma forte reputação para construir serviços que protegem a privacidade, e historicamente focamos em ferramentas mais abertas”, disse.

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