
Os agentes penitenciários dos Centros de Progressão Penitenciária (CPPs) de Assis (SP) e Paraguaçu Paulista (SP) aderiram à greve estadual nesta segunda-feira (10). Os funcionários pedem reajuste salarial, aposentadoria integral em 25 anos de serviço e regularização das atividades fora do expediente, entre outros.
Os agentes não abandonaram as penitenciárias, mas paralisaram os serviços como entrada de presos, escolta e transferências.
Os presos que chegaram na manhã de hoje às unidades prisionais precisaram voltar as unidade de origem. Até mesmo as entradas de advogados e oficiais de Justiça nos presídios foram impedidas.

Assis (Foto: reprodução/ TV TEM)
Na manhã de hoje, um comboio que trazia presos da cadeia pública de Lutécia foi barrado na porta da penitenciária de Assis, os funcionários não receberam os presos. Ao todo, são quase 400 funcionários estão parados em Assis e Paraguaçu Paulista, 200 em cada CPP. O sindicato dos agentes fará uma reunião nesta terça-feira (11), às 10h, com o governador Geraldo Alckmin para tentar, mais uma vez, chegar a um acordo.
Os representantes dos sindicatos do Estado de São Paulo farão uma reunião às 18 horas para decidirem se aceitam a proposta do Governo. Ou seja, até o final da reunião dos sindicalistas os CPPs continuam em greve.
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