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Polícia

Criança de Ipaussu é internada com suspeita de febre maculosa

Secretaria da Saúde aguarda os resultados dos exames para confirmar diagnóstico. Na mesma cidade, uma criança de 11 anos morreu com a suspeita da mesma doença na última segunda-feira (20).

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Criança de Ipaussu é internada com suspeita de febre maculosa

Uma criança de 8 anos, moradora de Ipaussu (SP), foi internada na Santa Casa de Ourinhos (SP) com suspeita de febre maculosa.

Em nota, o hospital informou que a criança segue na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave, mas consciente.

Na última segunda-feira (20), um menino de 11 anos morreu na Santa Casa de Ipaussu com suspeita de febre maculosa. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a morte foi confirmada duas horas depois que ele chegou no hospital.

Os casos estão sendo investigados e a Secretaria da Saúde aguarda os resultados de exames pra confirmar as causas.

Nesta quarta-feira (22), o lago municipal de Ipaussu foi interditado pela prefeitura como medida preventiva contra a doença.

A Prefeitura de Ipaussu informou está oferecendo todo o suporte necessário às famílias e que medidas de combate à febre maculosa estão sendo tomadas em relação ao manejo das capivaras, que são os animais hospedeiros do carrapato estrela, transmissor da doença.

Polícia

Policial sofre grave acidente ao cair de Jet Ski no Balneário de Rancharia

Vítima sofreu corte profundo na região pélvica.

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Do i7 Notícias
Vítima foi socorrida e levada para o Hospital Municipal de Rancharia

Vítima foi socorrida e levada para o Hospital Municipal de Rancharia

Um grave acidente nas águas do Balneário Municipal de Rancharia (SP) foi registrado no feriado de Carnaval, dia 25, envolvendo um policial militar, que sofreu um corte profundo na região da pélvis (abaixo da cintura).

No Boletim de Ocorrência registrado no mesmo dia, consta que a vítima, PM Rodrigo Lucas da Silva, de 35 anos, estava na garupa do veículo aquático, conduzido por outra pessoa, e caiu na água durante uma curva. Ao retornar para resgatá-lo, o policial pediu para que o condutor o retirasse com urgência da água, pois ele estava com muitas dores e sangrando.

A vítima foi levada ao Hospital Municipal de Rancharia, onde passou por cirurgia e permanece internado.

O Jet Ski e o condutor estavam com a documentação regular.

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Polícia

Professora e ex-sócia de escola é investigada por suspeita de tortura e castigo em crianças

Imagens de circuito de segurança mostram atitudes violentas da profissional com crianças entre 4 e 5 anos em escola particular de Assis (SP). Caso segue em segredo de Justiça e o MP pediu a prisão da mulher de 61 anos, mas foi negada.

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Do G1
Agressões foram flagradas por câmeras de segurança da escola em Assis — Foto: TV TEM /Reprodução
Agressões foram flagradas por câmeras de segurança da escola em Assis — Foto: TV TEM /Reprodução

Uma professora afastada de uma escola em Assis (SP) está sendo processada e investigada por crime de tortura e castigo contra crianças ente 4 e 5 anos. As ações que levaram ao inquérito policial foram registradas pelas câmeras de segurança da própria instituição, que atende bebês e crianças até 6 anos.

No vídeo, é possível ver a professora de 61 anos. As imagens, registradas no dia 22 de agosto de 2019, mostram que ela sai da sala por um momento. Um aluno também sai e, em seguida, a professora volta correndo segurando o aluno pela camiseta e o empurra. O menino quase cai.

Ela dá tapa em uma mesa e depois se aproxima de outro aluno, puxa o cabelo dele, aperta o braço e chacoalha a carteira. (Assista o vídeo aqui)

Em outro flagrante do dia 23 de outubro, a professora perde a paciência com uma aluna que está no cadeirão. Ela arruma as pernas da criança com força, é possível perceber que a aluna se agita e chega a se debater no assento.

Em uma das imagens a professora chega a puxar o cabelo de um dos alunos em Assis — Foto: TV TEM / Reprodução

Em uma das imagens a professora chega a puxar o cabelo de um dos alunos em Assis — Foto: TV TEM / Reprodução

Investigação
A mãe que testemunhou sozinha uma das agressões prestou depoimento na polícia. Ela conta que observou assim que chegou na escola.

“Eu toquei a campainha, e ninguém veio, quando eu toquei a segunda vez ela (a professora) levantou. Ela levantou com raiva, pegou uma criança pequena, tirou do chão e colocou no carrinho com toda força dela e ainda deu três safanões nesta criança. Novamente ela levantou chacoalhou e ainda jogou um pano no rosto da criança”, lembra.

O caso passou a ser investigado depois que outros pais registraram boletins de ocorrência. Alguns informaram que descobriram as agressões acessando as imagens das câmeras da escola pelo celular. Segundo a investigação, o comportamento agressivo era rotineiro.

“A conduta dela era reiterada para corrigir as crianças usando de violências e grave ameaça. Essas violências consistiam em puxões de cabelo, arrastões pelo braço, bater de forma veemente na carteira para pedir silêncio, e também o comportamento dela monitorando outras crianças, assim como nos períodos de convivências”, afirma a delegada que investiga o caso, Adriana Pavarina.

Ainda de acordo com a polícia, a professora trabalhava na escola há 8 anos, e há 5 meses era sócia proprietária da unidade com outras duas sócias. Pelo inquérito, pelo menos oito crianças podem ter sido vítimas das agressões.

Delegada que investiga o caso afirma que crianças sofreram traumas em Assis — Foto: TV TEM/ Reprodução

Delegada que investiga o caso afirma que crianças sofreram traumas em Assis — Foto: TV TEM/ Reprodução

A delegada informou que ouviu funcionários, pais e testemunhas. A professora também prestou depoimento.

“Ela disse que era a forma de controlar as aulas e ela achou normal”, completa. No entanto, a polícia entendeu que houve crime. “Existem provas indiciárias de que ela cometeu crime de tortura e castigo.”

Ainda segundo a polícia, algumas crianças ficaram traumatizadas. “Existem relatos de crianças que desenvolveram gagueira, existem indícios que foram desenvolvidos devido as condutas abusivas da professora”, afirma a delegada.

Em nota, o advogado de defesa da professora disse que a prévia análise dos autos não há elementos legais capazes de caracterizar crime de tortura e castigo, sendo que se trata de uma profissional com mais de 20 anos de carreira.

“Ainda há documentos dos autos que não foram analisados pela Justiça, bem como informações sigilosas que estão sendo levadas ao conhecimento do juízo, e que, para preservar a imagem das crianças e das partes envolvidas, não serão divulgadas. Ademais, esclarece-se que a professora/diretora já vinha passando por tratamento psiquiátrico, o que era de conhecimento de todos os responsáveis pela escola. Após o transcorrer processual os fatos serão devidamente esclarecidos, trilhando para a absolvição”.

Prisão negada
A professora se tornou ré depois que a Justiça aceitou denúncia contra ela pelo crime de tortura e castigo. Uma outra profissional também virou ré, denunciada por omissão.

O Ministério Público também pediu na denúncia a prisão preventiva da professora suspeita de agressão, alegando que ela estava ameaçando mães de alunos e pessoas envolvidas no processo.

A Justiça não concedeu, mas determinou que a professora não mantenha contato com vítimas e testemunhas e que fique a 100 metros de distância delas.

O caso está em segredo de Justiça. A diretora da escola, Valéria Luciano Franco Moreli, disse que desde a primeira suspeita de agressão, já foram tomadas atitudes em relação à professora.

Segundo Valéria, a professora foi advertida e, depois do conhecimento das imagens e da denúncia dos pais, ela foi afastada no dia 3 de dezembro.

Segundo o advogado da escola, Valdir Carlos Júnior, a instituição teve prejuízo, perdeu 10 alunos, e ficou com uma imagem marcada de forma negativa na cidade. Informou ainda que além de ser afastada, a professora não é mais sócia da unidade.

“Uma criança que não tem nem direito de defesa, não sabe contar pro pai e pra mãe, meu filho ia num período que ela não estava, muitas crianças estavam lá desde bebezinho, desde quando eles estavam sofrendo essa tortura psicológica e até física?”, questiona a mã

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Polícia

Ave quase sem penas é resgatada de situação de maus-tratos em Marília

Segundo Polícia Ambiental, periquitão-maracanã era mantido em cativeiro na garagem de uma casa. Proprietário pode ser multado em mais de R$ 3,5 mil.

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Do G1
Ave quase sem penas é resgatada de situação de maus-tratos em Marília — Foto: Polícia Ambiental/Divulgação
Ave quase sem penas é resgatada de situação de maus-tratos em Marília — Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

Uma ave da espécie periquitão-maracanã foi resgatada de uma situação de maus-tratos na manhã desta quinta-feira (27) em Marília (SP).

Segundo a Polícia Ambiental, o pássaro tinha sinais tão claros de estresse que estava sem boa parte das penas.

A equipe informou que a ave era mantida em cativeiro na garagem de uma casa, recebendo água e alimentação de forma inadequada.

O pássaro foi levado até o bosque de Marília e o proprietário pode ser multado em até R$ 3,5 mil, segundo a polícia.

Periquitão-maracanã era mantido em cativeiro na garagem de uma casa em Marília — Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

Periquitão-maracanã era mantido em cativeiro na garagem de uma casa em Marília — Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

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