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Polícia

Bombeiros encontram corpo de motorista que teve caminhão ‘engolido’ por cratera durante temporal

Corporação estava atendendo acidente, quando viu o momento em que um veículo foi ‘engolido’ por uma cratera na Marechal Rondon (SP-300), em Botucatu. Defesa Civil e bombeiros continuam buscas por outras duas pessoas que estavam em um carro no distrito de Vitoriana.

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Trechos da Marechal Rondon (SP-300) foram fechados por conta da chuva em Botucatu — Foto: Arquivo pessoal
Trechos da Marechal Rondon (SP-300) foram fechados por conta da chuva em Botucatu — Foto: Arquivo pessoal

Equipes do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e da concessionária que administra a Rodovia Marechal Rondon localizaram no fim da tarde desta segunda-feira (10) o corpo do motorista e o caminhão que foram arrastados pela enxurrada após um trecho da rodovia, no km 258, desmoronar em Botucatu (SP).

VEJA TAMBÉM: Tempestade desabriga famílias, interdita rodovia e alaga ruas em Botucatu

A vítima, que ainda não foi identificada, estava próxima ao veículo a cerca de 1,3 km do local da queda. Equipes estão no trecho, que é de difícil acesso, para fazer a retirada do corpo e do veículo.

Os bombeiros iniciaram as buscas pelo veículo e o motorista por volta das 5h desta segunda-feira após a forte chuva que atingiu Botucatu. Uma equipe de bombeiros que estava socorrendo duas vítimas de um acidente, em Santa Maria da Serra, e passava pelo local viu o momento em que o veículo foi “engolido”.

“No momento em que o caminhão estava passando, a roda de trás afundou no asfalto. Ele empinou, já virou de lado e sumiu na cratera”, disse o cabo do Corpo de Bombeiros Clauderval José Bento.

Ainda de acordo com os bombeiros, no mesmo local em que o caminhão foi ‘engolido’, um carro ficou “cravado” no canteiro da rodovia após ser arrastado pela água.

Segundo a concessionária, o motorista foi retirado do veículo sem lesões. Outro carro também ficou parcialmente submerso e duas pessoas foram resgatadas pelos bombeiro

Além do caminhão, moradores contaram que um carro com duas pessoas foi arrastado pela correnteza na ponte Capivarinha, distrito de Vitoriana. Bombeiros e a Polícia Militar foram acionados e fazem buscas pelos ocupantes do veículo.

O carro foi encontrado no rio Capivarinha. Ainda não se sabe a identidade dos moradores.

No quilômetro 257, próximo ao pedágio, a pista desmoronou e um carro foi parar no canteiro da rodovia — Foto: TV TEM/Reprodução

No quilômetro 257, próximo ao pedágio, a pista desmoronou e um carro foi parar no canteiro da rodovia — Foto: TV TEM/Reprodução

Interdições e rotas alternativas

O trecho da Marechal Rondon onde teve o desmoronamento da pista, no km 258, próximo ao pedágio de Botucatu, foi completamente interditado nos dois sentidos, sem previsão para liberar. O trânsito no sentido interior-capital está sendo desviado no km 255 em São Manuel, conforme o mapa abaixo:

Mapa da rota alternativa à interdição total do km 258 da Marechal Rondon em Botucatu — Foto: Rodovias do Tietê/ Divulgação

Mapa da rota alternativa à interdição total do km 258 da Marechal Rondon em Botucatu — Foto: Rodovias do Tietê/ Divulgação

Já no sentido capital-interior, o desvio é no km 190, na cidade de Conchas. Além disso, a serra de Botucatu também na Marechal Rondon, do quilômetro 236 ao 240, foi fechada porque uma grande quantidade de lama e pedras invadiu a rodovia.

A concessionária também anunciou interdição total no km 232 em Anhembi.

Para essas interdições, a rota alternativa passada aos usuários que iriam acessar a Serra de Botucatu e seguem no sentido leste (interior-capital) é retornar no trevo do quilômetro 240 e seguir até a João Hipólito Martins (SP-209), seguindo para a SP-280 e retornando para a Marechal Rondon, em Bofete.

Já para os motoristas que seguem no sentido oeste (capital-interior), no pedágio de Anhembi estão sendo orientados a retornar ao km 227 e acessar a SP-280 (Rodovia Castello Branco) por Bofete, seguindo para a SP-209 e retornando para a Rondon em Botucatu.

A rodovia SPA-241, que é uma pista anexa à Marechal Rondon, também está bloqueada no km 2 + 500 metros. A via é muito utilizada pelos moradores do Jardim Aeroporto.

Rodovia Marechal Rondon (SP-300) foi interditada do quilômetro 236 ao 240 em Botucatu — Foto: Arquivo pessoal

Rodovia Marechal Rondon (SP-300) foi interditada do quilômetro 236 ao 240 em Botucatu — Foto: Arquivo pessoal

Polícia

Policial sofre grave acidente ao cair de Jet Ski no Balneário de Rancharia

Vítima sofreu corte profundo na região pélvica.

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Do i7 Notícias
Vítima foi socorrida e levada para o Hospital Municipal de Rancharia

Vítima foi socorrida e levada para o Hospital Municipal de Rancharia

Um grave acidente nas águas do Balneário Municipal de Rancharia (SP) foi registrado no feriado de Carnaval, dia 25, envolvendo um policial militar, que sofreu um corte profundo na região da pélvis (abaixo da cintura).

No Boletim de Ocorrência registrado no mesmo dia, consta que a vítima, PM Rodrigo Lucas da Silva, de 35 anos, estava na garupa do veículo aquático, conduzido por outra pessoa, e caiu na água durante uma curva. Ao retornar para resgatá-lo, o policial pediu para que o condutor o retirasse com urgência da água, pois ele estava com muitas dores e sangrando.

A vítima foi levada ao Hospital Municipal de Rancharia, onde passou por cirurgia e permanece internado.

O Jet Ski e o condutor estavam com a documentação regular.

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Polícia

Professora e ex-sócia de escola é investigada por suspeita de tortura e castigo em crianças

Imagens de circuito de segurança mostram atitudes violentas da profissional com crianças entre 4 e 5 anos em escola particular de Assis (SP). Caso segue em segredo de Justiça e o MP pediu a prisão da mulher de 61 anos, mas foi negada.

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Do G1
Agressões foram flagradas por câmeras de segurança da escola em Assis — Foto: TV TEM /Reprodução
Agressões foram flagradas por câmeras de segurança da escola em Assis — Foto: TV TEM /Reprodução

Uma professora afastada de uma escola em Assis (SP) está sendo processada e investigada por crime de tortura e castigo contra crianças ente 4 e 5 anos. As ações que levaram ao inquérito policial foram registradas pelas câmeras de segurança da própria instituição, que atende bebês e crianças até 6 anos.

No vídeo, é possível ver a professora de 61 anos. As imagens, registradas no dia 22 de agosto de 2019, mostram que ela sai da sala por um momento. Um aluno também sai e, em seguida, a professora volta correndo segurando o aluno pela camiseta e o empurra. O menino quase cai.

Ela dá tapa em uma mesa e depois se aproxima de outro aluno, puxa o cabelo dele, aperta o braço e chacoalha a carteira. (Assista o vídeo aqui)

Em outro flagrante do dia 23 de outubro, a professora perde a paciência com uma aluna que está no cadeirão. Ela arruma as pernas da criança com força, é possível perceber que a aluna se agita e chega a se debater no assento.

Em uma das imagens a professora chega a puxar o cabelo de um dos alunos em Assis — Foto: TV TEM / Reprodução

Em uma das imagens a professora chega a puxar o cabelo de um dos alunos em Assis — Foto: TV TEM / Reprodução

Investigação
A mãe que testemunhou sozinha uma das agressões prestou depoimento na polícia. Ela conta que observou assim que chegou na escola.

“Eu toquei a campainha, e ninguém veio, quando eu toquei a segunda vez ela (a professora) levantou. Ela levantou com raiva, pegou uma criança pequena, tirou do chão e colocou no carrinho com toda força dela e ainda deu três safanões nesta criança. Novamente ela levantou chacoalhou e ainda jogou um pano no rosto da criança”, lembra.

O caso passou a ser investigado depois que outros pais registraram boletins de ocorrência. Alguns informaram que descobriram as agressões acessando as imagens das câmeras da escola pelo celular. Segundo a investigação, o comportamento agressivo era rotineiro.

“A conduta dela era reiterada para corrigir as crianças usando de violências e grave ameaça. Essas violências consistiam em puxões de cabelo, arrastões pelo braço, bater de forma veemente na carteira para pedir silêncio, e também o comportamento dela monitorando outras crianças, assim como nos períodos de convivências”, afirma a delegada que investiga o caso, Adriana Pavarina.

Ainda de acordo com a polícia, a professora trabalhava na escola há 8 anos, e há 5 meses era sócia proprietária da unidade com outras duas sócias. Pelo inquérito, pelo menos oito crianças podem ter sido vítimas das agressões.

Delegada que investiga o caso afirma que crianças sofreram traumas em Assis — Foto: TV TEM/ Reprodução

Delegada que investiga o caso afirma que crianças sofreram traumas em Assis — Foto: TV TEM/ Reprodução

A delegada informou que ouviu funcionários, pais e testemunhas. A professora também prestou depoimento.

“Ela disse que era a forma de controlar as aulas e ela achou normal”, completa. No entanto, a polícia entendeu que houve crime. “Existem provas indiciárias de que ela cometeu crime de tortura e castigo.”

Ainda segundo a polícia, algumas crianças ficaram traumatizadas. “Existem relatos de crianças que desenvolveram gagueira, existem indícios que foram desenvolvidos devido as condutas abusivas da professora”, afirma a delegada.

Em nota, o advogado de defesa da professora disse que a prévia análise dos autos não há elementos legais capazes de caracterizar crime de tortura e castigo, sendo que se trata de uma profissional com mais de 20 anos de carreira.

“Ainda há documentos dos autos que não foram analisados pela Justiça, bem como informações sigilosas que estão sendo levadas ao conhecimento do juízo, e que, para preservar a imagem das crianças e das partes envolvidas, não serão divulgadas. Ademais, esclarece-se que a professora/diretora já vinha passando por tratamento psiquiátrico, o que era de conhecimento de todos os responsáveis pela escola. Após o transcorrer processual os fatos serão devidamente esclarecidos, trilhando para a absolvição”.

Prisão negada
A professora se tornou ré depois que a Justiça aceitou denúncia contra ela pelo crime de tortura e castigo. Uma outra profissional também virou ré, denunciada por omissão.

O Ministério Público também pediu na denúncia a prisão preventiva da professora suspeita de agressão, alegando que ela estava ameaçando mães de alunos e pessoas envolvidas no processo.

A Justiça não concedeu, mas determinou que a professora não mantenha contato com vítimas e testemunhas e que fique a 100 metros de distância delas.

O caso está em segredo de Justiça. A diretora da escola, Valéria Luciano Franco Moreli, disse que desde a primeira suspeita de agressão, já foram tomadas atitudes em relação à professora.

Segundo Valéria, a professora foi advertida e, depois do conhecimento das imagens e da denúncia dos pais, ela foi afastada no dia 3 de dezembro.

Segundo o advogado da escola, Valdir Carlos Júnior, a instituição teve prejuízo, perdeu 10 alunos, e ficou com uma imagem marcada de forma negativa na cidade. Informou ainda que além de ser afastada, a professora não é mais sócia da unidade.

“Uma criança que não tem nem direito de defesa, não sabe contar pro pai e pra mãe, meu filho ia num período que ela não estava, muitas crianças estavam lá desde bebezinho, desde quando eles estavam sofrendo essa tortura psicológica e até física?”, questiona a mã

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Polícia

Ave quase sem penas é resgatada de situação de maus-tratos em Marília

Segundo Polícia Ambiental, periquitão-maracanã era mantido em cativeiro na garagem de uma casa. Proprietário pode ser multado em mais de R$ 3,5 mil.

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Do G1
Ave quase sem penas é resgatada de situação de maus-tratos em Marília — Foto: Polícia Ambiental/Divulgação
Ave quase sem penas é resgatada de situação de maus-tratos em Marília — Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

Uma ave da espécie periquitão-maracanã foi resgatada de uma situação de maus-tratos na manhã desta quinta-feira (27) em Marília (SP).

Segundo a Polícia Ambiental, o pássaro tinha sinais tão claros de estresse que estava sem boa parte das penas.

A equipe informou que a ave era mantida em cativeiro na garagem de uma casa, recebendo água e alimentação de forma inadequada.

O pássaro foi levado até o bosque de Marília e o proprietário pode ser multado em até R$ 3,5 mil, segundo a polícia.

Periquitão-maracanã era mantido em cativeiro na garagem de uma casa em Marília — Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

Periquitão-maracanã era mantido em cativeiro na garagem de uma casa em Marília — Foto: Polícia Ambiental/Divulgação

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