Recentemente o Governo Federal atualizou a tabela do Imposto de Renda (IR), estabelecendo isenção para indivíduos que recebem até dois salários mínimos mensais, equivalente a R$ 2.824 aproximadamente. Essa medida busca trazer benefícios aos contribuintes de menor renda, aliviando a carga tributária sobre eles.
Segundo o portal Esporte e Mídia, essas mudanças têm provocado debates acalorados sobre a tributação dos ganhos com apostas no país. Enquanto alguns defendem uma abordagem de tributação justa e equilibrada, outros argumentam que medidas excessivamente rigorosas podem desencorajar a participação nesse tipo de atividade.
Sobre a nova atualização da tabela
Em resposta a essa alteração, o deputado Marangoni, do União de São Paulo, apresentou uma proposta que poderia impactar os ganhadores de apostas. A iniciativa de Marangoni surge como uma resposta ao veto presidencial que eliminou a isenção de impostos para os vencedores de jogos e apostas, conforme previsto no artigo 31 da Lei nº 14.790, conhecida como Lei das Bets.
O veto do presidente Lula teve como objetivo evitar desigualdades fiscais em relação às loterias tradicionais, essenciais para o mercado de apostas esportivas no Brasil. Marangoni afirma que o veto causou incertezas jurídicas para reguladores e operadores de apostas de quota fixa ao aplicar a legislação do Imposto de Renda (IR).
Diante disso, a proposta do deputado sugere tributar apenas os prêmios líquidos que excedam a faixa de isenção do IR, ou seja, valores superiores a R$ 2.824. Essa tributação seria aplicada ao lucro anual proveniente das apostas, após a dedução das perdas. Você pode ler a reportagem completa do Esporte e Mídia aqui.

Impactos positivos no setor de apostas
O cenário atual aponta para uma tendência de maior controle e tributação dos ganhos vindos das apostas, no entanto, a decisão final sobre essas questões ficará a cargo do Congresso Nacional, que analisará os vetos presidenciais antes de tomar uma decisão definitiva.
As Casas de apostas seguras e confiáveis continuam sendo uma opção consistente para fazer palpites. Legalizadas no Brasil em 2018, operaram sem regulamentações específicas para fiscalização e tributação por quase 5 anos, expondo apostadores e atividades esportivas a riscos de golpes e fraudes.
Ao declarar apostas esportivas no Imposto de Renda, a Receita Federal os reconhece como fonte de rendimento, não como ganho de capital. A fonte de rendimento contribui para justificar compras e despesas realizadas pelo contribuinte, enquanto o lucro de capital está associado à venda de bens.
Contribuições sociais importantes
A tributação das apostas esportivas vem como mais uma medida que pode beneficiar toda a população, incluindo apostadores. A arrecadação do imposto de renda contribui para financiar serviços públicos essenciais, como saúde, educação e infraestrutura, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos e beneficiando a sociedade como um todo.
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