James Rodriguez retornou ao futebol de elite na América do Sul com o São Paulo e de uma maneira incrível. O talentoso meio-campista criativo foi titular pela primeira vez no São Paulo, fazendo seus primeiros 45 minutos contra o Botafogo. Ele foi substituído por Lucas Moura.
Rodríguez finalmente teve sua chance como jogador de futebol titular sob o comando do técnico Dorival Júnior. Apesar de ter jogado apenas um tempo, ele mostrou vislumbres do jogador que já brilhou na Europa.
Em sua segunda partida com a camisa do time, acrescentou 44 toques na bola. Começou no flanco direito, mas terminou sua posição como ala. Ele teve 86% de sucesso em passes e quatro bolas longas bem-sucedidas.
No 33º minuto, colocou um serviço cruzado para Luciano que o atacante mandou por cima do gol. Seu melhor parceiro em campo foi Juan Santos da Silva.
O ala de 21 anos procurou o número 19 em várias ocasiões para criar jogadas e construir muros. Apesar de ter iniciativa e querer quebrar a igualdade, James não atirou nenhuma vez no gol.
Também havia áreas para melhorar. Ele perdeu todos os duelos físicos nos quais estava dentro e com a bola em 11 ocasiões. Ele foi driblado uma vez e cometeu uma falta pela qual ele quase foi advertido.
Sua equipe empatou no Morumbi 0x0 contra o Botafogo. O próximo jogo do São Paulo será contra o Liga de Quito pela Copa Sul-Americana.
James Rodriguez e adaptação
Lucas Silvestre, assistente de Dorival Júnior, explicou por que o jogador nascido em Cucuta participou de tão poucos minutos. A contusão de um companheiro de equipe fez com que a troca de bola tivesse que ser antecipada.
“A ideia com o Tiago era 45, no máximo 60. Como perdi o Pablo no início e perdi um dos momentos de substituição, não podia manter o Tiago e depois tirá-lo. Preferimos trocar no intervalo e colocar o Lucas”,
detalhou o assistente
James ainda deve recuperar sua melhor condição e se adaptar ao futebol brasileiro. Aos 32 anos, ele ficou quatro meses fora de ação após sua saída da Grécia.
“Com o Tiago não tem como ser diferente. Ele vem de um período mais longo fora de atividade. Aproveitamos esse período para trabalhar com ele”.
Silvestre enfatizou
Silvestre destacou o risco de lesão que existe nesses casos de inatividade e continuidade da competição.
“Ele tem evoluído muito na parte física. Hoje a ideia era essa, porque na quarta-feira não pudemos usá-lo. É uma carga gradual, porque no momento o risco de lesão é muito alto para um atleta que está voltando. A base são os dados fisiológicos, que esse jogo nos fornece e também as sessões de treinamento seguintes”.
encerrou o assistente técnico
Desde sua chegada ao Rio de Janeiro, o colombiano acumulou 70 minutos em duas partidas.
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