Diante de tantas evoluções tecnológicas que nos atropelam quase que diariamente, fico pensando no que ainda está por vir, no sentido de ser inventado, atualizado ou simplesmente substituído. As gerações perplexas, vão adicionando em seus currículos, as peripécias adquiridas ao longo da sua existência.
Reportando apenas aos fatos, que revolucionaram as cidades e a vida das pessoas no decorrer dos tempos, recordo com nostalgia: Dos carros, que devido as suas peculiaridades ficaram conhecidos como calhambeque, pé de bode, fordinho, chimbica, bigode. Dos caminhões Ford, Chevrolet, Scania, Volvo, FNM (fênêmê). Dos bondes elétricos, que devido as suas características e cores eram denominados de bonde camarão.
Das jardineiras e dos primeiros ônibus que interligavam as cidades próximas. Do trem, que rasgaram o interior com seus trilhos, dando inicio a inúmeras cidades. Do avião monomotor, apelidado de teco-teco, devido ao barulho que fazia quando sobrevoava em marcha lenta. Do lampião, lamparina e candeeiro a base de querosene, utilizados na iluminação pública e doméstica. Dos fotógrafos (lambe-lambe) com suas câmeras-laboratório (caixa de madeira com uma lente) apoiadas num tripé, que ficavam nas praças públicas.
Do telefone, modelo castiçal que ao girar uma manivela, enviava um sinal para a telefonista, que realizava a ligação. Do gramofone e da vitrola ortofônica que funcionavam a base de uma manivela, reproduzindo os discos de vinil que giravam em 78 rotações. Da pioneira máquina de escrever Remington e seus intermináveis tec, tec, tec. Dos rádios, que tinham o apelido de rabo quente, devido as suas válvulas, que os esquentavam.
O tempo foi passando e as inovações tecnológicas chegando. Os carros parecem mais um computador do que um veículo, devido às dezenas de sensores, chips, telas, comandos no volante e comandos pré-programados. Os meios de transporte urbanos, agora são os ônibus e as redes de metrôs, com suas linhas subterrâneas e terrestres. As aeronaves, com uma infinidade de instrumentos de vôo em sua cabine de pilotagem (cockpit), mais parece uma nave espacial.
Os Drones (veículo aéreo) que entre várias funções, tem sido muito utilizado com o objetivo de fazerem imagens aéreas. A eletricidade, gerada principalmente pelas hidrelétricas, fornecem energia elétrica para as residências, comércios e indústrias. O telefone com fio, inicialmente deu lugar ao telefone sem fio, que por sua vez, acabou em desuso com a chegada do celular, do smartphone, do iPhone e do tablet. As câmeras fotográficas tradicionais deram lugar às digitais, que por sua vez, acabaram em desábito com a chegada do celular e do smartphone.
A máquina de escrever se aposentou com a chegada dos computadores, que além de conectarmos ao mundo através da internet, revolucionou a forma de escrever, corrigir e revisar textos. Os rádios agora no estilo retrô, operam apenas na faixa de FM, com entrada USB para pen drive e entrada para cartão de memória SD (arquivo Mp3).
Do jeito que tudo está se tornando descartável, fico imaginando, se boa parte do que usamos diariamente, deixasse de existir automaticamente, se auto-implodindo ao término de seu uso. No caso do jornal, por exemplo, já imaginaram um dispositivo (chip) instalado na última folha do jornal dizendo: Este jornal se alto destruirá em cinco segundos. Cinco, quatro, três, dois, um… Bum!…
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