A comemoração de Ano Novo, com a data em que conhecemos atualmente, foi definida por Júlio César (governador romano) que criou um decreto, instituindo este data como o dia do “Ano Novo”. Assim, de geração em geração, todos os anos, vemos o Ano Novo surgindo no horizonte.
Tal qual uma peça teatral no dia de sua estréia, é cercada de expectativas. Desde ao abrir de suas cortinas, até a exibição do primeiro ato. Destacando sempre em sua cena inicial, uma chuva de verão, de expectativas, de pressa, de esperanças, de vaidades, de desejos, de sonhos e de sombrinhas coloridas…
Toda essa euforia, desencadeada pelos preparativos para a Festa de Réveillon, acabam muitas vezes, como que de uma forma triste e frustrante, pois normalmente trazem apenas alegrias passageiras. Sair comprando tudo o que se vê pela frente, para esperar a passagem de ano, não é a certeza de que vamos ser felizes. Muita gente não tem nada, ou quase nada, mas comemoram do mesmo jeito, ou seja, de uma forma simples e feliz com o pouco que tem.
O espetáculo por si só já é gratificante, com a movimentação das pessoas e das crendices para a tão esperada Festa do Réveillon. São muitos os rituais para a passagem do ano. Entre eles, vestir uma roupa branca, soltar fogos, comer lentilhas, estourar champanhe, pular com o pé direito, subir as escadas, aceder às luzes, aumentar o volume do som… Mas por que repetir esses gestos todos os anos?… De fato eles servem para alguma coisa?…
Tudo isso, às vezes não é suficiente para esconder a frustração por não conseguir realizar os projetos idealizados. As pessoas vão vivendo simplesmente por viver, como se a vida fosse uma tarefa a cumprir, um caminho obrigatório a seguir. Quando na realidade deveriam tirar lições da rotina diária, para que pudessem ver quanta coisa bonita acontece ao seu redor, mas que às vezes, por distração, em função do corre-corre do dia a dia, acabam passando despercebido e se perdendo no tempo.
Vivam mais tranqüilos, guardem apenas as boas recordações e deixe a enxurrada do “Ano Novo”, carregar tudo o que de ruim aconteceu no ano que vai se findar. Deixe de lado as tristezas, as dúvidas, as saudades e o medo do amanhã, e venha até a janela para dizer adeus ao ano velho, que já vai partindo e dando lugar á um admirável Ano Novo.
Não troque apenas o calendário da mesa, mas também alguma coisa de lugar, seu modo de pensar, de agir e de relacionar-se com as pessoas. Que o sol, seja o foco da sua atenção, mas que a lua, não passe despercebida. Todos os dias são mágicos e tudo pode realizar-se, pois nenhum outro dia será igual ou parecido. Viva e celebre intensamente cada momento da sua vida. Deseje a todos que encontrar um Feliz Ano novo!…
A peça em cartaz já estreou, e pode ser vista por todos em qualquer teatro da vida. Em seu enredo, a esperança de trilhar novos caminhos, de buscar novos sonhos, de renovar velhas amizades e até quem sabe, encontrar um novo amor. A cortina vai reabrir e o segundo ato começar. Revelando sempre em sua cena final, um caliente sol de verão, de paixão, de emoção e de gratidão. É hora de agradecer pela chegada de um Ano Novo, pelo dom da vida e de ir ao encontro de novas expectativas…
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