
Uma ação coletiva na Justiça dos Sincomerciários do Estado de São Paulo pretende corrigir os valores do FGTS dos trabalhadores. O assunto foi discutido no dia 24 de junho, em São Paulo, em que sindicalistas comerciários filiados à Força Sindical, acompanhados de seus corpos jurídicos, ouviram atentamente a explanação do advogado Otávio Brito Lopes, do escritório Meira Morais Advogados, sobre as perdas dos trabalhadores com a correção incorreta do FGTS.
A reunião aconteceu no Espaço Rosa Rosarum e foi aberta por Luiz Carlos Motta, tesoureiro da Força e presidente da Fecomerciários.
O presidente do Sincomerciários de Assis, Vagner Campos, e o assessor jurídico do Sindicato, Paulo Roberto Magrineli, estiveram presentes na reunião. Segundo levantamento, desde 1999 o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não tem sido corrigido corretamente pelo governo, o que reduziu o saldo a metade do que deveria ser atualmente. As contas indicam que o confisco na correção chega a 88,3%. Pelos cálculos da Força Sindical, um trabalhador que tinha R$ 1.000 na conta do FGTS no ano de 1999 tem hoje apenas R$ 1.340,47. Os cálculos corretos indicam que a mesma conta deveria ter R$ 2.586,44. Ou seja, uma diferença de R$ 1.245,97 a mais.
O trabalhador que tem ou teve dinheiro na conta do FGTS entre 1999 e 2013, deve procurar o Sincomerciários de Assis para aderir ao processo e cobrar na Justiça a revisão do saldo. Basta apresentar original e cópia dos seguintes documentos: RG, comprovante de endereço, extrato do FGTS e página da carteira de trabalho onde consta o número do PIS/PASEP. Mais informações pelo 3322-2611.
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