
Ciente da sua responsabilidade social, a Energisa está atuando no combate ao mosquito Aedes Aegypti, causador das doenças dengue, zika e chikungunya. Desde o mês de fevereiro, os profissionais da área de Leitura estão identificando focos do mosquito. “Ao perceberem casas fechadas, terrenos abandonados, lixo espalhado, caixas d”água destampadas, latas e garrafas nos quintais das casas ou lotes vazios, e outras situações que possam ser ou virar um criadouro do mosquito, o leiturista lança um código no equipamento de leitura do medidor e a informação é registrada”, explica o gerente de Serviços Comerciais, Luiz Moreto Vicentin Junior.
Semanalmente é gerado um relatório contendo o endereço completo e a situação encontrada pelo leiturista, e este documento é enviado para a Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), do Estado de São Paulo e Minas Gerais, para que possam acionar os comitês municipais. “Desta maneira, ajudamos na rápida ação dos agentes de combate a dengue. Na concessão da empresa, no Paraná, como é um município, o relatório é entregue para a Prefeitura Municipal”, disse.
A Energisa também publicou uma frase orientativa nas contas de energia, para ajudar as pessoas a identificarem os sintomas das doenças transmitidas pelo mosquito: “Febre, coceira, dor de cabeça e outros sintomas. Pode ser dengue, chikungunya ou zika. Beba muita água e vá a uma unidade do SUS.”
A Energisa conta com um total de 149 leituristas atuando em 82 municípios do interior dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Todos aderiram à ação voluntária da empresa e estão empenhados em combater o Aedes Aegypti.
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