
Na última semana, o advogado Ernesto Nóbile ingressou no Fórum da Comarca de Assis, com ação de indenização por erro de diagnóstico médico e danos morais contra a Prefeitura Municipal de Assis, cujo processo foi distribuído para a 4ª Vara Cível, a cargo da Juíza de Direito, Marcela Papa.
Segundo o advogado Ernesto Nóbile, no início de julho do ano passado, no Governo de Ézio Spera, Zildo Aparecido Chiararia, de apenas 49 anos de idade, sentiu-se mal com fortes dores no peito, nos braços, falta de ar e ânsia, sendo encaminhado por sua esposa Jovanira Stela de Jesus Chiararia (funcionária antiga de um Promotor de Justiça da região), para o Pronto Socorro Municipal de Assis. Zildo Aparecido Chiararia demorou para ser atendido, sendo que depois de muita espera, o médico plantonista diagnosticou problemas estomacais e esofagite, medicando-o e mandando-o para sua casa.
No outro dia, como a dores no peito persistiam, Zildo retornou ao Pronto Socorro, sendo novamente medicado com problemas estomacais e esofagite. Voltou novamente para sua casa e na madrugada do dia 6 de julho por volta das cinco horas da manhã, sofreu um enfarto fulminante, vindo a falecer.
Segundo o advogado Ernesto Nóbile, o atestado de óbito constou como causa da morte FALTA DE ASSISTÊNCIA MÉDICA, “um absurdo e clara evidência de erro por diagnóstico médico, pois qualquer leigo sabe que o primeiro sintoma de infarto é dor no peito, porém os doutores do Pronto Socorro de Assis diagnosticaram problemas estomacais e esofagite. Um simples comprimido colocado embaixo de sua lingua, teria salvado sua vida, para que posteriormente as medidas médicas cabíveis fossem tomadas”, enfatizou Ernesto Nóbile.
Em virtude dos lamentáveis fatos, representando a viúva, Jovanira Stela de Jesus Chiararia, residente no Parque Universitário, o advogado Ernesto Nóbile ingressou com ação de indenização por erro de diagnóstico médico e danos morais contra a Prefeitura de Assis, responsável pelo Pronto Socorro, pleiteando R$ 500 mil reais.
A Juíza Marcela Papa já intimou a Prefeitura para apresentar defesa em 30 dias.
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como eu queria ter tido forças para fazer o mesmo quando o meu marido faleceu…tenho eu certeza q foi erro medico tbm,alem do mau atendimento….ele chegou ao ps cm febre e dor nas costas e foi diagnosticado como fariginte,tomou um medicamento la mesmo e foi liberado,passando muito mau em casa na mesma noite quando voltou inconciente e a medica de plantao disse q nao colocaria a mae nele pq estava tendo uma overdose(meu marido nunca usou drogas)em tres dias veio a falecer na uti do regional……um descaso sem fim…fica a minha indignaçao…é a primeiravez q posto algo sobre esse assunto