Vida e finitude são os temas debatidos em evento realizado pela UNESP de Assis

© Maria do Socorro Lacerda Gomes, professora da Universidade Federal de Roraima (UFRR)

Maria do Socorro Lacerda Gomes, professora da Universidade Federal de Roraima (UFRR)

Na última sexta (18), foi realizado nas dependências da Faculdade de Ciências e Letras de Assis o evento “Diálogos sobre finitude, luto e subjetividade”, organizado pelo núcleo de estágio do curso de Psicologia “Envelhecimento e processos de subjetivação” e apoiado pelo Departamento de Psicologia Social e Educacional.

Presenciado por alunos e professores da Unesp, além de profissionais da área de saúde de Assis e outras cidades da região, o evento foi aberto por Maria do Socorro Lacerda Gomes, professora da Universidade Federal de Roraima (UFRR), que ministrou a palestra intitulada “Tempo, Vida e Morte”. Em sua fala, a professora conta sua experiência em atendimento de pacientes terminais e acrescenta: “a morte é um fim e morrer é um processo”, ao falar da importância de profissionais da saúde discutirem sobre o assunto “morte” para poder oferecer um atendimento de qualidade aos pacientes terminais.

Dando continuidade à palestra, a professora Maria do Socorro Lacerda Gomes discorreu sobre as modificações históricas nos rituais de luto nos últimos anos, como, por exemplo, vestir roupagens de cor preta durante um período de tempo, fotografar o defunto e realizar o velório nas residências, que estão sendo deixados de ser praticados. Tais mudanças apresentadas pela palestrante nas formas de lidar com o período do luto trouxeram reflexões para os participantes sobrecomo as pessoas estão lidando com a morte de entes próximos.

No período da tarde ocorreu a exibição do filme “Ensina-me a viver”, dirigido por Hal Ashby, e posteriormente debatido também pela psicóloga Maria do Socorro e pela professoraMariele Rodrigues Correa da Unesp – Assis. Após o filme, os participantes do evento trouxeram suas dúvidas e reflexões sobre finitude e luto.

Mariele Rodrigues Correa, responsável por organizar o evento “Diálogos sobre Finitude, Luto e Subjetividade”, relatou brevemente sobre o estágio que ministra para os estudantes de Psicologia e lançou luz sobre a necessidade de falar sobre morte. Em sua fala, a professora lança a pergunta: “Por que não falar da nossa finitude para reconstruir nossa vivência?”.

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