[dropcap]D[/dropcap]urante a sessão da Câmara de Assis (SP), realizada na segunda-feira (2), a ex-funcionária pública que denunciou a suposta “Fábrica de Multas” prestou depoimento sobre o caso e deu detalhes de como o esquema funcionava.
Segundo Alessandra da Silva, os vereadores da cidade faziam reuniões com o ex-diretor do Departamento de Trânsito, Leonardo de Godoy, e pediam para que multas fossem anuladas.

A ex-funcionária denunciou ao Ministério Público e à Polícia Civil que agentes de trânsito recebiam comissão de R$1,73 por multa aplicada, e que isso teria sido a causa do crescimento acentuado do número de infrações aplicadas na cidade.
Ainda no depoimento, Alessandra disse que havia favorecimento pra que fossem atendidos recursos de multas de apenas um despachante.
Em uma operação realizada pela Polícia Civil, juntamente com o Ministério Público no dia 25 de junho, após a denúncia, foram apreendidos documentos, computadores e R$ 5 mil em dinheiro encontrados na gaveta do chefe do departamento de trânsito.
Enquanto as investigações estão em andamento, a Prefeitura de Assis optou por afastar o chefe do Departamento de Trânsito da cidade.
A operação foi deflagrada após várias reclamações que começaram a chegar no ano passado, de cidadãos que dizem ter recebido multas em excesso e até autuações de infrações que não teriam cometido.

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