
A sessão da Câmara Municipal de Assis da última segunda-feira (04) teve início as 18 horas já com o Plenário completamente lotado por servidores da Prefeitura de Assis e representantes do sindicato da categoria. Desde as 8 horas da manhã os servidores estiveram concentrados em frente á prefeitura de Assis protestando sobre o não acordo para a reposição salarial entre sindicato e prefeito. A mobilização e reinício da greve foram anunciadas na segunda-feira e terminaria na Câmara Municipal de Assis, durante a sessão, o que aconteceu.
O Presidente da Câmara Municipal de Assis, Pastor Edinho consultou os vereadores que, no expediente já manifestavam seu apoio ao movimento de forma geral, sobre suspensão dos trabalhos e abertura de espaço maior para debater com servidores e sindicato sobre o impasse. No uso da tribuna, todos os partidos se manifestaram a favor de um acordo com o executivo e que neste, pudesse ser possível a reposição salarial dos servidores.
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Depois de duas suspensões dos trabalhos por 30 minutos cada e leitura de um ofício com a justificativa do executivo, os vereadores resolveram adiar todos os projetos previstos para a sessão e utilizar o tempo para continuar ouvindo os servidores, bem como o especialista na área da contabilidade e aposentado da Secretaria da Fazenda de Assis, hoje consultor contábil, Luiz Gonzaga de Oliveira, conhecido como “Ganga”.
Ganga, como fez na última reunião com o executivo, na presença dos representantes do sindicato, afirmou a possibilidade de aumento sim, reforçando com a seguinte frase “O prefeito não deu o reajuste porque não tinha intenção de dar, porque orçamento tem”. A partir daí, o consultor foi sabatinado pela maioria dos vereadores que ficaram satisfeitos com suas respostas.
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