
Na sexta-feira, dia 22, a Justiça realizou uma audiência entre as partes no Ministério Público Federal em Assis, onde o representante do governo estadual de São Paulo utilizou o laudo da Cetesb para tentar a liberação da obra do presídio em Florínea.
Mesmo com o laudo em mãos o procurador não aceitou liberação, uma vez que o rio Paranapanema passa por dois estados e é de responsabilidade da união, não do estado.
Agora o governo estadual tem apenas uma chance de obter a licença para continuar com a construção da penitenciária que até o momento custou ao cofre público quase R$ 2 milhões.
A decisão da Justiça aponta que a construção do presídio sem a licença do Ibama só poderia ser feita se houvesse risco à segurança, à saúde e à economia pública, o que não acontece nesse caso. O advogado Edney Fernandes, que representa o grupo que entrou com a ação contra o estado, comemorou a decisão. “Eles querem construir a qualquer custo. O estado está dizendo que há superlotação, mas qual o prejuízo para nós, os seres humanos? A natureza ou a situação carcerária? Então, tem que fazer um presídio onde se realmente cabe e que eles procurem outro local”, afirmou.

Idoso morre atropelado por caminhão após carro apresentar problema
Motorista e bois morrem carbonizados após colisão entre caminhões em Igaraçu do Tietê
Confusão entre policiais e moradores termina com 3 presos e cachorro morto a tiros