
Na televisão, há mais de 50 anos dentro dela, Jô Soares já fez e conseguiu de tudo. Escreveu, dirigiu, atuou e, desde 1988, se apresenta diariamente com um programa de entrevistas, criado no SBT e que depois veio a ser levado ao ar na Globo.
Deu-se ao luxo de se entender com a direção da sua emissora e parar no momento que acha que deve parar. Por cima, privilégio de tão poucos.
E só alguém como o Jô, despido de qualquer vaidade, aceitou fazer uma chamada de incentivo ao Marcelo Adnet, no lançamento do seu programa, assim como desejou publicamente boa sorte ao Fábio Porchat, na estreia do seu talk show, na concorrente Record.
Na televisão, onde as vaidades sempre se mantêm em um arriscado estado de ebulição, a competição é impiedosa e torcer pelo sucesso do próximo nunca foi prática comum, é tão bom constatar a existência da exceção à regra.
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